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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Conversas antes do prazer...

ela:
Me restabeleci...
Sim se acham pelas palavras...
Pelos segredos que a noite carrega...
Pela brisa que o vento traduz...

ele:
...ou simplesmente se acham...
Nus em uma cama quente...
em um quarto escuro, onde somente os aromas e a respiração nos guiam...
nos levam mais perto e dentro...

ela:
uau!! ...gostei...continua...

ele:
humm... agora é sua vez

ela:
Nossa pensei em continuar...num sabia se querias...!!!

...em movimentos alucinados ....
deslizam os corpos suados...
cheiros que se reconhecem....
línguas que se provam....
desejos que transbordam de almas que vagam...

ele:
...prazeres trocados...
posições que rasgam o corpo e a alma...
gosto dos sexos em nossas bocas...
rigidez em uma boca...
sabor em outra

ela:
....sinto teu mel...
te apresento meu corpo...
quem és?...
me desvenda...
teu mel te revela...
doce sabor escorre de ti em mim...
minha boca te senti....
quente é o teu sabor....

ele:
...sabor que segue com todo meu desejo...
prazer...
um jato de satisfação...
enquanto bebo seu prazer...
com lambidas e sugadas...
sentindo sua pegada...
sua lasciva...
sentindo você...

ela:
me sorve...
no teu gemido...
me prove...
meu gosto está em sua boca...
que suga meu mel todinho pra ti...
provocas...
evoca ...
a loucura que há em mim....
sou tua...
penetra...
me deixa sentir-te em mim...

ele:
minha formiga...
vou te cobrir essa noite...
seu corpo vai sumir embaixo do meu...
venha...
vamos deitar...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Das Coincidências...

Perto do começo da tarde, indo pra casa, e em um sinal olho de lado e vejo uma mulher que lembra muito uma amiga, lembra tanto que cheguei a pensar ser ela. Cerca de 50 anos, loura, branquinha. Olhei e ela percebeu, me olhou, vi que não era minha amiga, mas ela gostou da encarada. Sinal abriu, andamos juntos, percebi um adesivo em seu carro, mesmo esporte que minha amiga sempre praticou, estranha coincidência. Trocamos olhares novamente, ela já tinha aumentado o som de seu carro, mostrando estar bem alegre com aquele flerte e curtindo. Juro não era essa minha intenção, mas olhares continuaram, e no próximo farol abaixa o som e fala comigo, abaixo meu som, e ela diz “Oiiiii”. Peço para que pare mais a frente para conversarmos, ela prontamente obedece. Brisa do mar, embaixo de uma arvore piscas-alertas ligados. Saio do carro, chego em sua porta me apresento e falo o quanto ela parece com uma amiga. Ela me pergunta se é igual assim, mais bonita, menos bonita. Respondi que cada uma tem seu encanto. Conversamos, ela dentro do carro, porta aberta e eu em pé de frente. Estava com biquíni azul, saída de banho branca, seios pequenos, bem magrinha na verdade, seios que cabem na boca! No meio da conversa ela pergunta por que não vamos até um lugar mais tranqüilo. Sorri e disse que estava atrasado, mas tinha que fazer uma coisa antes de sair e ela perguntou o que era. Disse que queria saber se tinha uma bucetinha lourinha que nem seu cabelo. Ela sorriu, abriu as pernas para minha frente, puxou a saída de banho e o biquíni e mostrou-me uma buceta molhada e de cabelinhos louros. Sorriu novamente e perguntou o que eu achava. Peguei meu ombro e apoiei na coluna da porta, com a mão esquerda apertei sua coxa, fui de encontro ao seu sexo. Afastei a saída de banho, puxei com força o biquíni e deixei sua buceta bem à amostra. Com um dedo entrei nela, completamente ensopada. Com dois dedos comecei a masturbar seu clitóris e fazendo alternâncias entre masturbá-la e penetrá-la. Comecei a apalpar seus pequenos seios com a mão direita, apertava e soltava, toda vez que apertava entra com os dedos nela. Começou a gemer, aumentei a fricção em seu sexo, quando começou a tremer as pernas entrei com os dedos da mão esquerda e com a mão direita apertava sua buceta até gozar... Sua língua estava pedindo um beijo. Tremendo tirei meus dedos, passei em sua boca, lhe dei um beijo no rosto. Fui para meu carro. Entrei, rodei 500mts e parei de frente a minha casa, ela veio logo atrás, parou do meu lado e ainda ofegante pediu meu telefone, dei um sorriso e disse que não! Soltou um beijo e disse ‘obrigada pelo dia maravilhoso, que começou na praia, algumas cervejas e terminou em um orgasmo sensacional!”.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Dos desejos despertados...

Desejos...

Descobres desejos secretos
Deslizas a gilete suave..
Desvendas meu sexo...mistério
Na junção do sagrado e o profano teu manto...
Suave me faz gemer uma prece
Oferece uma taça teu sangue...
O gozo que doce enaltece...
Na vida contida...na cama vadia...
Suga sorvendo a essência
Lambe a pele macia
Que em tua boca faz moradia
Tal qual morada santa abriga...
Dois corpos inebriados gemem
Sussurra ao meu ouvido...
Em teu gozo me penitencio...
Me possuis no cio...
Qual animal selvagem penetra
Passando do sexo a alma...
Escorre em meu corpo e liberta
Teu gozo em forma de mel...

Por: Sua Cigana

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

De uma noite que virá...

Louco...chama em nome de teu desejo...
Volúpia...teu nome
Luxúria...tua morada
Pedes..cobiça...atiça...provocas...salivas...
Degusta entre o vinho e a borra....o segredo que jorra
Quente ...chama e repousa no ventre.....o calor dos lábios...que molhados sussurram loucuras...
Aventuras de teu fogo
Envolve com o peso de teu corpo....
Remove o frio da escuridão...
Aquece o corpo que pede...geme em transe em tuas mãos...
Alma que vaga sedenta...buscando tua razão...
Cavalgas selvagem pelas noites
Em busca de fêmea no cio....
Encontras....devoras...parti...
Deixando no leito saudade...
Tua marca , gozo e dor...
Deixas também uma rosa vermelha
Lembrança de que amou.....


Poema para um cigano

terça-feira, 7 de abril de 2009

Dos Sustos (I)...

Estava em uma festa em uma pequena cidade do interior, onde tenho uma propriedade. Na festa, quem conhece cidade de interior sabe como se comportam as meninas diante de um homem da cidade grande, tanto as mais novas como algumas casadas. Neste dia estavam na mesa, o prefeito e mais algumas autoridades da cidade, entre elas o secretário de finanças e sua bela, gostosa e novinha esposa. A noite foi correndo, regada com vinho, acompanhamentos e troca de olhares. Não conseguia tirar o olho daquela moreninha clara do corpo bem feito e olhos de índia. A certa altura da noite, a maioria já bêbada ou cansada, me levantei para ir embora, minha propriedade fica a uns 10 km da cidade em estrada de chão, me despedi do grupo, a moreninha não estava na mesa, tinha saído há algum tempo e fui para meu carro, em uma rua próxima. Quando estava chegando ao carro, cruzei com a moreninha dos olhos de índia, ela perguntou por que estava indo embora, disse que não agüentava mais ficar ali naquela mesa, naquela praça, na cidade!!! Disse de forma meio forte. Ela me olhou nos olhos e perguntou por que, quando disparei, claro que sobre efeito de alguns litros de vinho. Disse que estar naquele lugar e não poder beijá-la me deixava louco!!! O sorriso dela foi de uma orelha a outra, seus olhos ficaram mais fechados ainda. Um lindo sorriso e um suspiro de desejo. A rua estava movimentada, cidade pequena. Pequei o numero de telefone de sua casa, disse que ligaria no outro dia ás nove da manhã. Liguei, ela atendeu manhosa, disse que estava na cama, o marido já tinha saído pra trabalhar e ela estava sozinha, não tinham filhos ainda, estavam casados há pouco tempo. Falei que queria me encontrar com ela, me deu o endereço, estacionei o carro atrás do muro de sua casa e pulei. Ela estava linda, com um vestido curto, seus seios pulando, acabara de tomar banho, cheirosa. Ficamos nos flertando por uns 30 segundos, não dizíamos nada, não nos tocamos, apenas nos olhando. Caminhei em direção a ela, tirando a camisa, que havia rasgado quando pulei o muro, peguei-a pela cintura, e a beijei com força!!! No jardim de sua casa tirei seu vestido, não estava de calcinha, pelinhos ralos, bucetinha pequena e cheirosa. Ajoelhei-me e comecei a chupar com força, ela gemia e puxava meus cabelos, coloquei-a de quatro em uma cadeira embaixo de uma grande mangueira e penetrei sua bucetinha molhada enaquanto adimirava sua linda bundinha> Metia com força e rapidez, ela gozou. Gozou em um gemido baixo, quase faltando ar. Sentou-se na cadeira e começou a me chupar, me punhetava com frenesi enquanto sua boca engolia minha cabeça encharcada. Gozei em sua boca, lhe dei um beijo, fechei minha calça e pulei o muro. No tempo em que ficamos naquele jardim não trocamos uma única palavra. Ligou-me na mesma noite, era cedo, disse-me que seu marido tinha viajado e queria saber se eu queria visitá-la, disse que sim, não havia ainda explorado sua linda bundinha. Disse que chegaria a sua casa lá pelas onze da noite, e pularia o muro. Resolvi não ir de carro, pra não deixar a vista do lado de fora a noite inteira, meu carro na época chamava muita atenção. Fui em uma das motos da propriedade. Pulei o muro e ela estava me esperando, com uma garrafa de vinho e de roupa intima. Beijamos-nos, ela se pendurava em meu pescoço, me agarrava com voracidade, arranhava minha costas, mordia meus lábios... ainda bem que passaria cerca de oito dias pra retornar pra casa, se não a confusão seria grande com a namorada. Tirou minha roupa, estávamos na sala, me chupou com força, puxei seus cabelos longos, lisos e negros, mandei que ficasse de quatro, queria chupar seu rabo, penetrá-lo com minha língua, abri espaço. Ela ficou, comecei a chupá-la, chupando com volúpia, acariciando seu rabinho, enquanto colocava dois dedos em sua buceta e a masturbava. Gozou em meus dedos, seu rabinho piscava em minha língua, rebolava feita louca, em uma mistura de tesão e agonia. Virou-se, me agarrou novamente e me beijava enloquecidamente. Pegou em minha mão e disse que queria ser comida na sua cama, em seu quarto. Entrou deito-se com a bundinha pra cima, e pediu para penetrá-la com força, de uma só vez, queria sentir dor e prazer. Fui para cima, me ajoelhei entre suas ancas, abri seu rabinho, coloquei o dedo em sua buceta ensopada, lubrifiquei seu rabo, penetrei com um dedo, depois dois, mexendo para os lados, abrindo, ela gemia, peguei meu pau e meti de uma só vez!!! Ela gritou de dor!!! De Prazer!!! Ainda tinha um rabinho muito apertado, pedindo pra ser arrombado. De repente um barulho no portão, já era madrugada, o portão se abre e entra um carro. Se marido tinha voltado, meu coração começou a bater tão forte que achava que sairia pela boca. Pulamos da cama, ela me olhou e disse que distrairia o marido enquanto eu pulava pela janela e pelo muro. Só que minhas roupas estavam na sala e tive de fazer isso completamente nu. A cena era a seguinte, cerca de uma e meia da madrugada, completamente nu, pilotando uma moto por cerca de 10 km, em uma região onde a temperatura média a noite fica em torno de 15 graus, com ventos constantes e sensação térmica lá embaixo, o coração saindo pela boca. Cheguei à minha casa, coloquei uma bermuda, peguei uma garrafa de uísque, fui pro alpendre, deitei na rede e fui relaxar do susto. Hoje é um grande motivo de piada, no dia foi bruto, mas tem muitas outras histórias de flagras e quase flagras. Quanto à moreninha com olhos de índia, bem, peguei minhas roupas em outra oportunidade e transamos muitas e muitas vezes depois.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Desejos...

Ruivinhava, falsa magra, cerca de 1,60m, voz de menina, jeito de criança mimada. Certa vez estávamos na casa dos meus pais, naquele churrasco, muita cerveja e a farra correndo solta, em certo momento estava na piscina com minha namorada, ela entrou, chegou junto e pediu para que a levasse nos braços até a parte funda, minha namorada não fez questão, pois para mim aquela menina, dois anos mais nova era como uma grande amiga e a coloquei nos braços. No caminho, ela já meio bêbada, me olhou e disse que queria um beijo na boca, sorri e disse que ela estava exaltada, mas reintegrou seu pedido, me neguei. Voltei para a parte rasa e procurei evitá-la o resto do dia e ficando o máximo de tempo junto com minha namorada. Certo momento, fui com minha namorada para meu quarto, ela nos seguiu, deixei a porta aberta propositalmente, quem sabe ela se tocasse e me deixasse em paz. Estava com tesão de sexo, joguei minha namorada na cama e levantei seu vestido, abaixei minha bermuda e meti em sua buceta suculenta, porta entre aberta. Percebi que ela estava na porta nos olhando enquanto eu metia com força em minha namorada, ainda mais com tesão por estar sendo observado, embora não quisesse nada com ela. Virei minha namorada de quatro e comecei a comer seu rabo, ela lá, olhando pela brecha, minha namorada gemendo, comecei a masturbá-la enquanto a enrabava, ela gozou bem forte, puxei-a pelos cabelos e gozei em seu rosto, bem na frente da nossa espectadora. Saímos do quarto e voltamos pro churrasco, pouco tempo depois eu estava na piscina com os amigos, ela entrou e me chamou no canto, já estava escurecendo, me disse que queria muito que gozasse em sua cara como fiz com minha namorada, me fiz de desentendido e sai da piscina. Três semanas depois estava no shopping, indo pro cinema, gosto de ver filmes sozinho, e de repente encontrei a minha amiga ruivinha, conversamos, fingimos que nada tinha acontecido e ela me perguntou onde estava indo e disse que iria assistir a um filme, disse que iria também e fomos juntos. Sempre sento no final, ela junto, o cinema não estava cheio, pré-estréia só se for Star Wars!!! Em nossa fileira somente duas garotas. O filme começou e ela pegou em minhas mãos, disse que estava com frio, pouco depois se encostou a mim, mesmo motivo, deixei, mas juro sem segundas intenções. Começou a apertar minha coxa direita, comecei a lembrar do dia na piscina, meu pau ficou duro, ela percebeu, eu estava de bermuda, pegou, não tive duvidas, abaixei minha bermuda, ela começo a me masturbar, peguei-a pelos cabelos e a coloquei a me chupar, as duas garotas olhavam de lado e fingiam que nada acontecia, ela me chupava com força, gozei!!! Coloquei-a em meu colo, beijava-a com frenesi e fui até sua buceta com minha mão, ela pegou na minha mão e me disse pra tomar cuidado, era virgem!!! Senti um frio na espinha na mesma hora, coloquei-a na cadeira ao lado. Abriu suas pernas. Estava de vestido, puxei sua calcinha, me ajoelhei e chupei sua buceta, suguei com força, não levou muito tempo para que ela gozasse, quase arranca meus cabelos. Olhei pro lado e as duas garotas estavam olhando descaradamente, nem parecia mais que existia filme algum. Levantei-me e fui embora, ela me seguiu até o estacionamento, me pediu para que a levasse a um motel, queria ser minha, perder a sua virgindade comigo. Entrei em meu carro e fui embora. Está casada, mas não consigo ficar a sós com ela em lugar algum, ela me come com os olhos, como se faltasse algo!

terça-feira, 24 de março de 2009

Das Vontades...

Tínhamos um caso, e certa vez ela comentou que achava um grande tesão quando via minha arma (de verdade...Hehehe), uma pistola calibre 380 e pensara algumas vezes em ser violentada por aquele objeto de poder. Conversamos sobre isso, rimos um pouco, mas não dei bola e continuamos nossos encontros, quase sempre em seu apartamento, não tinha esquecido do seu desejo, mas sempre tive na cabeça que tudo tem seu momento, a oportunidade perfeita!!! Um dia brigamos pelo telefone, ciúmes dela com minha namorada, ela também tinha namorado, essa era nossa condição, amantes, mas ela teve uma crise de ciúmes porque na noite anterior ambos os casais se encontraram em uma boate, lógico que nem eu conhecia o namorado dela e ela não conhecia minha namorada. Nem imaginava o quanto minha namorada era safadinha, a ponto de me chupar em um canto da boate, mas a vista de várias pessoas, inclusive dela, o que a deixou irritadíssima, a ponto de ir embora. No dia seguinte me ligou i, querendo terminar, disse que tudo bem, mas queria ter um ultima trepada com ela, afinal fode muito e chupa divinamente, menos com pláteia...Hahahahaha. Ficou puta com isso e me mandou se fuder!!! Eu disse que estaria indo para seu apartamento, ela retrucou que nem me deixaria subir, não precisava já era conhecido no prédio. Bati na porta, ela no olho mágico, disse que não abriria, pedi apenas para que abrisse uma brecha que lhe entregaria algo e iria embora, abriu com a correte de segurança, arrombei a porta com um murro, entrei e a peguei pelos braços, com força, fechei a porta, disse iria comê-la e iria embora, ela disse que isso não iria acontecer de forma alguma, prendi seus braços com uma das minhas mãos, a empurrei para o quarto, ela começou a gritar, mandei que calasse a boca, ela estava apenas de camisola, rasguei e a joguei na cama, seus pulsos estavam marcados pelo aperto de minha mão. Ela estava furiosa, me deu um chute, puxei minha arma, coloquei na sua buceta, dei uma tapa em sua coxa, mandei que abrisse as pernas. Esta era a oportunidade que eu estava esperando!!! Sem tirar o pente de munição e com um na agulha penetrei com calma, para não machucar muito, batia nela e a chamava de puta e dizia que toda vez que eu a quisesse comer teria de me dar sem reclamar, pois era minha puta e ninguém a fazia gozar como eu. Não foram mais que dois minutos, ela gozou como nunca, tirei a arma, mostrei que estava com munição e dei mais algumas tapas com força em sua bunda, tirei minha roupa, me masturbei e gozei em sua cara, a beijei e fui embora. Nem preciso dizer que ganhei de presente naquele dia um lindo jantar de velas em seu apartamento, um perfume fantástico, e apesar de estar dolorida transamos a noite inteira.

terça-feira, 17 de março de 2009

Dos Mircs...II

Foi interessante nosso encontro no MiRc, estávamos em um grupo falando de locais fantásticos no mundo, ela começou a falar em alguns locais, os quais eu conhecia e cometei sobre estes, só que ela pensava ser um comentário sarcástico e ficou irritada, me mandou a merda e disse que sentia pena das pessoas que não tinham pelo menos a decência de ficarem caladas e aprenderem, dei uma grande risada e abri um canal direto com ela, dizendo que realmente conhecia aqueles lugares de que não estava sendo sarcástico e mandei alguns arquivos de fotos para ela provando. Desfeito o desentendimento começamos a conversar, cada vez mais, trocarmos e.mails e quando vimos estávamos ligados um a outro, mas nada com relação a sexo, apenas amizade e um sentimento forte de atração. Certo dia, perguntei se não gostaria de me conhecer pessoalmente, ela disse que amaria, comprei passagens para Floripa, cheguei numa sexta-feira, fui até a faculdade de direito, onde estava fazendo um mestrado. Liguei para seu celular e disse que estava no estacionamento, ela pensara que era brincadeira, já a conhecia por fotos, mas quando chegou vi o quanto era realmente linda!!! Cabelos curtos encaracolados, loiros, olhos azuis claros, pele branca-avermelhada pelo sol catarinense, um linda mulher, de deixar qualquer um de queixo caído. Chegou junto ao carro que eu estava, sorriu e me abraçou me dando um beijo forte e longo, saímos, ela me levou para um lugar lindo, um convento no alto de um morro, com uma vista perfeita da Baia da Traição, ficamos ali namorando até escurecer, beijos e muitos carinhos, juras de paixão. A noite foi me apresentar a sua família, irmão, seus pais e uma tia que estava de férias em sua casa, todos já me conheciam através de nossos telefonemas e e.mails. Fomos a um restaurante, todos da família, passamos uma noite maravilhosa, nos beijamos a noite inteira. Despedimos-nos de sua família, ela foi comigo para meu hotel, subimos, ficamos na varanda olhando a ponte que liga a ilha ao continente, beijávamos, comecei a tirar sua blusa, nos olhávamos com paixão, ficamos nus na varanda, fazia frio, sua pele estava toda arrepiada, coloquei-a nos braços, levei para cama, comecei a beijar seu corpo, cada pedaço, levei todo o tempo do mundo, não tinha pressa, queria que aquilo durasse pra sempre. Cheguei a sua buceta, peludinha, cortadinha nas laterias, volumosa no meio, estava com os pelinhos melados, comecei a chupar, sem força, com carinho, ela gemia, dizia que me esperava há tempos, chupava com amor, parava, beijava sua boca com força, chupava novamente, passei um longo tempo nisso, não a deixava gozar, sentia quando estava perto, parava a penetrei. Penetrava com calma, sem pressa, apenas indo bem fundo, tirava todo, colocava novamente, estávamos em êxtase, em sintonia, em harmonia, nossos corpos eram um só, gozamos juntos, me virei com ela, não tirei de dentro, dormimos, ela em cima de mim, foi mágico. Acordamos mais de dez da manhã, ela ainda estava em cima de mim, nos beijamos, quando ela tentou levantar a puxei de volta, a virei de bruços, beijei seu pescoço, suas costas, suas nadegas, suas coxas, pernas, seus pés, me deitei sobre suas coxas, minha boca em seu lindo traseiro alvinho, abrir sua bundinha, cuzinho bem clarinho, ela fechou, dei uma tapa em seu traseiro, com força, a marca de minha mão ficou, mandei relaxar, deixar que eu fizesse o que eu quisesse. Relaxou, comecei a beijar, afastei suas pernas, coloquei um dedo em sua buceta, ainda estava gozada da noite anterior, coloquei outro dedo, chupava seu cu e a penetrava com meus dedos freneticamente, gozou rápido e com tesão louco, se virou e me beijou com força, guiei sua boca até meu pau, ela lambia, beijava, chupava, me beijava!!! Essa história foi longa, até hoje me pergunto por que não estamos juntos, coisas do destino. Quem sabe???

sexta-feira, 13 de março de 2009

Dos Mircs...I

Conhecemos-nos no Mirc, programa da conversação que já fora muito utilizado para bate-papos na net. Ela morava a 120 km de minha cidade, mãe, casada com um coronel do exercito, transferido a menos de seis meses para aquela cidade. Na época utilizava meu nome como Nick, ela se interessou e abriu uma conversação, trocamos longos textos, por dias seguidos em horários definidos, trocamos telefones, marcamos horário de nos falarmos, horário em que fazia um cursinho a noite. Certo dia marcamos um encontro, no shopping de sua cidade, cheguei no horário marcado, ela estava me esperando. Cerca de 38 anos, morena baixinha, seios firmes e de tamanhos proporcionais ao seu corpo, estava de blusão de couro, calça apertada, uma bela morena estilo country. Fomos para um bar, seu marido havia sido chamado para uma reunião em Brasília e só voltaria no dia posterior, conversamos por longas horas, ela com aquele olhar brilhando, falava o tempo todo que se apaixonara pela minha voz na primeira vez que nos falamos ao telefone. Bebemos vinho e conversamos muito, estava louco pra experimentar sua buceta, ela não parecia ansiosa pelo sexo, talvez por ser casada, por estar apaixonada, pelos filhos, não sei, mas minha mente só pensava em chupar sua buceta, que pelo desenho em sua calça parecia ser suculenta. Cerca de onze da noite ela me pediu para que a levasse em casa, pois havia ido pra o shopping de taxi e deixara o carro em casa, saímos e no caminho comecei a alisar suas coxas, ela sorriu e pegou em minha mão, beijou, acariciou e apertou contra suas coxas. Parei o carro no sinal de transito e a beijei, que boca gostosa, beijava muito, desviei o trajeto e fomos para um motel, entramos no quarto, pedi para que se despisse para mim, ela ficou meio tímida, mas depois de alguns beijos e mordidas em seu pescoço fez o que pedi. Corpo pequeno, seios firmes, nem usava sutiã, tão pouco era silicone, corpo torneado, sua pele morena brilhava, suas coxas eram lindas, ficou de calcinha de renda preta, olhei para sua bucetinha, como pôde aquela bucetinha ter tido dois filhos de pato normal??? Peguei-a pela cintura e coloquei em cima da cama, comecei a beijar seu corpo, virava, beijava, comecei a tirar sua calcinha com minha boca, aos poucos, lentamente, parava, beijava mais e votava a retirar sua calcinha, que neste ponto estava completamente molhada. Tirei sua calcinha, deixa-a em pé na cama, comecei a lamber seu corpo todo, dos pés até morder seus cabelos, minhas mãos passeavam pelo seu corpo, apertando aquele corpo durinho, que jurava não ser malhado, por mais que eu perguntasse. Virei sua bundinha em direção a minha boca, abri com as mãos, comecei a cheirar com força, colocando meu nariz em seu cuzinho, estava tomando porre em seu rabo, ela ficou vermelha, disse que nunca fizera aquilo, coloquei minha língua, ela se arrepiou completamente, a deitei na cama, levantei sua pernas, deixei aquele cuzinho arreganhado em minha frente, chupei com força, penetrei com minha língua, ela gemia, escorria um caldo de prazer de sua buceta, o qual eu lambia com muito tesão e empurrava em seu cuzinho com minha língua. Abaixei sua pernas, tirei minhas roupas, cheguei ao lado dela e coloquei meu pau duro e melado em sua boca, beijou com se fosse um boca, me chupou com tesão, quase gozei, para me segurar me voltei para sua bucetinha, linda, pêlos bem cortados, raspadinha nas laterais, comecei a chupar, acho que não levou mais do que 60 segundos para que gozasse, tremeu muito, apertava seus seios com força e tremia as pernas, abri suas pernas, penetrei com força, meti com rapidez e força, gozei forte, enchi sua buceta de porra, ela ainda tremia, olhei em seu olhos e a beijei, ficamos conversando, ela nua deitada em cima de mim, eu alisava seu corpo, ela fazia planos para nós, dizia que queria se separar, pois a vida com seu marido era muito ruim, ele a tratava como um poço de porra, a comia todos os dias, mas não fazia sexo, apenas a penetrava e gozava, fazia tempo que não sentira um orgasmo que não fosse com seus dedos e alguns objetos que utilizava como companheiros. Deixei-a em casa, era tarde, tinha filhos. Durante uns três meses pelo menos uma vez na semana eu a visitava, todos os dias me mandava fotos de sua bucetinha, de seu rabo, de seu corpo. Seu marido um dia entrou em seu computador, descobriu os e.mails, me mandou um e.mail dizendo que esquecesse sua mulher, caso contrario ele iria me matar, não liguei, ela me mandou um e.mail dizendo que seu marido pediu transferência para outra região do país e que não mais nos veríamos, mas que nunca esqueceria de nossos momentos de paixão e eu nunca esqueci aquela moreninha.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Bebia o vinho olhando a noite...

Estávamos tendo um caso já a algum tempo, minha branquinha de corpo lindo, cabelos loiros encaracolados, seios rosa, bucetinha branca e poucos pelinhos bem feitos e apetitosos como sempre. Precisei fazer uma viagem na sexta-feira pela manhã e a convidei, conseguiu dispensa no trabalho, onde a conheci e prestava acessória. Seguimos pela manhã, fomos pela praia aproveitando o visual, como só precisaria dar entrada em uma documentação na parte da tarde fomos sem muita pressa, parando e aproveitando a fantástica paisagem. No caminho pegamos uma balsa e atravessamos para uma praia deserta e subimos em uma duna, ficando com um visual fantástico da praia ao longe. Saímos do carro, e ficamos admirando o belo visual, enquanto abraçava ela por trás me deu um tesão louco de transar ali mesmo no meio do nada com aquele visual, era quase meio dia, o sol forte e o vento refrescante, levantei sua saia e me abaixei por trás, tirei sua calcinha, abri sua bundinha e comecei a lamber seu rabo quente, ela puxou meus cabelos com força com seus braços virados e seu rosto ao sol. Penetrava com minha língua, seu rabinho estava apetitoso, me levantei e meti meu pau, ficamos no vai e vem, ela empinava mais e eu estocava em sua bundinha e mordia seu pescoço com vontade, sua pele branca estava vermelha do sol, seu pescoço todo encaroçado da minha barba pra fazer, seus seios em minhas mãos...penetrei com mais força e gozei em sua bundinha, enchi seu rabinho de gozo e prazer com um mar azul ao longe. Puxei ela com força e a jóquei no capô do carro, ficou com sua buceta em minha cara, queria agora que ela gozasse, então fiz o que mais gosto, chupar uma buceta...o vento trazendo a areia da duna, soprando em nossos rostos, o sol forte, ela gemendo naquele capô quente, suguei sua buceta com força e paixão, ela tremeu, puxou meus cabelos, arrancou alguns, espremeu minha cabeça em sua buceta, gozou forte e gostoso. Entramos no carro e seguimos viagem, em direção ao Hotel para um banho e um bom peixe com camarões. Depois do almoço fui resolver meus negócios e ela ficou dormindo, retornei no fim do dia, ela ainda dormia, tomei um banho e a acordei, não iríamos sair a noite, pois o sábado já tinha feito uma grande programação e descemos para o bar do hotel, que estava lotado, queria beber um pouco e ela jantar. No bar começamos a beber, notei que na mesa ao lado havia um grupo de paulistas com nossa faixa etária e um dos caras não tirava o olho da minha galeginha, de vez enquando pegava ele olhando com gosto. Quando o paulista levantou para ir ao banheiro fui atrás, no banheiro perguntei por que ele estava olhando tanto pra minha garota, o cara tremeu, da minha estatura, 1,80m, mas com corpo mediano, poderia quebra-lo com um bom murro...Ele gaguejou e pediu desculpas, interrompi e perguntei se ele não gostaria de comer minha loirinha, ficou mais nervoso ainda, disse que se quisesse quando nós subíssemos desse uns quinze minutos e fosse para o nosso quarto e levasse camisinha. Voltei pra mesa, ele ficou no banheiro, ainda digerindo a história, acredito eu. Quando voltou pra mesa ficou meio sem jeito, não o peguei olhando mais, achei que iria correr da brincadeira e fiquei bebendo um chope bem gelado enquanto minha loirinha degustava uma caipirinha com petiscos, ela estava tão linda e com um ar de safada!!! Subimos, no quarto a joguei na cama e comecei a tirar sua roupa, chupando sua buceta e passando minhas mãos pelo seu corpo, ela querendo tirar minha bermuda e eu não deixei, peguei um lenço de seda que ela gosta e amarrei seus olhos, ela me perguntou o que iria fazer e disse que estava esperando chegar uma pessoa que iria come-la na minha frente, ela começou a rir e disse que eu era louco e lembrei a ela que por várias vezes avia me presenteado com noites deliciosas com outras mulheres e que esta noite lhe daria duas rolas pra fode-la com gosto. Batidas na porta, como todo hotel o corredor até a porta, banheiro no lado esquerdo de quem entra e o quarto grande com duas camas de casal e uma varanda ao fundo. Mandei ele entrar, minha galega estava deitada, de pernas abertas, receptiva e enlouquecida, ele foi logo tirando a roupa e já ia metendo o pau em sua bucetinha, mandei ele parar, disse que colocasse a camisinha primeiro, ele meio sem jeito pegou na bermuda, que havia jogado no chão... Penetrou com rapidez e fúria...pensei que iria gozar rápido, pois estava muito louco de tesão, disse para ir mais devagar, minha loira só gemendo, não falava nada...fiquei observando um pouco e tirei minha roupa, cheguei na cama, me deitei, mandei que ela subisse em mim, penetrei em sua buceta ensopa e mandei que ele enfiasse no cuzinho dela, de uma vez, do jeito que minha putinha loira gosta...ela deu um grito de prazer, gozou com força, sentia sua buceta apertar meu pau e soltar...ela estava gozando, mandei ele socar com força, o cara deu um gritinho, juro que fiquei desconfiado, e gozou tendo tremedeira na perna, quase caiu da cama, minha lorinha ali, gozada e cheia de tesão, mandei ele pegar as roupas, e sair do quarto, ele pediu pra ficar e observar, mandei sentar na outra cama e comecei a meter na minha loirinha com força, ela em cima, virei ela de costa e meti em sua bucetinha por trás, freneticamente, suava e metia com rapidez e força, ela gozou novamente, olhei pro cara e ele babava de tesão...peguei meu pau e coloquei minha lorinha pra chupar, o que ela fez com muito amor e safadeza e o cara só observando com tesão, quando derrepente pediu pra me chupar, eu já estava desconfiado desde do gritinho do gozo, na hora me veio na cabeça em bota-lo pra fora, mas queria fazer um susto, me levantei, passei com meu pau duro esfregando em sua cara, quase que abocanhava, fui na mesinha, peguei minha arma e mandei sair do quarto com as roupas nas mãos, coisa que fez em uma velocidade tão grande que o Flash ficaria com inveja...Hahahahaha, fiz isso só pra judiar, não iria fazer nada, apenas rir u pouco... Peguei minha loirinha e ficamos rindo daquela situação, ela apenas com o áudio do ocorrido, pois os olhos ainda estavam vendados, e eu falando da cara que ele fez quando viu minha arma e não era a que ele queria abocanhar... Hahahaha... Pedi ao hotel uma garrafa de vinho e fomos para a varanda, bebia o vinho olhando a noite e escutando o mar, enquanto minha loirinha me chupava até gozar!!!! Aquela noite nos fez passar o sábado rindo e transando, pelo tesão e pela diversão!!!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Das transas com platéia (2).

Tínhamos terminado o relacionamento, mas ainda não o nosso tesão pelo sexo um com o outro e toda semana nos encontrávamos para boas tardes e noites de sexo e muito prazer. Ela morava em um apartamento, décimo primeiro andar, de frente a varanda, do outro lado da rua a mais ou menos uns 50 metros existia outro prédio alto. Nossas brincadeiras sempre eram no quarto, ligava dizendo que estava subindo, já tinha minha vaga na garagem, ela deixava a porta aberta e fica nua na cama me esperando, sempre de bundinha pra cima, sabia que eu era tarado pela bunda de pêra dela. Linda, pele macia, corpo perfeito e um traseiro de me enlouquecer. Passávamos horas naquele quarto, às vezes tinha saído do apartamento algum namoradinho que ela estava curtindo no momento, o que me deixava com mais tesão! Normalmente já entrava nu no quarto, a minha roupa ficava pela sala e já ia colocando meu pau na boquinha dela, e que boquinha, não tive outra boquinha tão pequena e gostosa como aquela me chupando, chupava com tesão, gostava de pegar uma rola e chupar, morder, lamber e engolir até sua garganta...chupava muito aquela boquinha!!! Certa vez após transarmos fomos tomar um banho, adoro dar um banho, acariciar uma mulher debaixo do chuveiro, passar uma esponja por todo seu corpo, um sabonete sedoso, sempre esfregando meu pau em sua pele, isso me deixa com muito tesão e realizado por estar cuidando de quem me dar prazer. Saímos do banheiro, eu nu, ela de roupão, fomos até a cozinha beber água e quando ela se abaixou para pegar algo na geladeira e o roupão, bem curtinho, subiu, fiquei de pau duro imediatamente e a peguei por trás, esfreguei meu pau em seu rabo lindo, ela remexeu, peguei-a e joguei em meu ombro, levando pra sala, coloquei-a de quatro na poltrona e comecei a comer sua bucetinha por trás, bucetinha mesmo, pois sempre teve uma bucetinha apertada e apetitosa. Meti com força e com gosto, depois a virei de frente, abri suas pernas e chupei seu sexo, ela adora gozar sendo chupada e injetar seu gozo na boca...chupei até ela tremer toda de tanto gozar e a coloquei pra me chupar, chupando com gosto e tesão, que boquinha!!! Gozei em seus pequenos seios, com força e a beijei, nos levantamos para mais um banho e foi quando olhamos pra varanda, que estava aberta e tínhamos um publico observando no prédio do outro lado da rua, rapidamente contamos dois apartamentos com homens na varanda e um com uma mulher com os dedos dentro da calcinha, isso sem prestar atenção nas janelas dos quartos...ficamos com um tesão enorme, ela mesmo estando um pouco tímida com a situação, ficou com tesão e começamos a brincar na frente da nossa platéia. Coloquei de quatro, a penetrava com meus dedos, chupava seu gozo, rasgava aquela apertadinha, ela dizendo que aquilo era uma loucura, os outros olhando e eu dizia que abrisse mais as pernas, pois alguém poderia estar de binóculo só observando seus detalhes, sua buceta, seu rabo lindo e continuávamos a brincadeira. Coloquei meu pau em seu rabo, aquele rabo sempre foi difícil de se penetrar, apertado, forte o bastante para morder meu pau com gosto e dor, ela rebolava feito louca, de dor e prazer, e se masturbava com dois dedinhos, entrando e saindo se sua buceta e massageando se pinguelo. Apertava seus seios pequenos, minhas mãos os engoliam, nossa platéia só observando, um dos homens não resistiu e começou a se masturbar, mostrei pra ela, foi ao delírio, agora não éramos apenas observados, estávamos observando!!! O tesão foi grande naquela tarde, mas nunca mais repetimos. Ela se mudou uns 30 dias depois, foi pra um prédio sem vizinho de frente.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Das transas com platéia (1).

Havia ido a uma fazenda de um conhecido, próxima a uma pequena cidade, com o intuito de ver um equipamento para adquirir. Após algumas horas de conversa e negócios resolvidos, me preparei para ir embora, foi quando o conhecido me pediu para dar uma carona a sua esposa até a cidade. Já a conhecia de algum tempo, na verdade já tínhamos flertado algumas vezes, mas nunca uma oportunidade como esta, até porque o marido é muito ciumento. Morena com vinte e tantos anos, mãe de quatro crianças, seios pequenos, corpo esbelto, bundinha pequena, olhar de safada, tanto quanto o meu. Na frente do marido e demais pessoas, impunha respeito, todos que a conheciam achavam uma mulher fechada e sem muitas palavras, mas eu sentia que não era assim, seu olhar exalava tesão. Disse que não haveria problema algum em dar carona, lógico!!! Mas comentei que teria de sair naquele momento, uma vez que estava atrasado e perguntei se sua esposa tinha medo de velocidade, pois iria correr um pouco, ele disse que não tinha problema e a chamou. Ela veio com uma calça justa, mas composta, pouca maquiagem, nem precisava, um perfume doce, agradeceu a carona e entrou no carro. Seguimos pela estrada, e logo após a porteira da fazenda deu um sorriso no carro e disse que não acreditava que o marido estava a deixando ir em um carro com outro homem que não fosse ele, pois é muito ciumento, mas como estava a contar o dinheiro da transação esqueceu do mundo. Dei uma risada, olhei para ela com cara de safado e disse que tinhas um rosto lindo, não era linda, bonita sim... Disse que também tinha olhar penetrante, ela sorriu e disse que eu tinha cara de safado, sorriso de quem não presta. Dei uma risada forte, coloquei minha mão em sua coxa e apertei dizendo que não só tinha cara de safado, mas mãos, bocas e pau de safado e botei minha mão em sua buceta por cima da calça. Ela se esticou no banco e baixou as calças, que bucetinha linda, poucos pelos, bem cortados, pinguelo grande e protuberante... Nessa hora quase que subo em um barranco. Meti dois dedos em sua buceta, completamente molhada, e dirigi feito um louco procurando um lugar pra enfiar o carro. Estávamos a uns 10 km da casa da fazenda, região de canavial, achei uma estrada de extração, ou seja, como não estava na colheita não teria movimento, entrei com o carro, parei, abaixei minha calça, coloquei o pau pra fora, puxei-a pelo pescoço e coloquei sua boca em minha rola melada. Chupou-me gostoso e com força, meus dedos em sua buceta... Abri a porta do carro, puxei aquela garota pra cima de mim, baixei meu banco e a coloquei pra cavalgar em meu pau, retirei sua blusa, apertava aqueles seios pequenos, e naquela empolgação não percebemos um grupo de lavradores chegando, ficaram na espreita, só observando, pelo menos não estavam ali quando chegamos. Queria comer seu rabo, desci do carro, mandei que saísse e se apoiasse no banco, empinando seu rabinho pra fora, enfiei meu pau e comecei a fuder com gosto, quando olhei a frente, pela outra porta que estava aberta, percebi de quatro a cinco pessoas na cana observando, meu pau ficou mais duro ainda, meti com força, tirei de seu rabinho e meti na sua buceta por trás, meti até aquela safada gozar gritando meu nome e me dar uma tapa na cara com força e me chamar de tarado... Nisso, os caras já estavam loucos, só via as mãos se movimentando... Ela escutou um barulho e olhou ficando assustada, querendo sair o mais rápido dali, a segurei, e disse que ainda não, pois iria encher sua boca de porra enquanto os caras se punhetavam pra ela, se abaixou e começou a chupar minha rola melada de seu gozo e quando comecei a gozar ela tirou da boca e esfregou em seus peitinhos. Que gozada gostosa, um misto de prazer, tensão e medo do que poderia acontecer.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Mudamos o rumo da conversa...(Segunda experiência)

Quatro horas da tarde, dia bonito, céu limpo, brisa do mar e um típico dia de verão. Como gosto muito de vento, estava dirigindo de vidros abertos, som alto, celular no silencioso, não gosto de falar ao celular enquanto dirijo, e de repente para ao meu lado um veículo Van, daquelas de sete lugares americana, muito bonita, vidros com películas escuras e sem a menor possibilidade de se ver quem dirigia, mas até ai tudo bem, como na avenida possuia muitos sinais, todos eles aquela van parava ao meu lado, certamente olhando, escutando, não sei, mas certamente era atenção pra mim ou pro meu carro. Em um sinal fiquei encarando o vidro do carro, já que não via nada, ai o vidro começou a baixar, a van estava a esquerda do meu carro, uma mulata linda, sinceramente linda, cabelos longos e rosto afilado, simplesmente colocou o rosto pra fora, se projetando pela janela, meu carro era alto, olhando pra dentro do meu carro, para mim, picou os olhos e me disse que era louca por homens fortes e com cara de malvados e safados...dei uma risada, mas não tive duvidas, disse que parasse no posto de gasolina na próxima rua a direita e segui pro posto. Aquela mulata tinha uma cara de safada!!! Desci do meu carro, tranquei, fui direto para o bombeiro na pista e peguei uma nota de R$ 50,00, rasguei no meio e entreguei a metade, disse que não me incomodasse que receberia o restante logo. Ela parou ao lado do meu carro, cheguei e abri a porta, me deparei com aquela mulata linda, vestido curto preto, pernas de fora, que pernas, a pele brilhava, seu rosto safado me deixou louco, ficava me olhando de cima a baixo e dizendo que eu era muito gostoso que amava homens fortes, parrudos, alisou meu peito, abriu os botões de minha camisa e olhou meu peito, mordia os lábios!!! Mandei que fosse para a parte de trás do carro, entrei, fechei a porta, mandei que sentasse e levantasse as pernas, gostosa, sem calcinha, me ajoelhei e comecei a chupar sua buceta cheirosa, tinha colocado algum perfume bem suave. Chupava freneticamente sua buceta e cada vez mais molhada, coloquei dois dedos dentro, mexia e chupava, ela começou a me chamar de tarado, sussurrava o tempo todo que eu era tarado, safado, que estava violentando e que tinha de respeitá-la, pois era casada e só transava com outros na frente do marido e enquanto dizia isso empurrava minha cabeça na sua buceta...meu pau estava rasgando minha calça, estava de calças jeans e estava começando a doer...foi quando ela gritou!!! Deu um berro dentro do carro, na hora me preocupei com o pessoal do posto, mas nem por isso parei de chupar aquela mulata gostosa....começou a tremer, quase esmaga minha cabeça em sua buceta encharcada...gozou!!! Sua buceta estava bem vermelha, contrastando com sua pele mulata, latejava, deixei minha língua dentro para sentir a pulsação de seu gozo...meu pau estava doendo, abaixei a calça, sentei no outro banco e ela se ajoelhou, foi me chupar e não deixei, disse que queria uma punheta, começou a me masturbar...mais e mais forte, sabia pegar em uma rola aquela mulata safada!!! Apertava e soltava, mexia e remexia...tirei a sua mão e peguei no meu pau, queria terminar eu mesmo, queria gozar na cara dela, e ela ajoelhada na minha frente, me masturbei com força e comecei a gozar...gozei no vestidinho dela e em seu rostinho afilado e lindo...puxei-a e mandei lamber meu pau, queria ele limpo...a safada me lambeu todo, não deixou nenhum vestígio...olhei pra ela e disse que era a mulata e uma das mulheres mais bonitas que já tinha visto, ela sorriu e disse que seu marido dizia a mesma coisa...pediu meu celular, disse que não...desci do carro, ela foi para o banco da frente, abaixou o vidro me soltou um beijo e saiu...entreguei a outra metade da nota pro bombeiro, o cara tava enlouquecido só de imaginar e era um sorriso daqueles!!! Mas essa história não termina assim. Isso aconteceu em uma quarta-feira, e no sábado fui ao clube onde meu pai é sócio e todo sábado se reúne com os amigos do hobby dele e lá pelas tantas chega um alemão em uma van, igualzinho a da mulata, o cara desce e vem cumprimentar o pessoal na mesa e a meu pai, que me apresenta como um amigo e começamos a conversar, uns vinte minutos depois para uma Mercedes esportiva junto da van e desce quem? A mulata, sim, e ela veio direto para nossa mesa e sentou no colo do amigo do meu pai, nessa hora meu pai tinha indo buscar alguma coisa pra mostrar e a mulata olhou pra mim e disse oi, respondi oi e ela abriu o maior sorriso, virou para o marido e disse que eu era o tarado que a havia chupado durante a semana...Hahahaha, nem preciso dizer que fiquei gelado, o cara tinha pelo menos 1,90m em torno de 50 anos e muito forte, além de ser amigo do meu pai...ele me olhou e disse que da próxima vez somente se ele estivesse junto, me deu um cartão de sua empresa e disse que ligasse, pois gostaria de me ver chupando sua linda esposa!!! Meu pai chegou e mudamos o rumo da conversa.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Das ligações erradas...

Sempre disseram que tenho uma voz bonita, forte e que transmite um ar de safado ao telefone. Estou comentando isso porque estava lendo uns dos blogs que acompanho e lembrei de uma história bem interessante sobre telefonemas, primeiramente quero dizer que não gosto de ficar horas ao telefone, prefiro um bom e.mail, mas existem momentos em que precisamos falar e esse foi um desses. Tinha um celular de trabalho e certa vez me liga uma garota, ligação errada na verdade, mas logo depois liga novamente, disse que gostado de minha voz e perguntou se poderíamos conversar um pouco, na hora não estava ocupado e disse que sim e começamos a conversar. Na época tínhamos a mesma idade, vinte e poucos anos, e fomos conversando sobre trabalho, nossas vidas, falamos de nossos namorados, ambos estávamos comprometidos, aliás, coisa que sempre estive depois dos dezenove anos, quando vi que estava na hora de namorar uma garota da minha idade e ter uma vida social com minha família e amigos, já que desde 15 anos só namorava mulheres acima dos 30 e normalmente casadas. À noite a garota me ligou novamente, esta hora já estávamos em casa, começamos a falar sobre músicas, descobrimos alguns cantores em comum, coloquei uma música no som e continuamos por um longo tempo, em determinado momento perguntei o porquê ela tinha gostado de minha voz, me respondeu que era gostoso me escutar falar que o meu jeito de conversar a fazia imaginar coisas, neste momento perguntei se ela tinha curiosidade de me conhecer, disse que namorava há alguns anos e que não achava certo, mas não estava conseguindo tirar minha voz de sua cabeça. A sua voz também é linda, ela me deixa excitado, comentei...ela parou por alguns segundos de respirar e suspirou, perguntei o que acontecera e ela disse que tinha certeza que eu não chegava a metade da excitação que sentia ao falar comigo. Dei uma risadinha, ela perguntou o que foi, estou com meu pau duro em minha mão direita, ela me disse que já estava com dois dedos dentro de sua bucetinha...dai em diante só escutávamos suspiros de ambos, palavras safadas e sons de sexo!!! Gozei primeiro, ela perguntou se tinha sido muito, disse que o suficiente para banhar seu corpo, ela me disse que estava quase gozando, e que estava com três dedinhos em sua bucetinha ensopada... Gozou!!! Mandou-me um beijo gostoso, me disse que sonhasse com ela e desligou. No meu celular estava registrado um numero residencial, liguei para um amigo, na mesma noite, trabalhava na companhia de telefonia e pedi o endereço, disse-me que no outro dia providenciava. Dia seguinte, hora do almoço, estava me dirigindo pro centro da cidade, dia chuvoso, meu celular toca, aquela voz, agora já falando gemendo, me disse que estava no trabalho, não saiu pra almoçar, estava só e pensando em minha voz e de como gozou na noite anterior, perguntou onde eu estava, disse que dirigindo, me falou que estava de sai curta e sem calcinha, sua buceta estava pedindo seu dedinhos...parei o carro na avenida, local pra estacionar, chovia lá fora, abri o zíper, peguei meu pênis, já estava molhado!!! Disse a ela que iria me masturbar ali no carro e queria que ela fizesse o mesmo em seu trabalho, começamos a brincar...estava completamente excitado, duro, ela me disse que tinha uma peça de bronze em sua mesa que lembrava uma rola, me disse que iria colocar em sua bucetinha, disse-me que enfiara de uma só vez e que tremeu de tesão, pedi para que colocasse em seu rabo, ela disse que não, mas que colocaria um dedinho, o objeto era muito grosso e seu rabinho nunca foi explorado antes a não ser pelo seu dedinho. Gozei!!! Simplesmente melei o painel e o pára-brisa do carro, contei pra ela, foi quando escutei um barulho forte, alguns segundos de silencio e então me disse que havia caído de sua cadeira, rimos... ela teve de desligar, os colegas de trabalho estavam voltando. A noite meu amigo me liga, me entrega o endereço...nós havíamos combinados de somente ela me ligar, não ligou aquela noite, era sexta-feira, sai de casa e deixei o celular, iria sair com minha namorada. No sábado me liga às 9:00hs, minha namorada dormindo na minha cama, atendo no banheiro, ela disse que queria gozar, pedi 1 hora pra ela, me disse que sim e me ligaria em 1 hora...deixei um recado com meus pais para minha namorada, ainda morava na casa deles, disse que precisava resolver um problema de trabalho e com o endereço na mão fui direto para a casa dela, me ligou, estava dentro do carro estacionado em frente a sua casa...perguntou se podíamos falara agora, disse que poderíamos fazer melhor, que estava em frente a sua casa e que gostaria de ser o primeiro a explorar seu rabinho com uma rola...ela ficou paralisada por alguns instantes e me perguntou se era verdade...disse para sair, ela sem graça foi ao portão, abriu, estava de camiseta branca com um desenho do Pateta, sem calcinha, deu pra perceber quando analisei seu corpo com um olhar rápido, vi também que tinha uma aliança de noivado em seu dedo...me olhou também, pegou em minha mão e disse que entrasse rápido pois seus pais foram ao mercado e seu namorado iria almoçar em sua casa, eram 10:00hs da manhã...no caminho entre portão e a porta da casa peguei-a pelos braços, joguei em cima de meu ombros, entrei em uma casa que não conhecia e fui para o primeiro quarto que vira, ela disse que não, era o quarto de seus pais, a joguei na cama assim mesmo, a virei de costas, tirei minha bermuda, coloquei meu pau duro no meio de suas pernas, subi, encontrei uma buceta molhada, ensopada, encharcada!!! Juro, quase gozo!!! Falei em seu ouvido, a chamei de puta, ela gemeu, desci e dei uma tapa forte em seu traseiro, estava completamente travado, ela relaxou, abri sua bundinha penetrei seu rabo com minha língua, lambia de sua buceta pro seu rabo, levando aquele caldo, deixando-o bem lubrificado...coloquei um dedo, mexi pros lados, chupei seu ânus novamente, estava se abrindo aos meu beijos e chupadas, ela gemia, rasgava os lençóis com suas unhas, se contorcia, segurei meu pau com minha mão direita, mirei em seu cuzinho, fui aos poucos, ela travou com cabeça, beijei seu cangote, mordi sua orelha, ela relaxou, continuei a penetrar, bem lentamente, retirava um pouco e depois voltava, eu estava quase gozando!!! Ela foi relaxando, então comecei a penetrar aquele cuzinho apertado, ela tinha uma bundinha bem magrinha, por isso estava recebendo uma rola dura e em toda sua extensão dentro do seu rabinho...penetrei com movimentos contínuos e leves, depois mais fortes, ela já estava curtindo, comecei a estoca-la com mais força e velocidade foi ai que gozei, gozei muito!!! Ela ficou uma agonia, queria ir ao banheiro, estava sentindo vontade de colocar aquilo tudo pra fora, segurei na cama, fechei seu rabo, beijei suas costas e a acalmei. Quando ficou mais calma abri seu rabinho, ele latejava, coloquei um dedo, estava pegando fogo, quente, muito quente...peguei sua buceta e comecei a chupar, ela estava em transe, acho que sentia dor e prazer ao mesmo tempo, me olhava com uma carinha de menina querendo carinho, chupei sua bucetinha, bem raspadinha e encharcada...ela começou a pressionar minha cabeça, puxou meus cabelos com força, eu a chupava, ela gozou, tremeu, parecia que estava tendo uma ataque epilético, quanto tesão!!! Olhou pra mim e me pediu para levá-la ao banheiro nos braços, pois suas pernas estavam tremendo, coloquei-a no vaso, começou a botar toda a minha porra pra fora...confesso que fiquei excitado com a cena, mas ela não agüentava mais nada!!! Beijei sua boca, deixei-a ali mesmo, sentada no vaso, peguei minha roupa, vi no caminho pra porta que em um outro ambiente havia peças de enxoval de casamento, abri o portão e fui embora...nunca mais me ligou!!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Me virou de costas...

Saímos de Paris em direção a Antwerpia, cidade portuária da Bélgica, no carro estávamos eu, Jean Marc, Marie Claire e sua secretária Michelle. Chegamos à tarde no porto de Antwerpia e fomos classificar os lotes de matérias que haviam chegado no dia anterior, direciona-los para os devidos clientes e no meu caso fazer a classificação quanto a qualidade dos produtos. Após algumas horas de trabalho fomos jantar é um belo restaurante, pequeno, aconchegante e de comida fantástica e aproveitamos para degustar algumas garrafas de vinhos e jogar conversa fora. Como no outro dia era feriado na França, não tínhamos pressa em voltar cedo e entramos pela noite, saímos do restaurante, e fomos passear um pouco pelas ruas antigas dessa linda cidade. Determinado momento entramos na rua do comercio sexual, vitrines com belas mulheres semi-nuas, cartazes das boates, valores dos programas. Na rua ficavam os travestis e garotos de programa, ale dos traficantes, nos abordavam oferecendo um leque enorme de drogas, nessa hora lembrei de Strasbourg, que é o lugar de maior concentração de vendedores de drogas que já tenha visto. Aquele clima erótico na rua, o vinho na alma, comecei a olhar para a Michelle, branca, quase 1,80, acho que uns 40 anos de idade, muito bonita, embora tivesse um ar autoritário, mas que foi contornado pelo vinho, ela deu umas olhadas, brincou comigo, perguntou se não queria entrar em alguma casa de prostituição e pegar uma mulher, e que ali teria uma variedade enorme para escolher, asiáticas, africanas, brasileiras, escandinavas e de onde quer que eu pensasse. Respondi que não, pois sou do tipo que gosta de conquistar e que meu objetivo era outro. Andamos mais um pouco pela cidade e fomos para o Hotel, cada um com seu quarto, todos no mesmo corredor, e quando demos boa noite disse que ficaria esperando por ela (em tom de brincadeira e para todos escutarem). Tomei um banho, fui apreciar a vista noturna pela janela, fechada, afinal lá fora estava em torno de 10 graus negativos, e comecei a pensar na Michelle, deitei e comecei a me masturbar pensando naquela francesa alta e de ar autoritário, fiquei imaginando como ela iria ser perversa comigo e de repente uma batida na porta, levantei da cama já imaginando a cena, nem coloquei uma roupa, fui nu e com uma bela ereção!!! Abri a porta, Marie Claire olhou pra mim e perguntou se eu estava esperando por alguém, sem tirar os olhos do meu pênis, disse que estava esperando alguém para terminar o que tinha começado e ela me perguntou o que era, peguei sua mão e a fiz pegar no meu pau completamente duro e latejando, a porta ainda estava aberta, ela ainda do lado de fora e começou a me masturbar, entrou, fomos pra cama, ela sentou e começou a me chupar. Esperava Michelle, mas pra minha surpresa veio sua chefe, Marie Claire, chegando aos cinqüenta anos, meio fofinha, branca como leite, cabelos curtos e bem loirinhos, seios fartos e bicos rosados, minha primeira buceta de pelos lorinhos, estava bem peluda, tipo aquelas mulheres da Playboy anos 80. Ela chupava com tanto carinho, um misto de boca e mãos, me masturbava gostoso, sabia como pegar, com apertar, soltar, girar...uma boca macia e experiente!!! Pediu para que apertasse seus seios com força, então a mandei sentar em pau e ficava metendo enquanto apertava seus seios, puxava-os com força, mordia, beliscava, ela estava ficando louca de tesão, puxou minhas mãos, mandou que eu me virasse, ficando de bunda pra cima, estranhei, pegou sua buceta peluda e colocou em meu traseiro, abriu com as mãos e senti sua buceta gordinha no meu rabo, ela começou a se mexer, freneticamente, puxava seus seios com força e fazia como se estivesse me penetrado com aquela buceta, fiquei assustado no inicio, mas depois gostei daquela situação, e ela me enrabando, gemendo, e mexendo, então ela meteu as unhas nas minhas costas e gozou, tremia e parecia que queria entrar com seu corpo em meu rabo!!! Quando tirou suas unhas de minhas costas a virei, tentei chupa-la, queria sentir o gosto de seu gozo, mas ela estava tremendo e empurrava minha cabeça pra longe de sua buceta, então penetrei aquela buceta encharcada, comecei a meter, ela estava mole, me pediu alguns minutos, eu disse que não, pois estava excitado de mais para parar, então ela pediu para que a deixasse me masturbar, pois queria ver meu gozo saindo, deixei, foram longos minutos de masturbação, quando ela percebia que eu iria gozar ela apertava meu pênis e parava, eu já estava subindo pelas paredes e ela brincando com meu pau. Gozei, foi um jato forte que bateu em seu rosto, ela continuou me masturbando, fez sair tudo e começou a lamber minha barriga, lamber meu gozo, chupar meu pau latejante, me deixou completamente limpo. Se deitou em cima de mim, me beijou, transamos e nos divertimos a noite inteira, me mostrou o quanto uma mulher experiente pode dar prazer e sentir prazer...foram outras e outras gozadas, eu só gozei novamente quando o dia estava amanhecendo, tomamos um banho, ela foi pro seu quarto trocar de roupa, pois havíamos marcados de com os demais de nos encontrarmos no hall do hotel às 8:00hs para seguirmos de volta a Paris. Bem, voltei tirando uns cochilos, ainda bem que não estava dirigindo, ela, dormiu a viagem inteira. Pena que não viajamos mais juntos, e na cidade era inviável, ela era casada.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Prestar mais atenção ao lado...(Primeira experiência)

Era uma segunda-feira, quase meio dia, um dia relativamente agradável para um verão, tanto que estava com os vidros do carro aberto, gosto de não usar o ar-condicionado, nada como a brisa de uma cidade rodeada por águas e um mar com 28 graus de temperatura média. Estava em uma avenida movimentada, som ao máximo, provavelmente ao som de Pink Floyd ou Dire, não lembro, quando percebo que um veículo vermelho ao meu lado está deixando o transito andar para não deixar de estar ao lado...pensei, mas um fã da música que escuto, olhei, era uma mulher bonita, na faixa dos 35 anos, eu com vinte e poucos, ela com cabelos pretos, lisos estilo Chanel, branca e lábios volumosos, me olhou e sorriu. Mas a frente continuávamos ao lado, diminui o som e perguntei se ela estava gostando do que escutava, me respondeu que estava gostando do que via, literalmente olhei pra ela e jóquei meu celular em seu carro, estava com outro, da empresa, liguei para meu celular e pedi para que parasse, ela me disse que estava atrasada, mas que se eu quisesse meu celular de volta a ligasse no outro dia para almoçarmos, pedi apenas que o desligasse e que só ligasse novamente no outro dia, quando estivesse se dirigindo para a o restaurante que eu determinara. No dia seguinte nos encontramos em um restaurante a beira mar, conversamos a tarde inteira, saímos do restaurante e nos despedimos, mas marcados para jantar no dia seguinte em um pequeno restaurante que ambos conhecíamos e gostávamos, descobrimos durante nossa conversa. Na noite seguinte eu já estava imaginando como seria beijar aquela boca carnuda, até então muita paquera, mas nada comprometedor, e a noite foi passando regada a cerveja, é raro uma mulher tomar cerveja, a preocupação com o corpo as impede de degustar tão saborosa bebida milenar. Estávamos no estacionamento do restaurante, olhei pra ela e sugeri irmos ao Motel X, ela sorriu e perguntou por que iríamos para o Motel X, claro que essa pergunta não era em referencia ao motel e sim o porque de irmos a um motel...Me fiz de desentendido e disse que era o único capaz de caber seu carro e minha suv na garagem, ela sorriu novamente e me perguntou agora por que iríamos a um motel e respondi que queria sentir aqueles lábios carnudos me chupando!!! Ela me perguntou se alguma vez na minha vida uma mulher tinha me chupado e engolido minha porra, respondi que até aquele dia não, mas mesmo que sim teria dito que não. Ela sorriu novamente e me deu um beijo forte e praticamente engoliu minha boca, parou e disse que iria me chupar até encher sua boca e que não deixaria uma só gotinha em meu corpo, deu as costas e entrou no em seu carro. Seguimos para o motel, entramos no quarto e ela me mandou tirar a roupa, se abaixou, começou a me chupar e me masturbar, os cabelos negros e curtos batiam em sua nuca, sua mão delicada quase flutuava em meu pau, mas sua boca era forte, lábios grossos, sugava com vontade e alternava em lambidas delicadas...Eu estava louco pra tirar sua roupa, joga-la na cama, mas não me deixou, ali mesmo me fez gozar, esporrei com força e volume, ela apertava minha bunda, puxava contra sua boca, senti suas unhas rasgando minha pele, como iria explicar a minha namorada aquelas marcas em meu traseiro??? A empurrei, não agüentava mais gozar, estava dando uma agonia forte, ela me olhou, pegou em meu pênis e mostrou como estava limpo...aquela foi a primeira vez em que uma mulher me chupou e bebeu todo meu gozo, não ficou nada!!! Que tesão, acho que muitos homens nutrem essa fantasia, eu nunca tinha pensado nisso, mas estava me sentindo dominador...Hahahaha. Peguei-a pelos braços e a jóquei na cama, tirei sua roupa, sua buceta estava ensopada, era bem peludinha, comecei a chupar, ela disse que só gozava com um pau dentro de sua buceta, pedi para que relaxasse, iria chupa-la bem muito e depois quando me recuperasse da gozada penetraria sua buceta peluda e apetitosa. Fiz o que mais gosto de fazer em uma mulher, chupar sua buceta, chupar, lamber, degustar, às vezes sinto vontade de arrancar um pedaço, como em um momento de luxuria X loucura, aliada ao canibalismo de um ato puramente sexual. Acho que fazia mais de 1 hora que chupava sua buceta, ela gemia, mas ficava dizendo que não conseguiria gozar daquele jeito, e isso me deixando mais excitado ainda, peguei e penetrei com força, comecei a fazer movimentos rápidos e fortes, dando estocadas em sua buceta peluda, ela estava em êxtase, parei, comecei a sair de dentro dela, ela me agarrou e perguntou para onde eu iria, me segurou com força, estava prestes a gozar. Olhei em seus olhos verdes e disse que ela gozaria em minha boca, ela sorriu, soltou meus braços e me deixou descer, acho que descrente, mas com a sabedoria de quem teria mais momentos de prazer e que seu gozo viria mais tarde ao ser penetrada...fechei suas pernas, deixei sua buceta bem apertada, coloquei minha boca em suguei seu clitóris para dentro e comecei a chupa-lo, não foram cinco minutos ela estava gozando e tremendo, me puxou pra cima, me abraçou e me beijou, pediu para ficarmos ali a noite inteira, desliguei meu celular e pensei que deveria prestar mais atenção ao lado quando estivesse em uma rua dirigindo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Como eram safadas aquelas duas...

Tínhamos nos tornado amantes, sexo muito bom, sem compromisso, a relação estava bem quente, muito sexo, muita safadeza, adorávamos transar um com o outro, ela adorava sentir meu pênis latejar em seu rabo, encher sua bundinha!!! Uma mulher completa na cama e apaixonada por ser penetrada por trás!!! Certo dia, fomos a um bar, somente conversa, sem intimidades, até porque não podíamos ambos comprometidos, e na mesa ao lado duas belas mulheres conversando, só que uma delas não tirava os olhos da minha “amiga”, paquerando mesmo e em determinado momento ambas foram ao banheiro, poucos minutos depois voltam juntas e conversando, ambas sentam em nossa mesa, convidam a outra, esta também se junta e conversamos. Após algum tempo a segunda mulher que sentara a mesa se despediu a ficamos nos três, claro que já existia um clima entre as duas e poucos minutos depois estávamos indo para um motel próximo. Sentei-me na poltrona, preparei uma dose de uísque, liguei o som ambiente e coloquei um CD com a música The Mist of Avalon (Loreena McKennitt), fiquei observando as duas belas mulheres se acariciando, começaram dançando e no ritmo da musica foram se ousando cada vez mais, meia luz, aquela música envolvente, outra dose, já estavam nuas, dançando, dois belos corpos, um branco como leite, cabelos loiros e encaracolados e com seus 1,60 e seios rosa, outra morena, cabelos pretos curto, corpo sarado, seios empinados, bundinha pêra, 1,70 e dominava minha branquinha. Dançavam, a morena beijava forte, com as mãos abria a bundinha da minha branquinha, ficava só observando seus dedos entrando em seu rabinho, ela gemeu, foi jogada na cama, a música terminara, o quarto tinha um aroma de safadeza, sentia minha calça completamente molhada, outra dose!!! Minha branquinha gemia, estava sendo chupada pela morena, que ao mesmo tempo a penetrava no rabo com dois dedinhos e remexia suas ancas pro meu lado, vi um grelo enorme, o maior que vira até hoje, sua buceta era enorme e no meio aquele grelo...estava me preparando para acariciar aquela buceta com meus dedos, foi quando minha branquinha a virou e começou a chupar seu grelo, empinando seu rabindo, se virou e me pediu para enfiar em seu rabo, pois queria uma rola grossa lhe enrabando enquanto chupava aquela morena, tirei minha roupa, estava completamente gozado, meu pau entrou rápido e com facilidade, bem lubrificado e seu rabinho já tinha sido preparado pelos dedos daquela morena. Ela não sabia se chupava a morena ou se gemia, a morena apertava seus próprios bicos, seios bem empinados, a visão era maravilhosa, estava com tanto tesão que gozei, dei uma gemida grave, apertei a bundinha de minha branquinha, gozei forte e a morena quando viu se levantou e ficou esperando que tirasse o pau de dentro, disse que queria que ela colocasse pra fora toda aquela porra. Colocou minha porra em sua mão, e assim besuntou seus seios e buceta e ordenou que minha branquinha lambesse. Sentei-me novamente, peguei outra dose, fiquei observando àquelas duas devassas se consumindo em prazer, a morena disse que iria fazê-la gozar com seu grelo roçando e passou uma de suas pernas por cima do ombro e deixou o grelo bem no pinguelinho de minha branquinha, foram uns 30 minutos de movimentos, minha branquinha gozou, tremeu e me pediu um beijo forte, beijamos os três. Olhei para o grelo da morena e passei a mão, estava quente, ensopado, coloquei dois dedos em sua vagina, bem apertada, apesar de ter uma buceta tão volumosa, me pus a chupá-la, ela friccionava minha cabeça em sua buceta, mordiquei seu grelo, ela tremeu, comecei a penetrar seu rabinho de pêra com minha língua, ela começou a se masturbar, minha branquinha ficava dando beijinhos em seus seios empinados e ela mordia os dedos da minha branquinha que estavam em sua boca. Voltei a chupá-la, agora passava minha língua de seu rabinho a sua buceta, com rapidez e força, ela começou e tremer, empurrou minha cabeça contra sua buceta com tanta força que senti os ossos de seu corpo no meu rosto, prendi seu grelo entre meus dentes e continuei passando a língua, de repente comecei a sentir um gozo, começou a escorrer, ela tremia e me apertava mais e mais e de repente gritou!!!...Aquela morena acabara de dar uma gozada, segundo ela à primeira gozada com um homem chupando sua buceta. Beijou-me, fomos os três tomar um banho, afinal eu e minha branquinha éramos comprometidos. Encontramos-nos outras vezes, algumas vezes elas se encontravam sozinhas, eu estava viajando ou não podia ir por algum motivo, mas tiravam fotos e mostravam o que eu tinha perdido. Como eram safadas aquelas duas.





segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Bolinho de bacalhau e cerveja gelada...

Ela me passava os relatórios financeiros, mas tudo começou antes, segundo ela. Disse que o primeiro dia que me vira na empresa ficou com os olhos arregalados, imaginando toda aquela minha força, meu peso, minha virilidade, apertando seu corpo pequeno e sedento de tesão, mas ai eram os primórdios do cotidiano de nosso relacionamento. Meu trabalho era analisar as contas e fazer planejamentos, não ficava na empresa, tinha outras para gerir e algumas vezes passava dias longe, viajava muito. Um dia, em um sábado, a empresa funcionava até às 12:00hs, como era sábado fui de moto, ao sair da empresa ela me levou um documento para assinar, já estava em minha moto, ela disse que eu deveria ter cuidado, sugeri que subisse na garupa, a moto era bem grande e possante, tão confortável quanto um carro, ela sem graça subiu, me abraçou e saio rapidamente com um sorriso de mulher tímida. Na segunda-feira fui ao escritório no fim do dia, avaliamos os números, fizemos as colocações e quando sai ela me perguntou para onde estava indo, me pediu uma carona, entrou no meu carro e começamos a conversar sobre assuntos e assuntos, entramos em conversas mais intimas e ela me confessou que ficara completamente “errada” ao subir na garupa da moto, que seu corpo tremeu ao encostar-se ao meu. Parei na frente de sua casa, dei um beijo forte em sua boca e disse que estaria viajando, mas que na sexta-feira estaria no posto de gasolina do outro lado da avenida esperando ela sair do escritório e que iria chupar aquele corpo lindo. Sexta-feira, ela entrou no carro, me deu um beijo longo, fomos para o motel mais próximo, minha calça estava estourando de tanto tesão, entramos no quarto, sentei na cama e pedi para que desfilasse pra mim com aquele corpo lindo, pela branca, cabelos loiros encaracolados, seios rosa, iria beijar aquele corpo inteiro. Com um lingerie preto de renda, bem pequena, mostrando os cantos de sua bucetinha branca e entrando em seu rabinho, que linda visão!!! Pedi para que desfilasse pelo quarto, estava sentado na cama, a chamei, sentou em meu colo, puxei de lado sua calcinha e penetrei aquela bucetinha molhada!!! Ficamos ali, no balanço, conversando, ela disse que me desejava desde do dia em que me viu pela primeira vez, adora homens fortes. Entre conversas e balanço, um beijo forte, apertava suas coxas, mordicava seus seios e dava estocadas mais fortes, ela gozou, goza forte, grita e abraça com força!!! Deitei-a na cama, fui me lambuzar em sua bucetinha, gozou e puxou meus cabelos, subi, penetrei com força, movimentos fortes, tesão a mil!!! Ela gozou novamente, não tive dúvidas fui chupar aquele gozo, eu amo fazer isso, ela me retribuiu, me chupou forte, me masturbava e chupava ao mesmo tempo, me fez gozar, gozei em sua boca, foi forte, tremia de gozo ela apertava e soltava meu pênis latejante e lambia meus testículos, que mulher safada!!! Adorei aquilo, ela me deu uma grande gozada, continuamos a noite toda aproveitamos. Foi uma noite sem dormir, saímos de manhã e fomos tomar café em um dos mercados da cidade, regado a bolinho de bacalhau e cerveja gelada.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Éramos amigos...

Éramos amigos, nos conhecíamos há alguns anos, muita conversa jogada fora, algumas afinidades, mas sempre conversas, nenhum pensamento mais ousado, até porque ela era casada, eu comprometido, ela com quatro filhos e um casamento. Mas acho que acima de tudo eu não pensava nela não pelo fato de ser casada e ter quatro filhos, mas pelo fato de ser linda, uma loira com 1,70m, olhos azuis e um corpo trabalhado, diante dos seus trinta e poucos anos, quatro a mais que eu, não imaginaria que ela fosse me olhar além da amizade. Não por não ser “lindo, loiro e forte...” (Mamonas Assassinas), sou bonito, tenho charme, mas não me via envolvido com aquela linda mulher. Certo dia me ligou, eu estava viajando e chegaria à cidade a noite, me pediu para ligar quando chegasse. Marcamos em um restaurante, conversamos muito, sobre tudo, nada de mais, conversa fora, algumas taças, massas e fomos embora, ela havia ido de táxi, fui deixa-la em casa na entrada de seu prédio me agarrou. Fiquei petrificado, mas dei a volta e fomos para um motel, muitos beijos, minha nossa que boca! Estava em êxtase, me sentia completamente atordoado, que boca! Tirou minha roupa, me beijava com fúria, me apertava, colocou meu pênis em sua boca, que boca! Estava levando a melhor chupada de minha vida, que boca! Não me deixou fazer nada, ela comandava, tirou sua roupa, pulou em cima de mim, pegou no meu pau com força, apertou, colocou dentro dela, ficou sentada, começou a subir e descer, lentamente, depois rápido e mais rápido, fui cada vez mais rápido e de repente parou, apertou minhas coxas e gozou, senti escorrer pela minha perna todo o gozo. O silêncio era total, ela se deitou ao meu lado e disse que sonhava com esse momento há muito tempo, que por várias vezes trocou o nome de seu marido pelo meu, que quando me via tinha vontade de tirar minhas calças e me chupar, que boca! Que se controlara diversas vezes para não me agarrar, que minha cara de menino safado a deixava louca, louca o suficiente para estar ali comigo, afinal era casada. A virei de bruços e comecei a beijar suas costas, fui descendo, que bundinha linda, abri, beijei, ela começou a arranhar a cama, acho que nunca fora penetrada por trás por uma língua safada. Empinei o corpo dela, comecei a chupar sua bucetinha loira, só parei quando senti novamente seu gozo, ela goza em silêncio, apenas morde os lábios. A virei, penetrei aquela buceta encharcada, beijava sua boca, que boca! Não consegui gozar naquela noite, ela ficou frustrada, mas entendeu quando disse que aquilo tudo era algo inimaginável e que ainda estava entorpecido. Fomos embora, quando a deixei em casa, o marido e as crianças foram passar o fim de semana na praia, ela tinha compromisso de trabalho no sábado, por isso estava na cidade, quando a deixei ela disse para pega-la às 20:00hs, não iria me deixar sem gozar, precisava ver, sentir meu gozo. À noite fomos a um bar, bebemos uns chopes, conversarmos, mas agora o assunto era o que tínhamos feitos na noite anterior, eu estava quase gozando dentro das calças com tanto tesão, agora iríamos transar e eu estava mais calmo, seria muito melhor. Bem, gozei dentro dela, muito, muito, muito!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Envelope...

Bati na porta procurando a esposa de fulano, trabalhava na empresa e tinha esquecido em casa uns documentos, ela abriu a porta e com um belo sorriso me deu bom dia, acabara de acordar e ainda se espreguiçava. Usando um pijama de seda bem folgado de cor branca, contrastando com sua pele morena, me pediu para entrar e esperar na sala enquanto ia ao quarto pegar o envelope, confesso que estava com uma ereção de adolescente. Voltou com o envelope, ainda se espreguiçando e dizendo estar com uma pequena dor nas costas, pois dormira mal aquela noite, ao me entregar o envelope se espreguiçou novamente e vi a ponta de seus pequenos seios riscarem a blusa de seda. Perguntei se tinha gelol, ela sorriu e me disse que sim, perguntei onde era a dor, virou de costas, empinou sua bundinha, ela era falsa magra, apontou o local. Não falei nada, joguei o envelope no sofá e coloquei minhas mãos em suas costas, ele deu um pequeno gemido, não foi de dor, encostei-a na parede, levantei sua blusa e massageei suas costas por alguns segundos, os meus olhos procuraram seus seios, mas eram pequenos, os gemidos continuavam a aumentar, ela estava no cio, coloquei minhas mãos em seu short e abaixei, abaixei meu zíper, encostei em sua budinha, os gemidos aumentaram, a virei de frente e começamos a nos beijar, levantei aquele corpo leve e penetrei ali mesmo, em pé, que buceta apetitosa. Atrasei-me mais de três horas, quatro foram às posições, cinco foram as gozadas, seis meses fora essa aventura, até o dia em que seu marido nos pegou em sua cama.