segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Lembranças...

Já que havia comentado sobre a moça da recepção da autorizada onde deixava meu carro para fazer revisão, nada mais justo do que contar nossa história. Super simpática, morena baixinha, cerca de 1,60m, cabelos longos, um quadril enorme, aquelas potrancas que vemos na rua. Tinha um corpo forte, não era gorda, mas era bem fofinha, aliado a um quadril espetacularmente grande e que deixa qualquer macho pensativo em comer aquele rabo de quatro, ela era realmente gostosa! Super simpática e sempre alegre, e não era por falsidade de atendente, era o seu jeito. Quando a conheci estava de namoro, mas já era separada e tinha um menino de 6 anos. Ela tinha na época em torno de 29 anos. Em uma das vezes que deixei meu carro na revisão, fazia isso mensalmente, uma vez que viajava cerca de 10 mil km em 30 dias. Fui deixar meu carro e tinha um barulho e queria mostrar ao chefe da oficina, mas ele tinha saído e então ela foi comigo. Após entrarmos no carro e darmos uma volta na rua a convidei para almoçar, viria com outro carro buscá-la. Na verdade o convite não fora sem intenção desejava cavalgar naquele rabo enorme! Ela aceitou o convite na hora, afinal nos conhecíamos a cerca de um ano e conversas agradáveis enquanto aguardava receber o carro. Às 11:30hs, sua hora de almoço era entre 11:30hs e 13:30hs, estava na frente da concessionária buscando-a. Entrou no carro com aquele traseiro, meu pau já estava duro! Imaginando um monte de safadeza. Ela com uma calça jeans e uma blusa do trabalho, uma jaquetinha preta e sua bolsa. Dois beijinhos e me perguntou onde iria levá-la para almoçar. Não perdi tempo, dizendo que em qualquer lugar em que eu pudesse tirar sua roupa e usar seu corpo como uma taça e beber o vinho tinto que estava no banco de trás do carro. Ela me deu uma tapinha, me chamou de safado e disse que não era nenhuma safada que na primeira vez que sai com uma pessoa vai logo tirando a roupa. Parei o carro, puxei-a pelo braço e lhe dei um beijo bem forte, ela ficou sem ar. Olhei-a nos olhos e disse que iríamos a um motel. Ela não disse nada, apenas sorriu. Motel a 2 km da autorizada. Déssemos do carro, fui até o lado dela, peguei-a pelos braços, joguei-a em meu ombro direito, ficando com seu rabo em meu rosto e levei-a para o quarto. Coloquei-a em pé na cama, tirei seus sapatos, ela me olhando. Tirei sua blusa, seios fartos e bonitos, nem um pouco caídos e totalmente originais. Abaixei sua calça, tirei de suas pernas, estava ali, em pé, corpulenta e de pele bem morena. Retirei seu sutiã, marca de um bronze, beijei seus seios, passei minha língua. Fui beijando seu corpo e me abaixando, cheguei a sua buceta, beijei por cima da calcinha, virei de costas, beijando suas nadegas enormes. Vire-a novamente de frente, mais beijos em sua bucetinha, a calcinha já estava completamente molhada, a poça era grande, meus lábios ficaram enlouquecidos para beijarem aquela buceta melada. Lembrei do vinho. Tirei sua calcinha e a mandei deitar de bruços, que visão linda! Quanta carne, que rabo! Fui ao carro e trousse à garrafa de vinho tinto, combinava com a cor de sua pele. Peguei a saca rolha no bar do quarto, abri, ela ali, imóvel e me aguardando. O vinho estava em temperatura ambiente, abri sua bunda com as mãos, coloquei minha boca em seu rabo, chupei seu cuzinho, ela quase arranca os lençóis da cama. Tirei minha roupa por completo. Voltei pra sua bunda, que visão! Abri novamente e coloquei minha língua em seu cuzinho, derramei o vinho e comecei a beber na cacimba de seu cuzinho, me deliciando, fazendo entrar minha língua em seu cuzinho com vinho como lubrificante, ela gemia e me chamava de safado de rabeiro. Era impressionante como era apertado aquele cuzinho, apesar de uma bunda enorme, mas o cuzinho era bem apertado. Tomei mais de meia garrafa daquele jeito e a mandei virar de frente, abri sua boca e coloquei vinho, ela bebeu, coloquei novamente e disse que não bebesse, ficasse com ele na boca, coloquei meu pau em sua boca e senti o vinho. Ela engoliu e começou a me chupar, chupava maravilhosamente bem! Agora era minha vez de chupar. Buceta grande, pelinhos lisos e poucos. Comecei a mexer em seu clitóris com meu dedo, depois coloquei o dedo em sua buceta, de uma só vez, ela gemeu! Comecei a chupar com força, não demorou um minuto e ela estava gozando e arrancando meu cabelo. Sentia sua buceta latejar em meu dedo! Tentei continuar chupando, mas ela não agüentava, dizia que era incomodo e então entrei em sua buceta quente em ensopada com meu pau. Metia e tirava bem lentamente, do jeito que gosto, depois acelerando o ritmo e ela gozou novamente. Teve uma tremedeira e apertava seus seios com os braços. Que visão linda. Continuei a penetrar e tirar, tava muito gostoso, ela ali, completamente em transe por duas gozadas, nem se mexia, completamente adormecida. Sentia como se a tivesse estuprando, que sensação boa. Ela ali, completamente a minha disposição. Vire-a de bruços novamente e fui me fartar em seu traseiro. Abri seu rabo, chupava sue cuzinho com tanto tesão que meu pau parecia que ia explodir. Nunca imaginei que ela tivesse um cuzinho tão apertado! Deixei-o o mais relaxado possível, lubrificado e encaixei meu pau, comecei a entrar lentamente, ela não esboçava nenhuma reação, apenas ali, deitada, entregue. Quando senti a cabeça do meu pau entrar em seu rabo, fui até o fundo! Ela deu um gemido de dor, apertou meu pulso direito com força e pediu calma, mas ao mesmo tempo empinando para sentir mais. Comecei a estocar em seu rabo e morder seu cangote, suas costas e meter. Ela gemia de dor e prazer, perguntei se queria que parasse, ela disse que não, mas que eu fizesse com carinho. Depois de alguns minutos de movimentos lentos e de esporrar em seu rabo ele estava relaxado, tirei e fui admirar, dei beijinhos, estava bem quente. Enfiei novamente, só que desta vez fui mais rápido e mais rápido até não agüentar e encher seu rabo com minha gozada. Quase arrancava o coro do seu pescoço na mordida que dei durante minha gozada. Senti-me um cachorro cruzando com aquela cadela quartuda. Fiquei ainda alguns minutos dentro de seu rabo quente, sentia ele latejar no meu pau. Sai de cima dela, a abracei, tomamos um banho e almoçamos um belo prato de Camarão a Moranga. Deixa na autorizada, voltei a noite pra buscar meu outro carro. Conversamos, mas sem muita intimidade, afinal estava em seu ambiente de trabalho. Foram uns seis meses de relacionamento, até que seu namorado pediu para morarem juntos e, além disso, foi trabalhar na mesma autorizada que ela. Acabaram-se nossos almoços.

domingo, 4 de outubro de 2009

Caronas...


Passamos a manhã conversando, papo super bom, cerveja deixando a cabeça boa, tira-gosto pra dar energia. Lá pelas duas da tarde paguei a conta, e a chamei para passear por um lugar muito bonito na região próxima. Entramos no carro, fui dirigindo, seguimos para Paraíso, na decida para praia parada no mirante, vista perfeita! Fiquei de lado no banco, olhei em seus olhos, ela sorriu, puxei-a pelo pescoço, mão firme, beijo forte, pau latejando, mão esquerda desbravando seu vestido, encontrando sua calcinha, buceta completamente molhada e o beijo mais intenso. Ela gemeu com meus dedos em seu sexo. Como estava ensopada aquela buceta! Voltei do mirante, entrei em uma estradinha de barro estreita, mal passava o carro. Parei diante de uma vista linda. Desci do carro, mas coloquei o banco do motorista todo a frente. Fui até o outro lado e abri sua porta, empurrei o banco pra frente, segurei pela cintura e a beijei novamente. Suas mãos estavam no ar, suas pernas banbas, estava segura pelo meu braço em sua cintura. Beijava com força aquela boca pequena, quase engolindo. Ela me beijava e eu a beijava, olhos abertos, um olhando o outro, vendo dentro dos olhos o tesão e a vontade. Abri a porta de trás, entrei e a puxei pelo braço. Nunca pensei que o banco traseiro de um Corolla pudesse ser tão confortável, aliás, nem estava pensando nisso. Abaixei as alças do seu vestido, não usava sutiã, seios médios, firmes e naturais. Quase arrancava-os com minhas mãos. Que boquinha gostosa de beijar! Tirei seu vestido, encostei sua cabeça na porta, abri suas pernas, me encostei-me à outra porta e fiquei olhando, apenas olhando! Foram alguns longos segundos de observação, constrangedor, segundo ela. Reclamando de uma barriguinha saliente, embora magra. Nossa, achei aquela micro-barriginha a coisa mais linda e sexy. Que saco transar com uma mulher de corpo perfeito, que vive em função disso! Amei observá-la, mas ela estava meio errada, colocou uma mão em sua barriginha e outra em sua bucetinha de pelinho fino e liso. Tirei minha camisa, tirei sua mão de sua bucetiha, me abaixei ajoelhado no chão do carro e com aquela bucetinha com aroma de sexo e suor e algum xixi do dia. Amo esta mistura! Comecei a chupar, chupava quase comendo sua buceta. Lambidas que vinham de seu rabinho bem apertado e subiam por sua buceta. A penetrava com minha língua, ela delirava. Gemia, empurrava minha cabeça contra seu corpo, arranhava minhas costas. Ela começou a sentir uma tremedeira nas pernas, cravou suas unhas em meu coro cabeludo e enfiou minha cara em sua buceta. Estava gozando forte, tremendo e eu sentindo seu gozo em minha boca. Produzia muito gozo, bebi tudo! Em um gesto rápido empurrou minha cabeça pra longe de sua buceta. Levantei-me, ela estava bufando, respirando fundo e pesado. Retirei minha calça, a nossa frente do alto da falésia um oceano azul perfeito, o sol forte. Ela ainda estava respirando pesado quando a penetrei, que buceta quente e molhada. Quase gozava! Fiquei metendo lentamente enquanto a beijava com carinho, ela alisava meus cabelos e me olhava nos olhos. Comecei a meter com mais força e rápido, ela começou a me beijar com mais força e enfiou as unhas em minhas costas e começou a gozar novamente! Continuei e ela gozando. Fiquei ali, penetrando e tirando até ela gozar novamente e me pedir pra gozar, queria sentir minha gozada dentro dela. Confesso que fiquei preocupado naquele momento e disse que queria gozar em sua boca. Ela me beijou e pediu para colocar meu pau em sua boquinha. Sentei-me e encostei-me ao banco, ela começou beijando minha testa, foi descendo, minha boca, meu peito, meu umbigo, ao redor do meu pau, minhas coxas, estava me deixando louco! Estava ajoelhada na minha frente, começou e me masturbar, me chupar, parava, subia e me beijava. Voltava e continuava tudo muito lento e forte, sua pequena boca sugava com força. Eu estava em êxtase e não queria gozar, queria ficar ali, daquele jeito por longas horas, que chupada! Olha que prefiro chupar a ser chupado. Estava quase gozando, puxei-a pra cima e a sentei no meu pau. Ficamos nos beijando e ela sentada. Não mexia embaixo, apenas com meu pau dentro dela, sentindo o calor de sua buceta molhada. Gozei, não agüentei mesmo parado, gozei em sua buceta. Ela me olhava nos olhos e com um sorriso lindo na boca beijou meu nariz, meus olhos e vi uma lagrima em seus olhos. Aquele tinha sido o dia mais estranho, prazeroso e intenso de sua vida. Assim ela que confessou ao me deixar na autorizada para pegar meu carro. Confesso que fiquei apaixonado por ela. Após gozar e ela me beijar ficamos ali, nus, abraçados por algumas horas. Saímos e fomos buscar meu carro. Beijamos-nos no estacionamento da autorizada, quase não conseguia descer, mas ela precisava ir em casa tomar um banho e dar uma aula. Eu já estava com minha bagagem no carro e tinha 230 km de estradas pela frente até chegar no hotel e pernoitar. Na cidade que iria dormir tinha uma namorada, mas liguei dizendo que só chegaria no outro dia, queria dormir quieto, lembrando daquele dia. Hoje ela mora em outro estado, mas no começo deste ano estive em sua casa. Ainda é divorciada, como na época. Agora com quarenta anos está mais bonita do que nunca.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Caronas...


Tinha ido deixar meu carro na revisão, estava conversando com a responsável por receber os veículos, com a qual tive alguns bons encontros, mas isto é outra história. Estava lá conversando com ela, enquanto esperava o chefe da oficina retornar de um teste para lhe passar alguns dados sobre meu carro. Na mesa ao lado outra recepcionista de veículos estava entregando a uma cliente seu carro. Enquanto conversava com a minha atendente, soltava gracinhas, convidando-a para um almoço e nisso boas gargalhadas. Mas ela na podia, afinal seu marido estava agora trabalhando na concessionária também! Chegou o chefe da oficina e fui conversar com ele, neste meio tempo estavam entregando o carro da moça que tinha ido buscar o seu na revisão. Terminei de passar o que queria para o chefe da oficina, me despedi da morenona da recepção e fui em direção a saída da autorizada, onde tem um ponto de taxi que atende aos clientes. No caminho, um corredor externo, longo, por onde saem os veículos, a moça para ao meu lado e pergunta para onde estou indo e se não gostaria de uma carona. Branca, cerca de trinta e poucos anos, magra, cabelos curtos castanhos e lisos, olhos verdes, boca pequena, seios médios, uma derrière bem desenhada (tinha prestado atenção quando ela se levantou na recepção, linda derrière). Nesta época estava em uma fase de comedor ou de ser comido, depende do ponto de vista. Vivia com uma namorada, transava com mais umas três mulheres casadas e ainda tinham as namoradas de outras cidades, pois viajava muito! Ou seja, não tinha nada a perder, então fui direto ao ponto, afinal existiam duas possibilidades, ou levaria um fora ou teria mais uma trepada naquela manhã. Estava com o pau doído da transa com minha companheira, havíamos transados a madrugada inteira, ela iria passar uma semana em São Paulo e quando voltasse eu estaria viajando e no total estaríamos quase 15 dias sem nos ver! Olhei para aquela moça e disse que adoraria ir naquele exato momento para um barzinho na beira mar, longe de todos e conversar a manhã inteira com ela. Era uma quarta-feira, oito da manhã. Ela me olhou sorrindo e disse que tinha o dia todo livre e que bastava que eu dissesse qual praia e barzinho gostaria de ir. Precisava apenas está às sete da noite na Universidade para dar uma aula. Sorri e disse que voltaríamos antes, pois tinha que pegar meu carro às seis da noite para poder viajar. Entrei no carro, vidros escuros, ar-gelado, escutando Chico Buarque baixinho. Disse para que seguisse em direção a Porto de Galinhas, mais precisamente Maracaípe. No caminho aquela conversa contida, meu pau latejava na calça, imaginando mil transas com ela. Agradável conversa me perguntou se era casado, disse que não, mas que tinha muitas namoradas, ela riu e disse que homem é tudo safado. Disse que não, pois safado seria se tivesse dito ser solteiro e desimpedido. Ela concordou com a resposta. Chegamos ao trecho de terra no caminho da praia e ela atolou o carro. Hahahaha! Hora de fazer uma força. Desci do carro, reduzi a pressão dos pneus, disse o que ela tinha de fazer e saímos do areal, assumi a direção. Tava suando, mas não do jeito que queria. Chegamos ao barzinho, gostei, ela gostava de cerveja! Começamos a beber e comentar sobre a vida. Ela era professora universitária e diretora de uma empresa de consultoria administrativa. Assuntos não faltaram, até porque trabalho com administração. Depois perguntei a ela o porquê da carona, ela respondeu que prestou atenção na minha conversa com a atendente e sentiu que ali tinha rolado algo e ficou curiosa e, além disso, tinha achado lindo meu sorriso, meu jeito de brincalhão e resolveu me dar uma carona para me conhecer melhor. Ai ela complementou – “Mas não esperava a sua resposta, convite, para passear. Achei uma idéia doida, mas sabe, tava precisando sair do mundo normal e por isso estamos aqui!”...(continua)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Aventuras...

Olinda! Quem gosta de carnaval já ouviu falar em Olinda e se gosta mesmo já brincou. Em uma ocasião, estava com namorada nessa época. Tem coisa mais doida que ir comprometido pro carnaval!? Então, estava lá com minha namorada no Alto da Sé, e de frente um grupo de garotas, uma baixinha, que depois descobriria que era de Teresina – PI, não tirava os olhos de mim. Eita mulherada pra gostar de provocar homem comprometido! Então em uma determinada hora fui ao banheiro, aqueles banheiros públicos portáteis e a baixinha me seguiu, minha namorada ficou com o grupo de amigos e parentes e a baixinha foi atrás! Linda, cabelo curto mais cheio, bem encaracolado, olhos verdes, moreninha clara. Em cima de um tamanco do tamanho do mundo pra ficar mais alta, mas mesmo assim devia ter 1,55m. Toda gostosinha! Eu andando e ela atrás, eu olhava pra trás e ela sorrindo, bem, assim que estava em uma distância segura parei e perguntei o nome dela, ela me disse que se chamava Talita ou algo assim, não me lembro direito. Tinha uns 20 anos na época. Ela devia ter perto disso. Ela disse que meu achou lindo! Meu sorriso era lindo, meu corpo grande, forte que ficou impressionado quando coloquei minha namorada no ombro e ainda por cima levantei a namorada de um amigo pela cintura bem alto. Ficou impressionada! Peguei em sua cintura e atirei do chão, diretamente para minha boca! Passamos bem uns 15 minutos nos agarrando. Ai voltamos, nesse dia fui ao banheiro umas 20 vezes...Hahahahaha! Isso foi na sexta-feira, no sábado, a mesma coisa. Estávamos no mesmo local, pois era onde tinha pago uma casa para dar suporte, já que eu não gostava de dormir em Olinda, mas pagava a cota pra ter direito ao banheiro, geladeira com bebida, um quarto com mais umas 5 pessoas pra descansar, caso quisesse. Só que estas casas antigas têm normalmente apenas um banheiro, então era fila e nós homens deixamos o banheiro pras meninas durante o dia e íamos aos públicos. Bem, no domingo, depois de muita pegação, e na segunda em diante eu ia para praia. Forcei um pouco a barra com a baixinha e consegui levá-la para dentro da casa e fomos para a dispensa, que era bem grande. Entramos um calor do inferno! Tiramos a roupa e começamos e nos agarrar. Escutando o movimento lá fora! Suávamos feitos loucos! Um tesão enorme! Peguei a baixinha, eu em pé e a virei de cabeça pra baixo, colocando sua boca em meu pau, enquanto sua buceta estava em minha cara e comecei a chupar, enquanto ela me chupava, ficamos assim até a hora que ela não agüentou mais. A sentei em um caixote de madeira, abri suas pernas, e comecei novamente a chupar sua bucetinha bem pequena e lisa. Não tinha um pentelhinho! Chupei até ela gemer e dizer que era a primeira vez na vida que estava gozando, dizendo isso e gozando e puxando meus cabelos. Escutei a voz da minha namorada da cozinha chamando pelo meu nome bem alto e o pessoal dizendo que não me vira. Mentira a cozinheira contratada pra fazer o almoço e janta estava me acobertando. A baixinha gozando, coloquei a mão em sua boca para fazer menos barulho, ela estava eufórica! Quase sem conseguir respirar, meu tesão era enorme, peguei meu pau e meti em sua bucetinha, puta merda como suava, aquele calor, bafo quente da nossa respiração e aquele buceta pegando fogo, a senti latejar com meu pau dentro, meti feito uma louco, rápido, ela gemendo e gozei! Enchi a buceta daquela baixinha de porra e continuava metendo, tudo gozado! Beijava-a com força! Quase comendo sua boca pequena! Foi muito gostoso!!! Vestimos as roupas e abri a dispensa, olhei de lado, barra limpa, mandei que saísse, ela quase sem conseguir andar. Esperei uma pouco e fui direto pro banheiro! Bati na porta e quem estava, por sorte e coincidência era minha namorada! Ela abriu a entrei rápido, direto pro chuveiro, tirar o cheiro da safadeza e ela perguntou o que era aquela agonia toda e disse que tinha me metido em uma briga quando fui urinar e tava sendo levado pela policia e tinha conseguido fugir correndo! Hehehehe...tomei um banho e transei com minha namorada no banheiro mesmo!!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aventuras...

Em um carnaval tinha uma garota dentro do cordão que estava beijando todos os homens. Cabelinho curtinho, magrinha, bonitinha, cara de menina safada. Quando chegou junto de mim ela pulou em meu pescoço e eu virei o rosto. Ela tentou e a empurrei no chão, quase rolava confusão, mas ela foi embora. Algum tempo depois lá vem por trás e tenta novamente, mas uma vez não deixei. Ela me pegou pelo braço e perguntou por que eu não a deixei beijar e de baixo de todo aquele barulho do trio elétrico eu disse que putinha eu só deixava beijar o meu pau. Foi uma bela tapa na minha cara! Hahahaha! Deixei pra lá, até que não doeu! No dia seguinte encontro essa figura em uma barraca comprando cerveja e pergunto a ela se lembrava de mim. Disse que sim, que era o imbecil que ela havia dado um tapa, retruquei dizendo que era o imbecil que ela não conseguiria beijar nunca! Ela riu e disse que apostava o que eu quisesse, que ela iria me beijar. Aceitei a aposta e ela disse que se eu a beijasse me faria o melhor boquete da minha vida. Hahahaha! Tinha de ser muito bom pra uma afirmação como esta. Então eu disse tudo bem, mas que iríamos primeiro até os coqueiros, ela foi. Quando chegamos ela pediu o beijo, então eu disse que primeiro ela teria de pegar em meu pau, ai eu a beijaria e ela me chuparia. Ela concordou e pegou. Eu disse que a beijaria durante o tempo que ela ficasse com meu pau em sua mão mexendo, me punhetando e desafiei dizendo que se ela sabe chupar bem deve saber punhetar também. Acho que ficamos uns 20 minutos nos beijando, enquanto ela me masturbava e eu passeava em sua calcinha com minha mão. Gozei em sua mão. Foi muito gostoso o beijo, a punheta melhor ainda, nem pedi a chupada, tava bem satisfeito! Ao retornarmos para o bloco ela quis ficar comigo, mas eu já tinha outra garota em mente!

domingo, 6 de setembro de 2009

Concurso na Blog Esfera...


Pessoas!

Tem um concurso sobre beijos rolando no blog do Erótico Enrustido!

Vão conferir!


E aproveitar!!!



Momentos...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Momentos...

Em um dos carnavais fora de época teve uma transe muito inusitada. Estava com uns amigos curtindo o carnaval na avenida beira mar, aquela farra, vez outra se ia até a praia urinar na beira mar. Em uma dessas ocasiões estava em pé urinando quando uma garota devia ter minha idade, perto dos 18, levantou a saia e se abaixou, puxou a calcinha de lado e começou a urinar. Sem a menor cerimônia disse que adoraria ser aquela areia que estava sendo mijada, ela me olhou rindo e perguntou por que eu não me deitava que ela continuaria fazendo em mim. Abaixei-me, coloquei a mão no jato e disse que mijasse mais forte, ela fazendo e eu olhando pra ela. Quando terminou eu peguei minha latinha de cerveja e derramei na mão, disse que iria lavar sua buceta com cerveja ela começou a rir e continuou agachada, comecei a lavar e alisar sua buceta, ela começou a soltar uns gemidos, parei, pequei-a pelo braço e levei para junto dos coqueiros, atrás de umas barracas de apoio da prefeitura, encostei-a no coqueiro, me abaixei, levantei sua saia e rasguei sua calcinha, levantei uma perna e coloquei em meu ombro, comecei a chupar e lamber aquela buceta suada, mijada e com gosto de cerveja. Ela arrancou alguns cabelos meus com tanto tesão! As pessoas passavam e só escutando ao longe os comentários, mas oras, não eram apenas nós dois naquele lugar fazendo safadeza! Ela gemia com uns gritos finos e apertava minha cabeça e puxava meus cabelos. Gozou! Levantei-me e a beijei! Coloquei meu pau pra fora, virei ela de costas pra mim e meti o pau em sua buceta por trás, prensando ela no coqueiro. Ela não era daqui, me disse ser carioca, mas o sotaque era meio paulistano. Quando fui gozar gozei em suas coxas, melei-a toda. Isso já era o ultimo trio elétrico. Beijamos-nos e seguimos cada um seu rumo. Não lembro seu nome, lembro seu rosto, sei que era bem magrinha, tinha uns seios siliconados médios, cabelo comprido e ondulados e meio ruivos ou louros, a iluminação era ruim. Foi a mais louca trepada daquele ano. No ano seguinte não ia brincar carnaval fora de época, então digo que este foi bem aproveitado!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...VI

A coroa ficou interessada no meu caso com a outra na academia, que era solteira e na época era gerente geral da Localiza. Já ela era casada, diretora financeira de um famoso colégio. Ela já me olhava, mas acho que não tinha ainda chegado por medo da minha idade. Então viu nesse meu relacionamento um motivo para chegar e pegar o garoto que chamava sua atenção. Cerca de duas semanas depois de ter começado a transar com a outra, fui chegando na academia e ela colocou o carro por cima de mim propositalmente. Ela sorriu me chamou no carro e perguntou se não gostaria de passear, ir até a praia e passear pela areia. Sorri e entrei no seu carro e fui logo pegando em sua coxa, apertando e colocando minha mão em sua buceta por cima da malha. Ela foi logo perguntando o que eu tinha com a fulaninha da academia e eu prontamente disse que transava com ela. Ela sorriu e disse que era loucura, eu era um menino, perguntou quantos anos eu tinha e quando falei, ela quase que volta, pensava que tinha uns 18 – 19 anos. Paramos na praia e começamos a caminhar e conversar chegamos até um local onde não tem como ninguém nos ver, a não ser caminhando pela praia e começamos a nos beijar, ela me beijava e me masturbava, apertava meu pau e mexia com rapidez. Sabia o que estava fazendo! Minha mão dentro de sua malha por trás, colocando meus dedos em sua buceta e seu rabo. Ela me masturbou até gozar e não parava de beijar, de sugar minha língua, morder! Gozei gostoso com aquela punheta! Que punheta! Voltamos pro carro, ela me deixou na academia e foi pra casa. Ao chegar minha outra amiga perguntou por que cheguei tarde e disse a ela o que tinha acontecido. Ela ficou com um tesão tão grande que fomos pra sua casa. Neste dia tive que ligar pra minha mãe e dizer que não iria pra escola, pois tinha que resolver umas coisas e iria direto da academia. Passei o dia inteiro no apartamento transando! Ela ligou pra Localiza e disse que estava com uma forte dor de cabeça, disse isso enquanto estava sentada em meu pau na rede na varanda do apartamento.