sábado, 9 de maio de 2009

Das Experiências...(continuação)

(continuando...) Não entrei nessa, até porque nunca tinha experimentado, minha experiência era lança perfume, não sentia curiosidade e além de estar com pessoas estranhas. Quando deu quatro da manhã fomos sair, eu estava bem alegre com todo o álcool consumido e a garota da loja me perguntou para onde iria, disse que iria até o carro, já tinha pego minhas coisas de volta na boate, dormiria um pouco e seguiria de volta. Ela me convidou para ir dormir em sua casa, na verdade o apartamento dela e de uma das amigas que estava no grupo, aceitei, precisava dormir um pouco e fomos andando até o carro, entramos os três e segui a orientação até o subúrbio antigo. Estacionei o carro e subimos as escadarias, quarto andar, o apartamento era uma bagunça, roupas jogadas, sofá parecia uma penteadeira. O apartamento era em um antigo prédio reformado, era um vão, onde se entrava e tinha do lado esquerdo a cozinha, uma entrada para o banheiro. A sala era o vão após a cozinha e no final, junto a uma grande janela, a cama, na verdade duas camas, separadas por um criado mudo, ambas de casal. Olhei pras duas e dei uma risada perguntando como faziam quando traziam os namorados para transar, riram e disseram que se fosse muito gostoso, ambas o comiam. Nessa hora tremi em um sorriso de surpresa!!! Minha amiguinha me ofereceu uma cerveja escura, caseira alemã, claro que aceitei na hora, sua amiga foi tomar um banho, ficamos conversando, sua amiga saiu e ela foi tomar o banho, ficamos conversando. Ela também era suíça e estava em Strasbourg ganhando a vida como gerente de uma loja de roupas, lourinha, mas de olhos azuis, estava conversando comigo apenas de camisetão, sem calcinha, deu pra notar quando saiu do banheiro. Pedi para tomar uma ducha e quando estava no meio do banho a minha amiguinha entrou no banheiro e me deu de presente, enquanto me olhava, um sabonete Paco. Saí do banho enrolado na toalha, as duas amigas estavam conversando sentadas na cama tomando cerveja e vodka, peguei minha cerveja e fui para perto, elas eram lindas e meu pau começou a subir, fazendo volume na toalha, elas riram e perguntaram o que era aquilo, eu disse que era o acompanhamento da cerveja e da vodka. A amiga se levantou e pegou uma caixinha de maquiagem, abriu, tinha cocaína e me ofereceu, disse que não, ela virou o copo de vodka, ligou o som e colocou uma fita K7, quem tem mais de vinte anos sabe o que é um K7, começou a tocar The Doors (Light My Fire), que conhecia por causa dos meus pais. Colocou uma carreira e cheirou, minha amiguinha não quis e ficamos conversando enquanto a sua amiga dançava ao som daquela psicodélica música e tirou sua roupa, seios pequenos, bucetinha bem peluda, bundinha magra, estava ficando louco, imaginando mil coisas, nem conseguia me concentrar. Ai tocou uma música que nunca tinha escutado, fiquei viajando e minha amiga perguntou se tinha gostado, pois parecia que eu estava fora do meu corpo escutando aquela música. Nisso, eu estava deitado em seu colo e disse que era muito louca a música e que me deixara fora de orbita. A música era de uma banda chamada The Animals, e se chamava The House Of The Rising Sun. Pedi para que colocasse novamente e aumentasse o volume, ela foi até o som, fiquei deitado e senti sua amiga subindo em meu corpo, pegou meu pau e colocou em sua boca, ele estava completamente melado. Começou a música e minha amiga trousse a cocaína, sua amiga que estava me chupando se deitou, ela colocou o pó em um dos seios e minha amiga cheirou, virei a minha tulipa de cerveja e pedi para experimentar, ela colocou em seu outro seio e fui cheirar, cheirei fundo, lambi os seios dela, senti uma fisgada no coração, uma irritação em meu nariz, passei a mão e tinha sangrado um pouco, mas estava eufórico, aquela música, nós três nus, ela me jogou na cama e a última coisa que lembro foi meu pau entrando em sua buceta quente e molhada...acordei algumas horas depois, não lembrava de nada, apenas me vi na cama com as duas lourinhas, uma dor de cabeça, e a lembrança da musica. Levantei-me, fui até a geladeira, peguei uma cerveja, que deixara antes, pois as cervejas ficavam fora, essa coisa de cerveja gelada é de brasileiro mesmo. Abri, fui até o som, rebobinei a fita, The Doors, som baixo e sentei no sofá e fiquei observando as duas deitadas, minha cabeça estava ficando boa, mas não lembrava nada, do sexo, fiquei preocupado, pois não tinha camisinha, aquela coisa da AIDS!!! não sei!! Minha amiguinha se levantou, me olhou e sorriu, chegou perto de mim e perguntou se estava bem, disse que sim, mas que não lembrava como fora as ultimas horas, ela sorriu e disse que foi fantástico, que tenho muito gás e força. Puxei-a pelo braço e disse que precisava relembrar. A beijei, coloquei-a sentada em meu pau, beijava-a apertava seus seios, seu corpo magro era consumido pelas minhas mãos, penetrava seu rabo com meu dedo, ela gemia em minha rola, gemeu até gozar. Com ela encaixada em meu pau, me levantei e fomos para cama, coloquei-a de quatro, enfiei em seu rabinho, ela gemia, sua amiga acordou, sorriu pra mim e pegou em meu pau, guiando-o para o rabo de sua amiga, tirava e colocava, de vez enquanto chupava e colocava dentro novamente, estava enlouquecido e gozei, vi minha porra escorrendo pelo rabo de minha amiguinha e enquanto a outra limpava meu pau com sua língua. Não agüentei de tanto tesão e comecei e chupar aquela bucetinha cabeluda, queria a sentir gozando em minha boca, enquanto isso minha amiguinha deitou em minhas costas e me beijava a nuca. Foi algo muito louco, ainda mais para um cara de dezenove anos. As duas não se tocaram, não existiu troca de carinhos entre elas, sexo, apenas me comeram com muito prazer. Fui embora na madrugada da segunda-feira, passamos o domingo que nos restava bebendo e transando. Foi a primeira e única vez que experimentei cocaína, fiquei extremamente perturbado por não lembrar o que acontecera durante algumas horas, e não me interessa consumir algo que irá me fazer perder a consciência. O interessante dessa viagem é que quando voltei ao Brasil fui a um médico fazer exames e pedi para me passar o teste de AIDS, uma vez que tinha transado sem preservativos, passado um período inconsciente e tal e o médico, de um grande e renomado hospital, me perguntou se eu era gay, pois em suas palavras “buceta não transmite AIDS”. Nessa época me tornei doador de sangue, coisa que faço até hoje.

sábado, 2 de maio de 2009

Das Experiências...

Strasbourg (França), 1994. Sábado, seis da manhã, dia frio, não conseguia enxergar Saint-Ame, as nuvens cobriam a cidade. Desci a montanha, tudo ficando mais escuro, parei no posto e enchi o tanque, na minha mente Satrasburg era o objetivo. Continuei descendo a montanha, sentido a fronteira (França e Alemanha), ao chegar a Strasbourg tive um pequeno problema com a policia, facilmente contornado com uma cara de pau impressionante, nem eu acreditei. Como tinha dezenove anos não podia dirigir em outro país sem ter carta de lá. Estacionei meu carro na lateral de uma igreja, a beira de um lindo canal e fui andar e conhecer o centro antigo da cidade. Passeando pelas belas ruas, observando a arquitetura, contraste entre a moderna e o centro medieval, as igrejas e a belíssima Catedral Gótica do centro, com suas esculturas fantásticas e portais monumentais e inimagináveis em sua estrutura. Estava andando por uma grande praça, Place Kleber, de pedras, que observando com mais detalhes, era de granitos provenientes do Brasil e tinha sido construída a menos de três anos, como um projeto de revitalização do centro histórico. Andando pela praça fui abordado por um homem com um grande casaco que me perguntou o que estava procurando, disse que nada, apenas passeando, viu que era brasileiro e começou a puxar conversa e depois de algum tempo me ofereceu drogas, abriu o casaco e lá tinha de tudo, de maconha a cocaína, agradeci e perguntei onde ficava a praça do comercio, Place du Marche. Sem palavras para descrever a beleza desta praça, renovada, mas mantendo o padrão original do designer e o padrão de cor das pedras. Passeando pela Place du Marche, me deparei com uma loja da Paco Rabanne, certo, sou um apaixonado por um perfume da Paco Rabanne denominado Ténéré, que infelizmente vez por outra é interrompida sua produção. Entrei na loja e fui recebido por uma linda suíça, loira, magra, seios médios, olhos castanhos claros, cabelos longos, lisos e simpática. Perguntei sobre o perfume e me disse que estava em falta, na verdade a Paco tinha parado de fabricar, o que me deixou indignado, me apresentou outros, terminei comprando outro e na cara dura perguntei de que horas ela iria sair, com uma mistura de Frances com inglês desajeitado. Ela super simpática disse que sairia às nove da noite e a convidei para tomarmos algo nos bares da praça, ela sorriu e aceitou. Nove em ponto estava na frente da loja, nem sabia onde iria dormir, pois não tinha procurado nenhum hotel, mas sabia que existia um albergue e tinha minha carteira do STB e o passaporte, dava pra desenrolar. Fomos caminhando até um bar, ficamos na calçada conversando, ela gostava de cerveja, que bom, eu adoro cerveja. Conversa vai, meio desengonçada pela questão idiomática, mas fluindo e depois de alguns copos ela me convidou para ir a uma festa de amigos em uma boate e seguimos, meio, eram umas onze da noite, chegamos e tomei algumas coca-colas com café pra agüentar a noitada. Chegaram umas amigas e amigos, entre os amigos estava o cara que conhecera a tarde vendendo drogas, mundinho pequeno!!! Em uma cidade com quase oitocentos mil moradores tinha de estar lá, me preocupei, afinal era estrangeiro, mas a noite foi fluindo, até que uma amiga dela disse que eu deveria tomar “bomba”, uma espécie de drink feito com dez tipos diferentes de bebidas alcoólicas e café. O terrorismo da coisa era que pra cada dez quilos do meu corpo teria de tomar um copo e como pesava cento e dez quilos e o negócio era pesado, fiquei só imaginando, então após tomar o primeiro pedi licença, fui até o gerente da boate e pedi para que guardasse meu passaporte e cartões de crédito, não sabia onde iria terminar aquela noitada, e por coincidência o gerente era português e conversamos uma pouco, super gente boa. Deixei as chaves do carro, passaporte, cartões de crédito, ficando apenas com a carteira de motorista, cópia do passaporte (sempre ando com uma na jaqueta) e dinheiro. Voltei para a mesa e me dediquei à prova dos onze copos de “bomba” e muita conversa fora, até onde podia entender afinal aquele coquetel estava fazendo efeito e os pensamentos se conturbavam. Daqui a pouco começaram as idas ao banheiro, em grupos, ou seja, o pó já estava rolando e a noite se estendendo. (continua...)

sábado, 25 de abril de 2009

Das surras bem dadas...(continuação)

... Passei em sua casa e disse que iria sair comigo, estava vestindo um vestido longo e branco, entrou no carro com uma bolsa e disse que dentro tinha um brinquedo bem grande e que gostaria de experimentar em mim... Fiquei rindo compulsivamente, disse que ela estava enganada, que comigo não iria fazer o que queria e disse que sente muito prazer em machucar um homem, em sodomiza-lo, gozava só olhando. Eu disse que a única pessoa que seria maltratada seria ela. Segui em direção ao acampamento da empresa, região de catinga com algumas arvores maiores, tinha plantações de mangueiras na proximidade do rio perene, que naquela época estava com água. Entrei por dentro do rio com o carro, não era fundo e conhecia bem o trajeto. Chegamos a uma área com mangueiras e cajueiros, mandei-a descer do carro, já sem roupa, peguei sua bolsa e retirei o brinquedo, devia ter uns quarenta centímetros, eram quase dois palmos de minha mão, que tem vinte e cinco centímetros. Peguei uma corda de seda fina que tinha no carro, mandei que abraçasse a arvore, peguei suas mãos e amarrei do outro lado, fiz o mesmo com seus pés, ficou abraçada na arvore e toda aberta. Comecei a beijar seu corpo, seu pescoço enquanto passava pelo seu corpo seu brinquedinho... Aquele corpo branco se destacava no tronco da arvore escura, o som da água correndo no rio, lua cheia que iluminava seu corpo através do reflexo na água, destacando ainda mais. Comecei a morder seu corpo, seus braços amarrados, sua axila, suas costelas, sua bundinha, suas coxas, tornozelo. Estava abaixado, mordendo suas coxas, quando a cachorra começou a urinar em cima de mim, fez de propósito, queria me provocar, molhou meu rosto e minha camisa, que tirei e fui ao rio me lavar e molhar a camisa e com um golpe da camisa molhada bati em suas costas, ela gemeu e se retorceu, comecei a bater com força em seu corpo, ela gemia, ficou pendurada pelos braços amarrados, peguei seu brinquedo e enfiei em sua buceta até não ver mais, ela gemia feito louca, continuava batendo nela, peguei minha mão e abri seu rabo, fui metendo dedo por dedo, até quatro, não consegui colocar minha mão toda, mexia, ela começou a se contorcer mais e mais, roçar seus pequenos seios na casca da arvore e engolir meus dedos. Se machucando na arvore até entrar em gozo e se tremer toda, contraindo todos os músculos, começou a gozar a gritar pedindo que a soltasse, pois estava com uma câimbra em suas pernas, seus pulsos doíam. Soltei-a e caiu no chão, ficou ofegante e se contorceu abraçando as pernas. Peguei-a pelos braços e entrei no rio, água gelada, ela me beijou, se segurou em meu pescoço, seus seios estavam arranhados e um pouco ensangüentados do roçado na arvore, que visão aquela. Ela se ajoelhou no rio e começou a me chupar até que derramasse meu leite em sua boca. A levei pro carro e dei uma camisa minha e fui com ela para o acampamento, nos deitamos em minha rede e dormimos juntos, no outro dia a levei em casa. Ela se despediu com um beijo longo e um olhar de agradecimento. Soltei um beijo e disse que não mais a veria, estava terminando meu trabalho na região e nunca mais a vi. Posteriormente, na verdade duas semanas depois, soube que o marido a pegara traindo e matou o amante, ela conseguiu fugir.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Das surras bem dadas...


Estava montando um projeto em uma cidade no interior, iria passar cerca de dois meses fazendo uma sondagem na região, para avaliação da viabilidade econômica de um determinado mineral. Na segunda semana na região, ficava lá entre terça-feira e quinta-feira pela manha, encontrei na rua uma mulher bonita, loura, pela branca, olhos castanhos esverdeados, falsa magra, mais de 1,70m, bem vestida. Estava no mercado comprando suprimentos para o acampamento da empresa, que ficava cerca de 25 km da cidade no meio de uma cadeia de montanhas. Bastante simpática puxou conversa e no decorrer a convidei para almoçar e estender o assunto. Prontamente aceitou só que impondo ser em sua casa o almoço, aceitei. Ao chegarmos a sua casa me ofereceu uma bebida, conversamos por alguns minutos, e sua empregada colocou a mesa, durante o almoço ela me falou que seu marido trabalhava em uma cidade a 150 km e que toda semana sai na segunda e retornava na sexta-feira a tarde. Terminamos o almoço e eu precisava ir, me perguntou onde dormia, disse que no acampamento da empresa, afinal tínhamos uma ótima cozinheira, uma noite bem agradável e um belo alpendre onde pendurava minha rede, adoro dormir em rede. Convidou-me para conversar naquela noite. À noite, após um banho de rio, borrifadas de Ténéré, roupa limpa, me dirigi para cidade. Ela me recebeu em uma mini saia justíssima de couro preto, tinha uns trinta e poucos anos, sutiã de couro preto, botas pretas, batom vermelho forte, um ar de dominadora. Começamos a tomar um uísque, ela com aquele ar de malvada, olhou nos meus olhos e disse que passou a tarde pensando como iria me maltratar na cama, dei uma risada forte e disse que isso não aconteceria e que se quisesse ser maltratada chamasse o marido dela, pois já tinha escutado falar de como ele era um cara violento. Ela riu e disse que o marido era bravo com os outros, mas com ela era um cachorrinho obediente. Ela chegou junto e me deu uma tapa na cara, peguei seu braço e apertei, veio com a outra mão me bater, ela era magra mas tinha força, dominei seus braços e disse que iria embora, pois também sabia de sua fama de puta e que não iria come-la sem camisinha, ela gemendo pela força que colocava em seus braços me disse que tinha muitas escondidas e que isso não seria problema. Joguei-a de lado, ela sorriu sentada no chão, a empurrei com o pé e a virei de costas pra cima, peguei minha mão e a levantei pela saia, expondo seu rabinho arreganhado de tanto ser fudia por trás. Joguei-a no sofá, coloquei meu pau pra fora e mandei chupar, a vagabunda mordeu com força, levou uma tapa tão forte que saio sangue pelo canto da boca, ela tremeu, me olhou com ar de prazer, se ajoelhou e me chupou com carinho, revezando entre chupadas e beijos nas minhas coxas. Mandei que pegasse a camisinha, ela colocou no meu pau, enquanto beijava meus testículos. Mandei que ficasse de quatro no sofá, a visão daquele rabo arregaçado me deixou muito excitado e meti de uma só vez em sua buceta, quente e molhada, meti duas vezes apenas, tirei e enfiei em seu rabo...se remexeu de prazer, comecei a estocar seu rabo e bater com força em suas nadegas, me pediu para bater com mais força, batia e metia, ela pedindo mais força, tirei o pau de seu rabo, puxei seus cabelos com força, quase arrancando sua cabeça de seu corpo, comecei a bater com força em seu traseiro, minhas mãos doíam e ela gemia feito louca, bati tanto que ela se mijou, suas pernas tremiam e pedia mais e mais, aquele aroma de urina no sofá, sua bunda vermelha, minha mão direita anestesiada e continue batendo até aquela mulher gozar feito louca, se tremia no sofá, ficou de lado se tremendo, apertando os seios pequenos com força e se tremendo compulsivamente. Que loucura, fiquei apenas observando, ela parou e começou a chorar de dor, cheguei junto de seu rosto, dei um beijo em sua testa e disse que ela agora iria me masturbar até gozar em cima dela... Pediu por favor, que a deixasse ali, quieta, que estava com muitas dores, que nunca tinha sentido tanta dor... Peguei meu pau e coloquei em sua boca, puxei pelos cabelos e mandei chupar... Confesso que estava muito excitado com tudo aquilo e que tinha de jogar meu tesão pra fora, ela sem forças e eu mesmo fazendo os movimentos de sua cabeça... Gozei com tanta força que ela se engasgou e vomitou. Peguei minha roupa e fui para seu quarto me deitar. Na manhã seguinte ela me acordou com um beijo e café na cama, eram seis da manhã, disse que tinha de sair antes das sete, pois a empregada chegaria a não deveria me ver na casa, seu rosto estava um pouco roxo, passei a mão em sua bundinha magra e ela quase grita de dor, tomei um café, peguei sua mão e coloquei a me masturbar, mãos pequenas, magras, mas sabiam pegar em um pau, me masturbou até gozar, me levantei e tomei um banho. Disse que voltaria outro dia, ela me pediu que voltasse sempre nas quartas, uma vez que na segunda-feira e terça-feira eram de seus dois amantes e que nestes dias era ela quem batia e não o contrario. Na outra quarta-feira... (continua).

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Selinho do Blog...

Pessoal, resolvi fazer um selinho para homenagear a todos que freqüentam o blog e que curtem tanto quanto eu o sexo bom, gostoso, sem pudores, prazer e muito tesão!!! Bem, o selinho está ao lado, quem quiser e tiver coragem, pode e deve colar em seu blog, é de graça!!! Desculpem-me se ficou meio tosco, não sou designer, mas posso dizer que a modelo que posou pro selinho fez com muita paixão e tesão a mil, vocês nem imaginam quanto tesão estava rolando nessa hora, fiquem na imaginação!!!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Dos Sustos (I)...

Estava em uma festa em uma pequena cidade do interior, onde tenho uma propriedade. Na festa, quem conhece cidade de interior sabe como se comportam as meninas diante de um homem da cidade grande, tanto as mais novas como algumas casadas. Neste dia estavam na mesa, o prefeito e mais algumas autoridades da cidade, entre elas o secretário de finanças e sua bela, gostosa e novinha esposa. A noite foi correndo, regada com vinho, acompanhamentos e troca de olhares. Não conseguia tirar o olho daquela moreninha clara do corpo bem feito e olhos de índia. A certa altura da noite, a maioria já bêbada ou cansada, me levantei para ir embora, minha propriedade fica a uns 10 km da cidade em estrada de chão, me despedi do grupo, a moreninha não estava na mesa, tinha saído há algum tempo e fui para meu carro, em uma rua próxima. Quando estava chegando ao carro, cruzei com a moreninha dos olhos de índia, ela perguntou por que estava indo embora, disse que não agüentava mais ficar ali naquela mesa, naquela praça, na cidade!!! Disse de forma meio forte. Ela me olhou nos olhos e perguntou por que, quando disparei, claro que sobre efeito de alguns litros de vinho. Disse que estar naquele lugar e não poder beijá-la me deixava louco!!! O sorriso dela foi de uma orelha a outra, seus olhos ficaram mais fechados ainda. Um lindo sorriso e um suspiro de desejo. A rua estava movimentada, cidade pequena. Pequei o numero de telefone de sua casa, disse que ligaria no outro dia ás nove da manhã. Liguei, ela atendeu manhosa, disse que estava na cama, o marido já tinha saído pra trabalhar e ela estava sozinha, não tinham filhos ainda, estavam casados há pouco tempo. Falei que queria me encontrar com ela, me deu o endereço, estacionei o carro atrás do muro de sua casa e pulei. Ela estava linda, com um vestido curto, seus seios pulando, acabara de tomar banho, cheirosa. Ficamos nos flertando por uns 30 segundos, não dizíamos nada, não nos tocamos, apenas nos olhando. Caminhei em direção a ela, tirando a camisa, que havia rasgado quando pulei o muro, peguei-a pela cintura, e a beijei com força!!! No jardim de sua casa tirei seu vestido, não estava de calcinha, pelinhos ralos, bucetinha pequena e cheirosa. Ajoelhei-me e comecei a chupar com força, ela gemia e puxava meus cabelos, coloquei-a de quatro em uma cadeira embaixo de uma grande mangueira e penetrei sua bucetinha molhada enaquanto adimirava sua linda bundinha> Metia com força e rapidez, ela gozou. Gozou em um gemido baixo, quase faltando ar. Sentou-se na cadeira e começou a me chupar, me punhetava com frenesi enquanto sua boca engolia minha cabeça encharcada. Gozei em sua boca, lhe dei um beijo, fechei minha calça e pulei o muro. No tempo em que ficamos naquele jardim não trocamos uma única palavra. Ligou-me na mesma noite, era cedo, disse-me que seu marido tinha viajado e queria saber se eu queria visitá-la, disse que sim, não havia ainda explorado sua linda bundinha. Disse que chegaria a sua casa lá pelas onze da noite, e pularia o muro. Resolvi não ir de carro, pra não deixar a vista do lado de fora a noite inteira, meu carro na época chamava muita atenção. Fui em uma das motos da propriedade. Pulei o muro e ela estava me esperando, com uma garrafa de vinho e de roupa intima. Beijamos-nos, ela se pendurava em meu pescoço, me agarrava com voracidade, arranhava minha costas, mordia meus lábios... ainda bem que passaria cerca de oito dias pra retornar pra casa, se não a confusão seria grande com a namorada. Tirou minha roupa, estávamos na sala, me chupou com força, puxei seus cabelos longos, lisos e negros, mandei que ficasse de quatro, queria chupar seu rabo, penetrá-lo com minha língua, abri espaço. Ela ficou, comecei a chupá-la, chupando com volúpia, acariciando seu rabinho, enquanto colocava dois dedos em sua buceta e a masturbava. Gozou em meus dedos, seu rabinho piscava em minha língua, rebolava feita louca, em uma mistura de tesão e agonia. Virou-se, me agarrou novamente e me beijava enloquecidamente. Pegou em minha mão e disse que queria ser comida na sua cama, em seu quarto. Entrou deito-se com a bundinha pra cima, e pediu para penetrá-la com força, de uma só vez, queria sentir dor e prazer. Fui para cima, me ajoelhei entre suas ancas, abri seu rabinho, coloquei o dedo em sua buceta ensopada, lubrifiquei seu rabo, penetrei com um dedo, depois dois, mexendo para os lados, abrindo, ela gemia, peguei meu pau e meti de uma só vez!!! Ela gritou de dor!!! De Prazer!!! Ainda tinha um rabinho muito apertado, pedindo pra ser arrombado. De repente um barulho no portão, já era madrugada, o portão se abre e entra um carro. Se marido tinha voltado, meu coração começou a bater tão forte que achava que sairia pela boca. Pulamos da cama, ela me olhou e disse que distrairia o marido enquanto eu pulava pela janela e pelo muro. Só que minhas roupas estavam na sala e tive de fazer isso completamente nu. A cena era a seguinte, cerca de uma e meia da madrugada, completamente nu, pilotando uma moto por cerca de 10 km, em uma região onde a temperatura média a noite fica em torno de 15 graus, com ventos constantes e sensação térmica lá embaixo, o coração saindo pela boca. Cheguei à minha casa, coloquei uma bermuda, peguei uma garrafa de uísque, fui pro alpendre, deitei na rede e fui relaxar do susto. Hoje é um grande motivo de piada, no dia foi bruto, mas tem muitas outras histórias de flagras e quase flagras. Quanto à moreninha com olhos de índia, bem, peguei minhas roupas em outra oportunidade e transamos muitas e muitas vezes depois.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Desejos...

Ruivinhava, falsa magra, cerca de 1,60m, voz de menina, jeito de criança mimada. Certa vez estávamos na casa dos meus pais, naquele churrasco, muita cerveja e a farra correndo solta, em certo momento estava na piscina com minha namorada, ela entrou, chegou junto e pediu para que a levasse nos braços até a parte funda, minha namorada não fez questão, pois para mim aquela menina, dois anos mais nova era como uma grande amiga e a coloquei nos braços. No caminho, ela já meio bêbada, me olhou e disse que queria um beijo na boca, sorri e disse que ela estava exaltada, mas reintegrou seu pedido, me neguei. Voltei para a parte rasa e procurei evitá-la o resto do dia e ficando o máximo de tempo junto com minha namorada. Certo momento, fui com minha namorada para meu quarto, ela nos seguiu, deixei a porta aberta propositalmente, quem sabe ela se tocasse e me deixasse em paz. Estava com tesão de sexo, joguei minha namorada na cama e levantei seu vestido, abaixei minha bermuda e meti em sua buceta suculenta, porta entre aberta. Percebi que ela estava na porta nos olhando enquanto eu metia com força em minha namorada, ainda mais com tesão por estar sendo observado, embora não quisesse nada com ela. Virei minha namorada de quatro e comecei a comer seu rabo, ela lá, olhando pela brecha, minha namorada gemendo, comecei a masturbá-la enquanto a enrabava, ela gozou bem forte, puxei-a pelos cabelos e gozei em seu rosto, bem na frente da nossa espectadora. Saímos do quarto e voltamos pro churrasco, pouco tempo depois eu estava na piscina com os amigos, ela entrou e me chamou no canto, já estava escurecendo, me disse que queria muito que gozasse em sua cara como fiz com minha namorada, me fiz de desentendido e sai da piscina. Três semanas depois estava no shopping, indo pro cinema, gosto de ver filmes sozinho, e de repente encontrei a minha amiga ruivinha, conversamos, fingimos que nada tinha acontecido e ela me perguntou onde estava indo e disse que iria assistir a um filme, disse que iria também e fomos juntos. Sempre sento no final, ela junto, o cinema não estava cheio, pré-estréia só se for Star Wars!!! Em nossa fileira somente duas garotas. O filme começou e ela pegou em minhas mãos, disse que estava com frio, pouco depois se encostou a mim, mesmo motivo, deixei, mas juro sem segundas intenções. Começou a apertar minha coxa direita, comecei a lembrar do dia na piscina, meu pau ficou duro, ela percebeu, eu estava de bermuda, pegou, não tive duvidas, abaixei minha bermuda, ela começo a me masturbar, peguei-a pelos cabelos e a coloquei a me chupar, as duas garotas olhavam de lado e fingiam que nada acontecia, ela me chupava com força, gozei!!! Coloquei-a em meu colo, beijava-a com frenesi e fui até sua buceta com minha mão, ela pegou na minha mão e me disse pra tomar cuidado, era virgem!!! Senti um frio na espinha na mesma hora, coloquei-a na cadeira ao lado. Abriu suas pernas. Estava de vestido, puxei sua calcinha, me ajoelhei e chupei sua buceta, suguei com força, não levou muito tempo para que ela gozasse, quase arranca meus cabelos. Olhei pro lado e as duas garotas estavam olhando descaradamente, nem parecia mais que existia filme algum. Levantei-me e fui embora, ela me seguiu até o estacionamento, me pediu para que a levasse a um motel, queria ser minha, perder a sua virgindade comigo. Entrei em meu carro e fui embora. Está casada, mas não consigo ficar a sós com ela em lugar algum, ela me come com os olhos, como se faltasse algo!

terça-feira, 24 de março de 2009

Das Vontades...

Tínhamos um caso, e certa vez ela comentou que achava um grande tesão quando via minha arma (de verdade...Hehehe), uma pistola calibre 380 e pensara algumas vezes em ser violentada por aquele objeto de poder. Conversamos sobre isso, rimos um pouco, mas não dei bola e continuamos nossos encontros, quase sempre em seu apartamento, não tinha esquecido do seu desejo, mas sempre tive na cabeça que tudo tem seu momento, a oportunidade perfeita!!! Um dia brigamos pelo telefone, ciúmes dela com minha namorada, ela também tinha namorado, essa era nossa condição, amantes, mas ela teve uma crise de ciúmes porque na noite anterior ambos os casais se encontraram em uma boate, lógico que nem eu conhecia o namorado dela e ela não conhecia minha namorada. Nem imaginava o quanto minha namorada era safadinha, a ponto de me chupar em um canto da boate, mas a vista de várias pessoas, inclusive dela, o que a deixou irritadíssima, a ponto de ir embora. No dia seguinte me ligou i, querendo terminar, disse que tudo bem, mas queria ter um ultima trepada com ela, afinal fode muito e chupa divinamente, menos com pláteia...Hahahahaha. Ficou puta com isso e me mandou se fuder!!! Eu disse que estaria indo para seu apartamento, ela retrucou que nem me deixaria subir, não precisava já era conhecido no prédio. Bati na porta, ela no olho mágico, disse que não abriria, pedi apenas para que abrisse uma brecha que lhe entregaria algo e iria embora, abriu com a correte de segurança, arrombei a porta com um murro, entrei e a peguei pelos braços, com força, fechei a porta, disse iria comê-la e iria embora, ela disse que isso não iria acontecer de forma alguma, prendi seus braços com uma das minhas mãos, a empurrei para o quarto, ela começou a gritar, mandei que calasse a boca, ela estava apenas de camisola, rasguei e a joguei na cama, seus pulsos estavam marcados pelo aperto de minha mão. Ela estava furiosa, me deu um chute, puxei minha arma, coloquei na sua buceta, dei uma tapa em sua coxa, mandei que abrisse as pernas. Esta era a oportunidade que eu estava esperando!!! Sem tirar o pente de munição e com um na agulha penetrei com calma, para não machucar muito, batia nela e a chamava de puta e dizia que toda vez que eu a quisesse comer teria de me dar sem reclamar, pois era minha puta e ninguém a fazia gozar como eu. Não foram mais que dois minutos, ela gozou como nunca, tirei a arma, mostrei que estava com munição e dei mais algumas tapas com força em sua bunda, tirei minha roupa, me masturbei e gozei em sua cara, a beijei e fui embora. Nem preciso dizer que ganhei de presente naquele dia um lindo jantar de velas em seu apartamento, um perfume fantástico, e apesar de estar dolorida transamos a noite inteira.

sábado, 21 de março de 2009

Meme repassado pela Minha Insana


Vejamos :

1 ) O que te move?


De uns três ano pra cá, minha filha...ela é tudo!!!

2) O que te levou a escrever um blog?


Descobri que certas histórias que vivi, foram fora do normal de muitos que conhecia e sempre tive vontade de escrevê-las, então ao ler um blog de um primo, sobre política, vi a oportunidade no blog, embora nunca tivesse pensado que teria uma boa repercussão. Que bom!!!

3) Um defeito seu:

Um só??? Que bom!!! Hehehehe... Sou sarcástico em algumas discussões.

4) Uma grande virtude sua:

Procuro sempre fazer o bem e ajudar as pessoas.

5) Um desejo realizado...

Foram tantos, só tenho a agradecer a Deus por tudo de bom que ele me deu e que ainda me dará.

6) Um desejo a realizar...

São tantos...Hahahahahaha!!! Ver minha filha crescer e ser muito feliz!!!

7) Minha maior loucura:

Que já tenha feito??? Putz, fiz tantas, nem sei como ainda estou vivo!!! Hehehehehe...As vezes penso em mudar completamente minha vida, mas as responsabilidades não permitem, mas quem sabe no futuro, pois acho que nunca é tarde para mudar.

terça-feira, 17 de março de 2009

Dos Mircs...II

Foi interessante nosso encontro no MiRc, estávamos em um grupo falando de locais fantásticos no mundo, ela começou a falar em alguns locais, os quais eu conhecia e cometei sobre estes, só que ela pensava ser um comentário sarcástico e ficou irritada, me mandou a merda e disse que sentia pena das pessoas que não tinham pelo menos a decência de ficarem caladas e aprenderem, dei uma grande risada e abri um canal direto com ela, dizendo que realmente conhecia aqueles lugares de que não estava sendo sarcástico e mandei alguns arquivos de fotos para ela provando. Desfeito o desentendimento começamos a conversar, cada vez mais, trocarmos e.mails e quando vimos estávamos ligados um a outro, mas nada com relação a sexo, apenas amizade e um sentimento forte de atração. Certo dia, perguntei se não gostaria de me conhecer pessoalmente, ela disse que amaria, comprei passagens para Floripa, cheguei numa sexta-feira, fui até a faculdade de direito, onde estava fazendo um mestrado. Liguei para seu celular e disse que estava no estacionamento, ela pensara que era brincadeira, já a conhecia por fotos, mas quando chegou vi o quanto era realmente linda!!! Cabelos curtos encaracolados, loiros, olhos azuis claros, pele branca-avermelhada pelo sol catarinense, um linda mulher, de deixar qualquer um de queixo caído. Chegou junto ao carro que eu estava, sorriu e me abraçou me dando um beijo forte e longo, saímos, ela me levou para um lugar lindo, um convento no alto de um morro, com uma vista perfeita da Baia da Traição, ficamos ali namorando até escurecer, beijos e muitos carinhos, juras de paixão. A noite foi me apresentar a sua família, irmão, seus pais e uma tia que estava de férias em sua casa, todos já me conheciam através de nossos telefonemas e e.mails. Fomos a um restaurante, todos da família, passamos uma noite maravilhosa, nos beijamos a noite inteira. Despedimos-nos de sua família, ela foi comigo para meu hotel, subimos, ficamos na varanda olhando a ponte que liga a ilha ao continente, beijávamos, comecei a tirar sua blusa, nos olhávamos com paixão, ficamos nus na varanda, fazia frio, sua pele estava toda arrepiada, coloquei-a nos braços, levei para cama, comecei a beijar seu corpo, cada pedaço, levei todo o tempo do mundo, não tinha pressa, queria que aquilo durasse pra sempre. Cheguei a sua buceta, peludinha, cortadinha nas laterias, volumosa no meio, estava com os pelinhos melados, comecei a chupar, sem força, com carinho, ela gemia, dizia que me esperava há tempos, chupava com amor, parava, beijava sua boca com força, chupava novamente, passei um longo tempo nisso, não a deixava gozar, sentia quando estava perto, parava a penetrei. Penetrava com calma, sem pressa, apenas indo bem fundo, tirava todo, colocava novamente, estávamos em êxtase, em sintonia, em harmonia, nossos corpos eram um só, gozamos juntos, me virei com ela, não tirei de dentro, dormimos, ela em cima de mim, foi mágico. Acordamos mais de dez da manhã, ela ainda estava em cima de mim, nos beijamos, quando ela tentou levantar a puxei de volta, a virei de bruços, beijei seu pescoço, suas costas, suas nadegas, suas coxas, pernas, seus pés, me deitei sobre suas coxas, minha boca em seu lindo traseiro alvinho, abrir sua bundinha, cuzinho bem clarinho, ela fechou, dei uma tapa em seu traseiro, com força, a marca de minha mão ficou, mandei relaxar, deixar que eu fizesse o que eu quisesse. Relaxou, comecei a beijar, afastei suas pernas, coloquei um dedo em sua buceta, ainda estava gozada da noite anterior, coloquei outro dedo, chupava seu cu e a penetrava com meus dedos freneticamente, gozou rápido e com tesão louco, se virou e me beijou com força, guiei sua boca até meu pau, ela lambia, beijava, chupava, me beijava!!! Essa história foi longa, até hoje me pergunto por que não estamos juntos, coisas do destino. Quem sabe???

sexta-feira, 13 de março de 2009

Dos Mircs...I

Conhecemos-nos no Mirc, programa da conversação que já fora muito utilizado para bate-papos na net. Ela morava a 120 km de minha cidade, mãe, casada com um coronel do exercito, transferido a menos de seis meses para aquela cidade. Na época utilizava meu nome como Nick, ela se interessou e abriu uma conversação, trocamos longos textos, por dias seguidos em horários definidos, trocamos telefones, marcamos horário de nos falarmos, horário em que fazia um cursinho a noite. Certo dia marcamos um encontro, no shopping de sua cidade, cheguei no horário marcado, ela estava me esperando. Cerca de 38 anos, morena baixinha, seios firmes e de tamanhos proporcionais ao seu corpo, estava de blusão de couro, calça apertada, uma bela morena estilo country. Fomos para um bar, seu marido havia sido chamado para uma reunião em Brasília e só voltaria no dia posterior, conversamos por longas horas, ela com aquele olhar brilhando, falava o tempo todo que se apaixonara pela minha voz na primeira vez que nos falamos ao telefone. Bebemos vinho e conversamos muito, estava louco pra experimentar sua buceta, ela não parecia ansiosa pelo sexo, talvez por ser casada, por estar apaixonada, pelos filhos, não sei, mas minha mente só pensava em chupar sua buceta, que pelo desenho em sua calça parecia ser suculenta. Cerca de onze da noite ela me pediu para que a levasse em casa, pois havia ido pra o shopping de taxi e deixara o carro em casa, saímos e no caminho comecei a alisar suas coxas, ela sorriu e pegou em minha mão, beijou, acariciou e apertou contra suas coxas. Parei o carro no sinal de transito e a beijei, que boca gostosa, beijava muito, desviei o trajeto e fomos para um motel, entramos no quarto, pedi para que se despisse para mim, ela ficou meio tímida, mas depois de alguns beijos e mordidas em seu pescoço fez o que pedi. Corpo pequeno, seios firmes, nem usava sutiã, tão pouco era silicone, corpo torneado, sua pele morena brilhava, suas coxas eram lindas, ficou de calcinha de renda preta, olhei para sua bucetinha, como pôde aquela bucetinha ter tido dois filhos de pato normal??? Peguei-a pela cintura e coloquei em cima da cama, comecei a beijar seu corpo, virava, beijava, comecei a tirar sua calcinha com minha boca, aos poucos, lentamente, parava, beijava mais e votava a retirar sua calcinha, que neste ponto estava completamente molhada. Tirei sua calcinha, deixa-a em pé na cama, comecei a lamber seu corpo todo, dos pés até morder seus cabelos, minhas mãos passeavam pelo seu corpo, apertando aquele corpo durinho, que jurava não ser malhado, por mais que eu perguntasse. Virei sua bundinha em direção a minha boca, abri com as mãos, comecei a cheirar com força, colocando meu nariz em seu cuzinho, estava tomando porre em seu rabo, ela ficou vermelha, disse que nunca fizera aquilo, coloquei minha língua, ela se arrepiou completamente, a deitei na cama, levantei sua pernas, deixei aquele cuzinho arreganhado em minha frente, chupei com força, penetrei com minha língua, ela gemia, escorria um caldo de prazer de sua buceta, o qual eu lambia com muito tesão e empurrava em seu cuzinho com minha língua. Abaixei sua pernas, tirei minhas roupas, cheguei ao lado dela e coloquei meu pau duro e melado em sua boca, beijou com se fosse um boca, me chupou com tesão, quase gozei, para me segurar me voltei para sua bucetinha, linda, pêlos bem cortados, raspadinha nas laterais, comecei a chupar, acho que não levou mais do que 60 segundos para que gozasse, tremeu muito, apertava seus seios com força e tremia as pernas, abri suas pernas, penetrei com força, meti com rapidez e força, gozei forte, enchi sua buceta de porra, ela ainda tremia, olhei em seu olhos e a beijei, ficamos conversando, ela nua deitada em cima de mim, eu alisava seu corpo, ela fazia planos para nós, dizia que queria se separar, pois a vida com seu marido era muito ruim, ele a tratava como um poço de porra, a comia todos os dias, mas não fazia sexo, apenas a penetrava e gozava, fazia tempo que não sentira um orgasmo que não fosse com seus dedos e alguns objetos que utilizava como companheiros. Deixei-a em casa, era tarde, tinha filhos. Durante uns três meses pelo menos uma vez na semana eu a visitava, todos os dias me mandava fotos de sua bucetinha, de seu rabo, de seu corpo. Seu marido um dia entrou em seu computador, descobriu os e.mails, me mandou um e.mail dizendo que esquecesse sua mulher, caso contrario ele iria me matar, não liguei, ela me mandou um e.mail dizendo que seu marido pediu transferência para outra região do país e que não mais nos veríamos, mas que nunca esqueceria de nossos momentos de paixão e eu nunca esqueci aquela moreninha.

De Volta...

Dos retornos esperados...

Caros leitores, amigas, amigos do blog, estou de volta, retornei para o mundo real, ou melhor, virtual!!! Foram trinta e dois dias de ausência, embora em alguns momentos tenha entrado e publicado alguns comentários, mas sem tempo real para interagir com esse fantástico mundo virtual.

Dos momentos de saudades...

Interessante como senti saudades daqui, na verdade foram poucos momentos de cabeça free para pensar, mas nestes momentos lembrava daqui e de algumas pessoas importantes e amizades que fiz, mas agora durante um bom tempo poderei interagir postar, comentar, viver este mundo. Por falar em postar, durante minha viagem tive algum tempo e escrevi umas três ou quatro memórias, que irei publicar no decorrer da(s) semana(s), isso depende do tempo que terei de imediato, uma vez que tenho de por minha vida em dia!!!

Das aventuras e desventuras...

Nestes dias ausentes do mundo real e virtual, tive muitas aventuras e desventuras, algumas das quais iriam me privar de estar aqui mais uma vez, porém me fez reforçar que tudo, apesar do perigo, é valido e que temos sempre que correr atrás de nossos sonhos e realizações. Lembrem que nada é fácil, mas que se temos vontade e força o universo conspira ao nosso favor, e viver é algo que devemos buscar sempre!!! Por isso, apesar dos acontecimentos, estou de volta!!!

Momentos...Volupté

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Das ausências momentâneas...

Dos Blogs...


Caros leitores, amigos e amigas que acompanham o Blog Momentos...Volupté. Bem primeiramente gostaria de dizer obrigado a todos aqueles que me acompanham e fiquei surpreso com a repercussão do blog, afinal não pensava quando o criei que teria seguidores, uma vez que minha intenção foi de apenas criar um banco de memórias e colocar em textos momentos de minha vida. Confesso que sempre tive essa vontade, mas não conhecia esse mundo de blogs e por ocasião da visita ao um blog de um primo descobri esse mundo tão diversificado e cheio de conteúdos que me fascinou ao ponto de criar meu próprio blog, mas “sem segundas intenções”, “apenas compartilhando alguns bons momentos” de minha vida.

Das amizades e descobertas...

Como disse o blog foi criado sem que imaginasse a repercussão, pois não apenas os comentários, mais os e.mails recebidos e respondidos me trouxeram novas amizades e os bloqueiros que entraram me levaram aos seus mundos particulares, ou nem tantos. Novas descobertas, blogs interessantes, não necessariamente eróticos, mas muito bem formatados e com textos espertos, belos, inteligentes, etc.

Dos conteúdos...

Nesta aventura bloguista descobri diversos blogs, blogs os quais inclusive me tornei amigo dos proprietários, trocando comentários, brincadeiras e papos cabeça. Esse mundo me mostrou novos amigos a ponto de trocarmos e.mails quase que diariamente. Também encontrei uma pessoa que me fez ficar Insano em alguns Momentos, nos demos muito bem, trocamos, o que eu costumo chamar de Pelejas, em sue blog e e.mails. A minha Insana mostrou que muitas vezes o universo conspira, não sabemos por que nem pra que, mas cria momentos interessantes e que nos leva a acreditar em destino.


Das ausências momentâneas...

Bem pessoal este post é justamente pra falar disso... Das ausências momentâneas... E o que vem a ser isso??? Na verdade estarei me afastando do mundo blog por uns 40 dias, estou indo fazer uma viagem e por onde irei não terei muito acesso a internet e o pouco que terei será para enviar material para os sites que escrevo e para o editorial da revista, de modo que o restante do tempo será de muito trabalho e diversão, afinal fazer o que amamos não podemos chamar apenas de trabalho. Eu queria mais uma vez agradecer a todos que me acompanham e dizer que existem muitas e muitas histórias para serem contadas, e olha que ainda não entrei nas histórias engraçadas, pra não dizer trágicas!!! Afinal sexo também é uma grande aventura e como toda aventura pode ter algum percalço pelo caminho, ou pelos caminhos!!!

Beijos pra vocês...e até a volta!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Bebia o vinho olhando a noite...

Estávamos tendo um caso já a algum tempo, minha branquinha de corpo lindo, cabelos loiros encaracolados, seios rosa, bucetinha branca e poucos pelinhos bem feitos e apetitosos como sempre. Precisei fazer uma viagem na sexta-feira pela manhã e a convidei, conseguiu dispensa no trabalho, onde a conheci e prestava acessória. Seguimos pela manhã, fomos pela praia aproveitando o visual, como só precisaria dar entrada em uma documentação na parte da tarde fomos sem muita pressa, parando e aproveitando a fantástica paisagem. No caminho pegamos uma balsa e atravessamos para uma praia deserta e subimos em uma duna, ficando com um visual fantástico da praia ao longe. Saímos do carro, e ficamos admirando o belo visual, enquanto abraçava ela por trás me deu um tesão louco de transar ali mesmo no meio do nada com aquele visual, era quase meio dia, o sol forte e o vento refrescante, levantei sua saia e me abaixei por trás, tirei sua calcinha, abri sua bundinha e comecei a lamber seu rabo quente, ela puxou meus cabelos com força com seus braços virados e seu rosto ao sol. Penetrava com minha língua, seu rabinho estava apetitoso, me levantei e meti meu pau, ficamos no vai e vem, ela empinava mais e eu estocava em sua bundinha e mordia seu pescoço com vontade, sua pele branca estava vermelha do sol, seu pescoço todo encaroçado da minha barba pra fazer, seus seios em minhas mãos...penetrei com mais força e gozei em sua bundinha, enchi seu rabinho de gozo e prazer com um mar azul ao longe. Puxei ela com força e a jóquei no capô do carro, ficou com sua buceta em minha cara, queria agora que ela gozasse, então fiz o que mais gosto, chupar uma buceta...o vento trazendo a areia da duna, soprando em nossos rostos, o sol forte, ela gemendo naquele capô quente, suguei sua buceta com força e paixão, ela tremeu, puxou meus cabelos, arrancou alguns, espremeu minha cabeça em sua buceta, gozou forte e gostoso. Entramos no carro e seguimos viagem, em direção ao Hotel para um banho e um bom peixe com camarões. Depois do almoço fui resolver meus negócios e ela ficou dormindo, retornei no fim do dia, ela ainda dormia, tomei um banho e a acordei, não iríamos sair a noite, pois o sábado já tinha feito uma grande programação e descemos para o bar do hotel, que estava lotado, queria beber um pouco e ela jantar. No bar começamos a beber, notei que na mesa ao lado havia um grupo de paulistas com nossa faixa etária e um dos caras não tirava o olho da minha galeginha, de vez enquando pegava ele olhando com gosto. Quando o paulista levantou para ir ao banheiro fui atrás, no banheiro perguntei por que ele estava olhando tanto pra minha garota, o cara tremeu, da minha estatura, 1,80m, mas com corpo mediano, poderia quebra-lo com um bom murro...Ele gaguejou e pediu desculpas, interrompi e perguntei se ele não gostaria de comer minha loirinha, ficou mais nervoso ainda, disse que se quisesse quando nós subíssemos desse uns quinze minutos e fosse para o nosso quarto e levasse camisinha. Voltei pra mesa, ele ficou no banheiro, ainda digerindo a história, acredito eu. Quando voltou pra mesa ficou meio sem jeito, não o peguei olhando mais, achei que iria correr da brincadeira e fiquei bebendo um chope bem gelado enquanto minha loirinha degustava uma caipirinha com petiscos, ela estava tão linda e com um ar de safada!!! Subimos, no quarto a joguei na cama e comecei a tirar sua roupa, chupando sua buceta e passando minhas mãos pelo seu corpo, ela querendo tirar minha bermuda e eu não deixei, peguei um lenço de seda que ela gosta e amarrei seus olhos, ela me perguntou o que iria fazer e disse que estava esperando chegar uma pessoa que iria come-la na minha frente, ela começou a rir e disse que eu era louco e lembrei a ela que por várias vezes avia me presenteado com noites deliciosas com outras mulheres e que esta noite lhe daria duas rolas pra fode-la com gosto. Batidas na porta, como todo hotel o corredor até a porta, banheiro no lado esquerdo de quem entra e o quarto grande com duas camas de casal e uma varanda ao fundo. Mandei ele entrar, minha galega estava deitada, de pernas abertas, receptiva e enlouquecida, ele foi logo tirando a roupa e já ia metendo o pau em sua bucetinha, mandei ele parar, disse que colocasse a camisinha primeiro, ele meio sem jeito pegou na bermuda, que havia jogado no chão... Penetrou com rapidez e fúria...pensei que iria gozar rápido, pois estava muito louco de tesão, disse para ir mais devagar, minha loira só gemendo, não falava nada...fiquei observando um pouco e tirei minha roupa, cheguei na cama, me deitei, mandei que ela subisse em mim, penetrei em sua buceta ensopa e mandei que ele enfiasse no cuzinho dela, de uma vez, do jeito que minha putinha loira gosta...ela deu um grito de prazer, gozou com força, sentia sua buceta apertar meu pau e soltar...ela estava gozando, mandei ele socar com força, o cara deu um gritinho, juro que fiquei desconfiado, e gozou tendo tremedeira na perna, quase caiu da cama, minha lorinha ali, gozada e cheia de tesão, mandei ele pegar as roupas, e sair do quarto, ele pediu pra ficar e observar, mandei sentar na outra cama e comecei a meter na minha loirinha com força, ela em cima, virei ela de costa e meti em sua bucetinha por trás, freneticamente, suava e metia com rapidez e força, ela gozou novamente, olhei pro cara e ele babava de tesão...peguei meu pau e coloquei minha lorinha pra chupar, o que ela fez com muito amor e safadeza e o cara só observando com tesão, quando derrepente pediu pra me chupar, eu já estava desconfiado desde do gritinho do gozo, na hora me veio na cabeça em bota-lo pra fora, mas queria fazer um susto, me levantei, passei com meu pau duro esfregando em sua cara, quase que abocanhava, fui na mesinha, peguei minha arma e mandei sair do quarto com as roupas nas mãos, coisa que fez em uma velocidade tão grande que o Flash ficaria com inveja...Hahahahaha, fiz isso só pra judiar, não iria fazer nada, apenas rir u pouco... Peguei minha loirinha e ficamos rindo daquela situação, ela apenas com o áudio do ocorrido, pois os olhos ainda estavam vendados, e eu falando da cara que ele fez quando viu minha arma e não era a que ele queria abocanhar... Hahahaha... Pedi ao hotel uma garrafa de vinho e fomos para a varanda, bebia o vinho olhando a noite e escutando o mar, enquanto minha loirinha me chupava até gozar!!!! Aquela noite nos fez passar o sábado rindo e transando, pelo tesão e pela diversão!!!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Das transas com platéia (2).

Tínhamos terminado o relacionamento, mas ainda não o nosso tesão pelo sexo um com o outro e toda semana nos encontrávamos para boas tardes e noites de sexo e muito prazer. Ela morava em um apartamento, décimo primeiro andar, de frente a varanda, do outro lado da rua a mais ou menos uns 50 metros existia outro prédio alto. Nossas brincadeiras sempre eram no quarto, ligava dizendo que estava subindo, já tinha minha vaga na garagem, ela deixava a porta aberta e fica nua na cama me esperando, sempre de bundinha pra cima, sabia que eu era tarado pela bunda de pêra dela. Linda, pele macia, corpo perfeito e um traseiro de me enlouquecer. Passávamos horas naquele quarto, às vezes tinha saído do apartamento algum namoradinho que ela estava curtindo no momento, o que me deixava com mais tesão! Normalmente já entrava nu no quarto, a minha roupa ficava pela sala e já ia colocando meu pau na boquinha dela, e que boquinha, não tive outra boquinha tão pequena e gostosa como aquela me chupando, chupava com tesão, gostava de pegar uma rola e chupar, morder, lamber e engolir até sua garganta...chupava muito aquela boquinha!!! Certa vez após transarmos fomos tomar um banho, adoro dar um banho, acariciar uma mulher debaixo do chuveiro, passar uma esponja por todo seu corpo, um sabonete sedoso, sempre esfregando meu pau em sua pele, isso me deixa com muito tesão e realizado por estar cuidando de quem me dar prazer. Saímos do banheiro, eu nu, ela de roupão, fomos até a cozinha beber água e quando ela se abaixou para pegar algo na geladeira e o roupão, bem curtinho, subiu, fiquei de pau duro imediatamente e a peguei por trás, esfreguei meu pau em seu rabo lindo, ela remexeu, peguei-a e joguei em meu ombro, levando pra sala, coloquei-a de quatro na poltrona e comecei a comer sua bucetinha por trás, bucetinha mesmo, pois sempre teve uma bucetinha apertada e apetitosa. Meti com força e com gosto, depois a virei de frente, abri suas pernas e chupei seu sexo, ela adora gozar sendo chupada e injetar seu gozo na boca...chupei até ela tremer toda de tanto gozar e a coloquei pra me chupar, chupando com gosto e tesão, que boquinha!!! Gozei em seus pequenos seios, com força e a beijei, nos levantamos para mais um banho e foi quando olhamos pra varanda, que estava aberta e tínhamos um publico observando no prédio do outro lado da rua, rapidamente contamos dois apartamentos com homens na varanda e um com uma mulher com os dedos dentro da calcinha, isso sem prestar atenção nas janelas dos quartos...ficamos com um tesão enorme, ela mesmo estando um pouco tímida com a situação, ficou com tesão e começamos a brincar na frente da nossa platéia. Coloquei de quatro, a penetrava com meus dedos, chupava seu gozo, rasgava aquela apertadinha, ela dizendo que aquilo era uma loucura, os outros olhando e eu dizia que abrisse mais as pernas, pois alguém poderia estar de binóculo só observando seus detalhes, sua buceta, seu rabo lindo e continuávamos a brincadeira. Coloquei meu pau em seu rabo, aquele rabo sempre foi difícil de se penetrar, apertado, forte o bastante para morder meu pau com gosto e dor, ela rebolava feito louca, de dor e prazer, e se masturbava com dois dedinhos, entrando e saindo se sua buceta e massageando se pinguelo. Apertava seus seios pequenos, minhas mãos os engoliam, nossa platéia só observando, um dos homens não resistiu e começou a se masturbar, mostrei pra ela, foi ao delírio, agora não éramos apenas observados, estávamos observando!!! O tesão foi grande naquela tarde, mas nunca mais repetimos. Ela se mudou uns 30 dias depois, foi pra um prédio sem vizinho de frente.