Estava com minha namorada em um churrasco na casa de um amigo. No caminho do churrasco liga Eliane, amiga de minha namorada, perguntando o que iríamos fazer, pois estaca sozinha, seu noivo tinha ido viajar e estava sozinha. Chamamos para ir com nosco ao churrasco. Ela era branquinha, um corpo escultural, seios perfeitos, mas na verdade até aquele dia nunca tinha prestado atenção nela. Passamos o dia bebendo, no final da tarde a Eliane estava com sono e foi para o carro tirar uma soneca, em determinado momento fui até o carro pegar um cd e quando cheguei vi uma cena perfeita, ela deitada de bruços no banco traseiro do meu carro, as portas abertas, o vento levantando seu vestido, estávamos na beira mar. Nunca vi coxas tão torneadas, brilhavam com o reflexo do sol na janela lateral da varanda. Sol de fim do dia, reluzente e amarelo como ouro contrastando com o branco de sua pele, era a fusão da prata com o ouro. Aquela cena me deixou imediatamente de pau duro. O vento dava e mostrava sua calcinha fio dental dentro de sua buceta cabeludinha. Enquanto uma perna estava na parte de cima do banco a outra descansava no assoalho em cima das toalhas de banho. Sua buceta suculenta era penetrada pela calcinha. Levemente peguei seu vestido e levantei mais, deixando aquela bunda alva e volumosa, não tanto quanto a da minha namorada, que era morena e que morena! A calcinha era um pequeno fio grosso que insistia em estar naquele lugar. Como queria ser aquele pedaço de pano dentro dela, sentindo o aroma. Não resisti, apoiei meu braço no banco de trás e outro no banco da frente, fui com meu nariz o mais próximo de seu sexo, sentindo aquele aroma de buceta suada e mijada de um dia de farra. Meu pau latejava na bermuda! Tomei mais um porre na sua buceta, puxei seu vestido de volta e contra todo o movimento etílico e revolucionário que existia dentro da minha cabeça, peguei o CD, fiz um barulhinho para chamar a atenção dela, nem se mexeu. Meu Deus como queria levantar aquela saia e chupar sua buceta por trás, penetrar seu rabo com minha língua, lubrificá-lo e depois meter até gozar!!! Voltei pra farra, na minha cabeça apenas pensamentos obscenos, meu pau latejava, beijava minha namorada com fúria, queria comê-la na frente de todo mundo! Não resisti e disse que iríamos embora, pois queria fuder a noite toda! Minha namorada ainda não tinha me deixado experimentar seu rabo. Linda de rosto, de sorriso, corpo, uma bunda deixar qualquer homem louco, uma pele morena, lisa, brilhante. Aquele rabo só tinha sido penetrado por minha língua. Era inicio de namoro. Quando chegamos no carro Eliane ainda dormia, mas as portas estavam fechadas, o vento já estava frio. Deixei a Eliana em casa, mas minha cabeça só pensava naquela cena, nem lembrava de seu rosto, apenas ela de bruços e todo o meu tesão. Chegamos no motel e minha namorada, já com a buceta ensopada, de tanto eu meter os dedos no caminho, foi se dirigindo ao banheiro, quando a puxei e disse que não! Queria sua buceta com aroma de mijo e melada do dia de sol e de seu prazer. Joguei-a na cama e chupei aquela buceta de pelos curtos e bem distribuídos por mais de uma hora, a fiz gozar várias vezes em minha boca, sempre alternando em chupadas, lambidas e penetradas com minha língua. Depois de ter gozado muito me puxou e pediu alguns minutos de sossego, a beijei com força e metei meu pau na sua buceta, metia e metia sem parar, foi a noite assim e nada de gozar, estava ali transando com uma mulher fantástica mais minha mente era na bunda de Eliane. Minha namorada notou que não gozava e viu que meu olhar era distante então me perguntou o que estava acontecendo, o por que daquele tesão todo e nada de gozar. Olhei pra ela e contei a cena que vira e que não conseguia me concentrar. Ela ficou um pouco chateada, mas sabia o quanto eu gostava dela e depois de alguns minutos me beijou virou de bruços e disse que eu fizesse de conta que era a sua amiga que estava lá, não ela. Não pensei duas vezes, abri seu rabo e comecei a chupar seu cuzinho, ela remexia e dizia que iria me deixar enfiar o “pau na sua bunda”. Acho que passei mais de hora a chupar seu rabo, e penetrar sua buceta com meus dedos, a fiz gozar mais algums vezes, quando percebi seu rabinho receptivo, pois neste meio tempo tentei penetrá-la com meu dedo algumas vezes, mas ela sentia dor e voltava a chupá-la. Quando percebi que meu dedo indicador entrou sem causar dor fiquei mexendo com ele lá dentro, puxando pros lados, dilatando seu rabinho apertado. Tirei o dedo e com meu pau duro fui aos poucos tentando penetrar, quando entrou a cabeça ela deu um grito, fechou com tanta força que meu pau ficou doendo, fiquei parado, apenas a beijar seu cangote e suas costas. Ela foi relaxando e assim pude tirar meu pau e acariciá-la, beijar seu rabinho. Olhei e tinha um pouco de sangue, ela sentido dor. Estava bom para aquele dia. Ainda de bruços passei meus braços por sua pernas, deixando-a completamente arreganhada e a mercê de minha boca, chupava e lambia sua buceta até que ela estivesse completamente enlouquecida novamente e esquecido o trauma. De bruços coloquei meu pau em sua buceta, ela sempre foi ao delírio tendo sua buceta comida nesta posição e comecei a meter com força e velocidade e metia e metia. Ela estava gozando quando minha porra veio com força e calor, acumulo de um dia de tesão e quando estava gozando ela disse para chamá-la de Eliane, de puta! Nossa como gozei! Minhas pernas tremiam, ela estava toda assada de tanto sexo, meu pau doía da noitada. Nos beijamos muito gostoso, tomamos um banho e fomos embora, afinal o dia estava nascendo e tinhamos passado uma noite muito deliciosa e nada como um café da manha a seis horas em um buteco de praia com agulha frita e cerveja gelada. Nunca mais pensei na Eliane, nem precisava, tinha uma mulher fantástica. Algumas semanas depois e após pacientes tentativas finalmente consegui comer aquele rabo gostoso e enchê-lo de porra quente e grossa. Pena que o marido da minha ex-namorada não goste de comer um rabo, não sabe o que está perdendo. sábado, 11 de julho de 2009
Fantasiando...
Estava com minha namorada em um churrasco na casa de um amigo. No caminho do churrasco liga Eliane, amiga de minha namorada, perguntando o que iríamos fazer, pois estaca sozinha, seu noivo tinha ido viajar e estava sozinha. Chamamos para ir com nosco ao churrasco. Ela era branquinha, um corpo escultural, seios perfeitos, mas na verdade até aquele dia nunca tinha prestado atenção nela. Passamos o dia bebendo, no final da tarde a Eliane estava com sono e foi para o carro tirar uma soneca, em determinado momento fui até o carro pegar um cd e quando cheguei vi uma cena perfeita, ela deitada de bruços no banco traseiro do meu carro, as portas abertas, o vento levantando seu vestido, estávamos na beira mar. Nunca vi coxas tão torneadas, brilhavam com o reflexo do sol na janela lateral da varanda. Sol de fim do dia, reluzente e amarelo como ouro contrastando com o branco de sua pele, era a fusão da prata com o ouro. Aquela cena me deixou imediatamente de pau duro. O vento dava e mostrava sua calcinha fio dental dentro de sua buceta cabeludinha. Enquanto uma perna estava na parte de cima do banco a outra descansava no assoalho em cima das toalhas de banho. Sua buceta suculenta era penetrada pela calcinha. Levemente peguei seu vestido e levantei mais, deixando aquela bunda alva e volumosa, não tanto quanto a da minha namorada, que era morena e que morena! A calcinha era um pequeno fio grosso que insistia em estar naquele lugar. Como queria ser aquele pedaço de pano dentro dela, sentindo o aroma. Não resisti, apoiei meu braço no banco de trás e outro no banco da frente, fui com meu nariz o mais próximo de seu sexo, sentindo aquele aroma de buceta suada e mijada de um dia de farra. Meu pau latejava na bermuda! Tomei mais um porre na sua buceta, puxei seu vestido de volta e contra todo o movimento etílico e revolucionário que existia dentro da minha cabeça, peguei o CD, fiz um barulhinho para chamar a atenção dela, nem se mexeu. Meu Deus como queria levantar aquela saia e chupar sua buceta por trás, penetrar seu rabo com minha língua, lubrificá-lo e depois meter até gozar!!! Voltei pra farra, na minha cabeça apenas pensamentos obscenos, meu pau latejava, beijava minha namorada com fúria, queria comê-la na frente de todo mundo! Não resisti e disse que iríamos embora, pois queria fuder a noite toda! Minha namorada ainda não tinha me deixado experimentar seu rabo. Linda de rosto, de sorriso, corpo, uma bunda deixar qualquer homem louco, uma pele morena, lisa, brilhante. Aquele rabo só tinha sido penetrado por minha língua. Era inicio de namoro. Quando chegamos no carro Eliane ainda dormia, mas as portas estavam fechadas, o vento já estava frio. Deixei a Eliana em casa, mas minha cabeça só pensava naquela cena, nem lembrava de seu rosto, apenas ela de bruços e todo o meu tesão. Chegamos no motel e minha namorada, já com a buceta ensopada, de tanto eu meter os dedos no caminho, foi se dirigindo ao banheiro, quando a puxei e disse que não! Queria sua buceta com aroma de mijo e melada do dia de sol e de seu prazer. Joguei-a na cama e chupei aquela buceta de pelos curtos e bem distribuídos por mais de uma hora, a fiz gozar várias vezes em minha boca, sempre alternando em chupadas, lambidas e penetradas com minha língua. Depois de ter gozado muito me puxou e pediu alguns minutos de sossego, a beijei com força e metei meu pau na sua buceta, metia e metia sem parar, foi a noite assim e nada de gozar, estava ali transando com uma mulher fantástica mais minha mente era na bunda de Eliane. Minha namorada notou que não gozava e viu que meu olhar era distante então me perguntou o que estava acontecendo, o por que daquele tesão todo e nada de gozar. Olhei pra ela e contei a cena que vira e que não conseguia me concentrar. Ela ficou um pouco chateada, mas sabia o quanto eu gostava dela e depois de alguns minutos me beijou virou de bruços e disse que eu fizesse de conta que era a sua amiga que estava lá, não ela. Não pensei duas vezes, abri seu rabo e comecei a chupar seu cuzinho, ela remexia e dizia que iria me deixar enfiar o “pau na sua bunda”. Acho que passei mais de hora a chupar seu rabo, e penetrar sua buceta com meus dedos, a fiz gozar mais algums vezes, quando percebi seu rabinho receptivo, pois neste meio tempo tentei penetrá-la com meu dedo algumas vezes, mas ela sentia dor e voltava a chupá-la. Quando percebi que meu dedo indicador entrou sem causar dor fiquei mexendo com ele lá dentro, puxando pros lados, dilatando seu rabinho apertado. Tirei o dedo e com meu pau duro fui aos poucos tentando penetrar, quando entrou a cabeça ela deu um grito, fechou com tanta força que meu pau ficou doendo, fiquei parado, apenas a beijar seu cangote e suas costas. Ela foi relaxando e assim pude tirar meu pau e acariciá-la, beijar seu rabinho. Olhei e tinha um pouco de sangue, ela sentido dor. Estava bom para aquele dia. Ainda de bruços passei meus braços por sua pernas, deixando-a completamente arreganhada e a mercê de minha boca, chupava e lambia sua buceta até que ela estivesse completamente enlouquecida novamente e esquecido o trauma. De bruços coloquei meu pau em sua buceta, ela sempre foi ao delírio tendo sua buceta comida nesta posição e comecei a meter com força e velocidade e metia e metia. Ela estava gozando quando minha porra veio com força e calor, acumulo de um dia de tesão e quando estava gozando ela disse para chamá-la de Eliane, de puta! Nossa como gozei! Minhas pernas tremiam, ela estava toda assada de tanto sexo, meu pau doía da noitada. Nos beijamos muito gostoso, tomamos um banho e fomos embora, afinal o dia estava nascendo e tinhamos passado uma noite muito deliciosa e nada como um café da manha a seis horas em um buteco de praia com agulha frita e cerveja gelada. Nunca mais pensei na Eliane, nem precisava, tinha uma mulher fantástica. Algumas semanas depois e após pacientes tentativas finalmente consegui comer aquele rabo gostoso e enchê-lo de porra quente e grossa. Pena que o marido da minha ex-namorada não goste de comer um rabo, não sabe o que está perdendo. sexta-feira, 26 de junho de 2009
The Time...
Amigos,Ando com a vida bastante atribulada, momentos de correria, busca de patrocínios pro meu hobby que está se tornando uma profissão, trabalho na empresa, vida familiar... Correria!!! Por isso peço desculpas de não está visitando vocês e nem atualizando o blog, mas assim que puder eu volto pra vocês meus amigos!
Um pouco de Time!
Momentos... volupté
domingo, 14 de junho de 2009
Viagens...(final)
(continuação...) Cerca de dezesseis dias depois voltamos a Miami, era um fim de semana e na terça-feira partiria de volta ao Brasil. Liguei pra Ana, marcamos de nos encontrar na praia no domingo, ela queria me apresentar sua namorada. No sábado fomos eu Fernando e seu companheiro para uma noitada em South Beach. A ultima vez que tinha ido pra uma farra em south beach foi em 97 no dia que assassinaram o Versace, confusão de policia na rua, o tempo todo paravam os carros, revistavam, nem se podia farrar em paz. Ou seja, não eram boas lembranças de south beach, mas dessa vez a coisa foi diferente, já que nas viagen anteriores nunca tinha tempo pra uma boa curtição. Seguimos pra noitada e quem conhece sabe bem como é aquilo, muita azaração, sexo no ar, mulherada semi-nuas, uma verdadeira noitada. Durante a farra conheci uma brasileira, funcionária de uma multinacional, cerca de 50 anos, branca, bonita, um pouco magra. Noitada correndo, não estava mais no AP do Fernando, estava em um hotel, até porque o Fernando iria viajar no domingo à noite e não queria incomodar. Quando o dia já estava amanhecendo sai da boate com a brasileira, com quem passara a noite conversando. Convidou-me a amanhecer tomando um banho em sua piscina observando o rio, acho que era na Allinson Island. Ficamos boa parte da manhã na piscina, tomando uns coquetéis feitos por sua secretaria. Não tivemos nada, apenas conversando e curtindo a companhia. Lá pelas onze da manhã o meu celular toca e era o Fernando, dizendo que a Ana tinha ligado e que estava indo pra praia. Disse que tinha ligado para o hotel e eu não tinha retornado e ficou preocupado. Falei que iria pegar um taxi para a praia e ao chegar lá ligava pra ele para poder entrar, mas ai a minha nova amiga disse para convidar os meus amigos para sua piscina e o fiz. Uma hora depois chegou o Fernando, Ana e mais umas 4 pessoas. A Ana me apresentou a sua namorada, Crystal, uma galeguinha de 1,70m, um pouco mais alta que Ana, olhos azuis, corpo magro, mas com seios enormes, super simpática, confesso que estava receoso, não sei, sempre disseram que mulheres são muito ciumentas com suas parceiras, mas ambas eram altamente femininas, lindo casal!!! A nossa anfitriã estava curtindo a festa, disse que trabalhava muito e que estava de férias por uns 10 dias e iria aproveitar bem. Então estávamos lá, bebendo, encomendamos umas pizzas como tiragostos, muito álcool e a tarde chegando, piscina com aquecedor, água bem quentinha. Estava eu a Ana e a Crystal conversando e a Crystal virou pra mim e disse que adoraria me ver chupando sua namorada, além de ser chupada, pois a Ana tinha falado muito bem da minha boca. Estava de pau duro quando a Crystal pagou em meu pau, enquanto a Ana me dava um beijo. Nossa anfitriã ficou olhando com uma carinha de que queria estar ali, entrou na piscina e disse que tinha uma cama quadrada enorme e que caberíamos nós quatro. À noite chegando e o pessoal indo embora, me despedi do meu amigo Fernando, agora só iríamos nos ver no próximo ano, provavelmente. Fiquei, na casa de nossa anfitriã, e também a Ana e a Crystal, tomamos uma bela garrafa de vinho branco e aceitamos o convite, subimos pro quarto. Nossa anfitriã pediu para ficar observando. A Crystal tirou o shortinho da Ana, alisou sua bucetinha e me ofereceu, não tive duvidas, me postei a chupá-la, lambendo, beijando, mordicando. Crystal a beijava e apertava seus seios, nossa anfitriã só observando e mexendo em sua buceta com dois dedos. Chupava a Ana com tanto tesão que tinha hora que sentia vontade de arrancar sua buceta com minha boca. A Ana gozou, tremeu, mordeu a Crystal que sangrou sua boca e as duas se beijavam com tanto tesão!!! Acho que passara cerca de uma hora chupando a Ana. Ana pegou a bucetinha da Crystal, deu um beijo e a ofereceu a mim, disse apenas que não abusasse muito, pois Crystal era sensível e não agüentaria minha malvadeza! Comecei chupar a Crystal, quando escutei a Ana chamando nossa anfitriã, olhei e a vi com uma calcinha de couro com um maranhão enorme na frente, a Ana deitou ao nosso lado e abriu as pernas, gemeu quando aquele maranhão enorme entrou em sua buceta apertada, nossa anfitriã começou a meter e beija-la. Nessa hora tinha parado de chupar a Crystal e a coloquei sentada em meu pau, e ficamos observando enquanto ela remexia. Seus seios enormes balançavam, apertava-os com força, deixando-a cada vez mais arrepiada, sentia sua pele ficar arrepiada e suas pernas tremendo, começou a gozar!!! Beijou-me com força e começou a me masturbar e chupar, eu não tirava o olhar da Ana sendo fudida por um maranhão de borracha enorme, pela nossa anfitriã sedenta de tesão. Coloquei-me atrás dela, sua cacinha de couro não passava pelo rabo, eram de tiras laterais, a Crystal abriu seu rabo e deu uma lambida, pegou meu pau e guiou pra dentro, metia nela enquanto ela metia na Ana, ritmados e com muito tesão gozei bem forte!!! Ela ficou com tanto tesão que metia com mais e mais força na Ana, que gozou novamente e a empurrou pra fora, arrancou-lhe o acessório e começou a chupar sua buceta enquanto a Crystal montou em seu rosto e colocou sua buceta em sua boca, ela não agüentou cinco minutos e gozou também. Eu estava ali, sentado na poltrona, tomando vinho branco e olhando aquela maravilha. Elas se comiam com frenesi, beijos e mais beijos, mãos, bocas, línguas!!! A Ana se levantou e disse que precisavam ir embora, já estava tarde e era domingo, me ofereceu uma carona, mas nossa anfitriã me pediu para ficar. As meninas foram embora e voltamos para piscina, nus, água quente, conversa boa, brincadeiras, conversas e uma proposta de trabalho e moradia... Minha nova amiga, que até hoje trocamos e.mails, passou a segunda e a terça feira sendo minha companheira. Foram dois dias muito proveitosos, conversas e sexo muito gostoso e experiente. Na terça-feira me deixou no Aeroporto, nos despedimos. Voltaria a vê-la dois meses depois em um encontro programado no Rio. sábado, 6 de junho de 2009
Viagens...(continuação)
(continuando...) Confesso que tremi nas bases, aquela mulher com um corpo fantástico acostumada a gozar com outra mulher seria um desfio sem igual. Passamos a noite conversando, outros assuntos, mas com troca de olhares safados, não era uma mulher linda, mas bonita, o corpo era de deixar qualquer um louco!!! Quando a maioria do pessoal já tinha ido embora eu fui deixá-la na praça atrás do prédio, onde seu carro estava estacionado e quando ela foi entrar no carro perguntei se eu a fizesse gozar em minha boca tão gostoso quanto sua namorada faz se ela me deixaria comer sua bucetinha com meu pau duro do jeito que estava. Ela simplesmente me puxou pelo cabelo e me beijou, terminou o beijo e disse que minha pegada era forte, então me daria uma chance. Entrei no carro e seguimos pro seu apartamento, um pouco longe, ficava alisando aquelas coxas maravilhosas, foi quando uma patrulha nos parou, fiquei preocupado, afinal todos tinham bebidos e estávamos nos estado unidos, mas pra minha surpresa a Ana era supervisora do departamento de transito da cidade de Miami e seguimos em frente. Chegamos a seu apartamento, até então estávamos calados, toda aquela conversa durante a noite se transformara em um silencio de pensamentos individuais. Assim que ela abriu a porta e entramos a agarrei e a encostei na porta da entrada, puxei as alças do seu vestido e deixei os seios amostra, peguei firme com minhas mãos e a beijei com força, acho que fiz isso por mais de dez minutos, deixei-a sem fôlego com o beijo. As mãos se revezavam entre seus seios, coxas e buceta. Tirei o vestido dela, me ajoelhei de frente a ela e comecei e beijar sua xoxota, beijava com carinho, ela acariciava meus cabelos. Eu apertava seus culotes com minhas mãos e beijava sua buceta morena e bem bronzeada. Ela colocou sua perna direita em meu ombro esquerdo, deixando sua buceta aberta pra minha língua, chupava com tesão, mas devagar, sem correria. Coloquei um dedo em sua buceta, estava quente, ensopada, era bem apertada à safada, sentia sua vagina comendo meu dedo. Fiquei em pé, joguei seu corpo em meu ombro e fui para o sofá em frente, a joguei, coloquei uma perna na parte do encosto e outra em baixo, deixando sua buceta aberta, queria penetrar, sentir aquela buceta apertada comendo mordendo meu pau. Tirei minha roupa, ela perguntou o que eu iria fazer, pois minha promessa era fazê-la gozar em minha boca. Disse que não se preocupasse, pois era tudo que eu queria, mas precisava enfiar meu pau em sua buceta, sentir o calor de dentro, sentir o aperto de seu sexo. Sem camisinha, nem tia nem pedi, estava extasiado de tesão, coloquei em sua buceta, juro, quase gozo na entrada, me controlei, dei umas estocadas, ela gemendo em meu pau, remexendo. Tirei, ela reclamou, me disse que me queria dentro e que chupada ela já tinha da namorada, queria era meu pau!!! Meti mais algumas vezes, mas meu desejo era fazê-la gozar em minha boca, por isso me deitei no sofá e comecei a chupá-la novamente, com mais frenesi, chupava e parava, deixando-a irritada e com tesão. Coloquei dois dedos em sua buceta, agora mais fácil de entrar, e comecei a meter com força e rapidez, enquanto tinha seu clitóris em minha boca, bem avantajado, colocando-o entre meus dentes e lambendo, parava e lambia toda sua buceta, tirava os dedos e lambia seu rabo, seu cuzinho piscava em minha língua. Coloquei um dedo nele e outro em sua buceta e comecei a chupá-la novamente, ela já estava exausta de tanto ser mexida, chupada e sempre na eminência de gozar, teve uma hora que quando parei, ela pegou o dedo foi se masturbar queria gozar, agarrei suas mãos e não deixei. Mas já estava na hora, de fazê-la gozar. Com um dedo em sua buceta e outro em seu cuzinho. Ana gozou feito louca, gemia, gritava, mexia, arrancou meus cabelos... Quanto tesão!!!! Não tive dúvidas, ela nem parara de tremer e meti meu pau em sua buceta com força e com velocidade, ela gemia, e pedia mais, gozou novamente, acho que nem terminara de gozar direito, acho que era um gozo longo, forte, sentia sua buceta encher, ficar mais e mais molhada, tava com muito tesão, quase gozando, tirei o pau de sua buceta, levante as duas pernas e coloquei-as em meus ombros, enfiei em seu rabo, ela enfiou as unhas em meus braços com tanta força que sangraram em alguns pontos, metia e ela me olhava com cara de dor, metia e metia e ela apertava, acho que não chegou a um minuto, enchi seu rabo de porra, ela dizia em espanhol que era gostoso, que tava quetinho, sentia seu rabo piscando em meu pau e eu gozando ainda, foi orgasmo e gozo ao mesmo tempo. Tirei meu pau, deitei com a cabeça em sua buceta, lhe dei beijos, cheiros e dormimos ali, naquela posição. Seu apartamento ficava de frente pro mar e logo cedo acordei com o sol nascendo, fui para a varanda, estávamos bem alto, o sol nascendo lindo no horizonte, senti um beijo nas costas. Ana pegou em minha mão e me levou pra um banho, nos demos um banho bem gostoso, beijos. Fomos pra sua cama, ela me abraçou e pediu para dormir com ela, abraçado. Acho que dormimos até meio-dia, quando o telefone da casa dela toca e era o Fernando, perguntando quando ela me devolveria, pois precisávamos ir ao warehouse da empresa e no outro dia pegaríamos a estrada cedo em direção a Orlando via Palm Bay e na terça tínhamos compromissos em Jacksoville ou seja, tudo correndo. O Fernando me pegou na casa da Ana, seguimos para sua empresa, mas prometi a Ana que antes de voltar ao Brasil iríamos nos ver novamente. Cerca de dezesseis dias depois voltamos a Miami, era um fim de semana e na terça-feira partiria de volta ao Brasil. Liguei pra Ana, marcamos de nos encontrar na praia no domingo, ela queria me apresentar sua namorada. (continua...)terça-feira, 2 de junho de 2009
Viagens...
Em uma de minhas viagens de trabalho aos Estados Unidos, fui recebido por um brasileiro que conhecera em uma feira no Brasil. Ele atua no mesmo setor, só que venda direta ao cliente o produto acabado, no meu caso venda para indústria. Como estava fazendo levantamento do mercado consumidor americano em nossa área, para direcionar a produção, uma vez que o mercado americano estava começando a consumir em escala maior. Chegando ao aeroporto de Miami o Fernando me levou para seu apartamento, não me deixara fazer reserva em hotel, até porque nos próximos 20 dias viajaríamos a costa leste quase toda, já começando na segunda-feira, havia chegado sexta a noite. Deixamos as coisas no apartamento, tomei um banho e saímos para jantar e encontrar o secretário dele e conversamos a noite inteira, tomamos muita cerveja e seguimos pro apartamento. Na manhã seguinte, estávamos nos preparando para irmos tomar café em algum restaurante quando chegou o companheiro do Fernando, bem, até então não tinha a mínima idéia que o Fernando fosse homossexual, tão pouco a ponto de ser comprometido. Fernando com mais de 1,90m, forte, cerca de 45 anos, chamava atenção da mulherada e seu companheiro idem. Ele me apresentou ao companheiro e deu uma risada, disse que não havia comentado nada comigo porque sabia que não iria querer ficar em sua casa, disse a ele que não, afinal não era um viado afetado, muito pelo contrario, extremamente calmo e falava tão grosso quanto a maioria dos homens. Ficamos conversando enquanto o companheiro do Fernando tomava um banho para nos acompanhar no café e depois passearmos um pouco, iríamos à praia. Perto de meio-dia nos dirigimos para praia, estacionamos o carro e seguimos por um túnel até a praia, que era particular, aliás para sócios e quando cheguei na praia cai na risada olhando pro Fernando e dizendo que ele tava querendo tirar onda com tantas “surpresas”. Estávamos em uma praia de nudismo, minha primeira experiência, fiquei um pouco acanhado, não precisava tirar a roupa, ficar nu não era obrigatório, ainda bem!!! Pois só de ver a quantidade de mulheres gostosas estava completamente louco. Miami, o que não falta são latinas e mulheres latinas são em sua maioria gostosas. Fomos nos sentar junto a um grupo de amigos e amigas do Fernando e na minha frente uma bela morena cubana, com um corpo fantástico, totalmente nua, ao sol, com as pernas abertas me deixando completamente de pau duro!!! Estava com um short bem pequeno e fino, ou seja, pau duro o tempo todo!!! Depois de algumas cervejinhas, relaxei um pouco, mas os óculos escuros eram a tentação do olhar, ficava observando cada nova buceta, cada rabinho, cada movimento erótico pra se levantar e abaixar. O pior era que os amigos e amigas do Fernando ficavam me sacaneando o tempo todo!!! Quando nos preparávamos para ir almoçar Fernando combinou com uns amigos e amigas uma festinha em seu apartamento, pra comemorar o retorno de seu companheiro, pois estava a quase sessenta dias na Europa. Comemos umas belas lagostas no almoço e depois fomos pro apartamento, tomei um banho e fui tentar dar um cochilo, mas como os dois estavam pondo em dia o atraso a barulheira no quarto ao lado era grande...que safadas!!! Hahahaha. Resolvi descer a dar uma caminhada pelo bairro. O apartamento ficava em um condômino na beira do rio, cheio de marinas particulares, um local muito bonito e agradável. Caminhei alguns quilômetros até um playtime e fiquei jogando, voltei às oito da noite, o AP já estava arrumado pra festinha e fiquei tirando onda com os dois, perguntei como foi o reencontro, como fariam pra sentar durante a noite??? Hahahahaha... O pessoal começou a chegar e entre eles aquela morena cubana, Ana, o nome dela, com um vestido bem folgado, sem calcinha, seios quase pulando, não eram originais, mas vou dizer, o trabalho foi perfeito!!! Muita cerveja, misturada com tequila, com cachaça brasileira, álcool a toda, musica brasileira e caribenha, dançando e eu não parava de olhar aquela Ana. Sabe, estava mil vezes mais excitado do que na praia, aquele vestidinho estava me matando de tanto tesão e não resisti, arrumei uma conversa fiada a fui conversar quando ela foi na varanda. Puxei assunto, ela super simpática perguntou por que tanto olhava pra ela e perguntou se eu não estava satisfeito de tê-la comido a tarde inteira na praia com os olhos. Sorri e disse que nem um pouco e que ela estava mil vezes mais excitante com aquele vestido do que nua, apesar de ter um corpo lindo, coisa que ela deve escutar o tempo todo. Olhei pra ela e disse que além do mais olhar não me satisfaz, o que me satisfaz e sentir uma mulher gozando em minha boca, isso sim me satisfaz. Ela fez uma carinha de safada, me olhou nos olhos e disse que era acostumada a gozar muito pela boca de sua namorada, que não estava presente a festa porque havia viajado, mas que duvidava que eu a fizesse gozar com uma mulher faz.(continua...)quinta-feira, 28 de maio de 2009
Surpresas do Interior...(continuação)
(continuando...)...começamos a conversar putarias, ou seja, tendo que traduzir putarias! Já estávamos de roupas intimas, um dos franceses pegou uma das garotas e foi pro quarto dele, eu e outro ficamos com nossas amigas, meu quarto era duplo e me deitei em uma das camas e fiquei de lado, a garota se deitou na mesma posição. Coloquei minha perna por cima de sua coxa, fiquei nu, pequei meu pau e abri sua bundinha durinha, puxei a calcinha e entrei em sua bucetinha bem apertada e completamente melada. Comecei a fuder ali mesmo, em um vai e vem bem gostoso, o frances se deitou, colocou uma camisinha e disse pra outra garota sentar em seu pau, nós dois ali, mexendo de um lado pro outro e olhando aquela cena. A garota sentou no pau, empinou seu rabo, subia descia, eu e a minha gostosinha fudendo bem gostoso, vai e vem! Observando os dois fuderem. Comecei a meter com mais força e mais rápido, ela começou a gemer, gemer alto, safadinha já sabia trepar com tesão, apesar de nova era bem safada. Ela gemendo, senti sua buceta ficar mais molhada, estava gozando, tremendo e beliscando seus seios. Sua amiga subia a descia no pau do Jean, ele estava vermelho como um tomate começou a gemer, grunhir e gozou, tirando a garota de cima. A minha tinha se levantado e ido ao banheiro, então não tive duvidas, peguei a outra, que estava em um fogo e a joguei na minha cama. Bem branquinha e magrinha, coloquei uma camisinha e a postei de quatro, meti em sua buceta, tava bem quente!!! O Jean foi pro quarto dele descansar e fiquei com as duas, transando com uma enquanto a outra deitou na cama e ficou nos olhando e me chamando de safado traidor!!! Metia com força, ela só remexendo a bundinha, tirei o pau de sua buceta e coloquei em seu rabinho, ela tirou, disse que não gostava de “dar o rabo”. Deitei-me na cama e chamei a outra para sentar em meu rosto, queria chupar sua bucetinha lisa enquanto a outra sentava em meu pau. Fudemos até o dia amanhecer, como havíamos combinado com o geólogo de sairmos a cinco e meia da manhã ele bate na porta do meu quarto e peço pra gatinha abrir. Ele olhou a cena e quase infarta!!! Ainda estava transando, pedi alguns minutinhos e que ele fosse chamar os franceses. Coloquei as duas safadas pra meu chupar, não sei o que houve naquele dia, mas não gozava por nada, curti a farra toda, mas não consegui gozar. Peguei as três garotas, coloquei-as em um taxi e seguimos viagem, estava tão elétrico que fui dirigindo mesmo. Fizemos uma visita na área e na volta para a cidade do Recife (300 km), onde os franceses iriam pegar um avião, quase durmo a 200 km/h na estrada, o cansaço estava batendo, entreguei a direção. A noitada fora boa, mas depois de dormir no caminho de volta, dentro do carro, deixei o pessoal no aeroporto, o geólogo em sua casa e fui direto pra casa de uma de minhas namoradas (a de Recife), estava com o tesão reprimido, louco pra gozar. Ao entrar em sua casa peguei-a pelo braço e puxei direto pro quarto, fui rasgando suas roupas a joguei na cama, abri suas pernas, cai de boca em sua buceta suculenta. Esta minha namorada era uma verdadeira “cavala”, grande, um traseiro louco, uma buceta suculenta, morena gostosa, tesão a mil. Chupava ela como um louco, e ela perguntava o que estava havendo, disse que era saudades, afinal a mais de 12 dias que tinha estado com ela, mas na verdade era o tesão da farra acumulado, meu pau estava grosso como nunca, ela sentiu isso quando meti em sua buceta, comentou como eu estava louco de tesão (acho que se naquela época existisse os remédios potencializadores como o viagara ela diria que tinha tomado um). Metia muito, passei quase duas horas transando dentro dela, ela gozara várias vezes e eu nada, ela já estava sentido desconforto quando gozei!!! Muito!!! Muita porra, muito gozo...ela ficou impressionada com todo aquele tesão reprimido. Me levantei, fui tomar um banho e saímos pra noitada... Voltando a vaquejada... Bem aquela Vaquejada me deixou ainda quase um ano namorando, com a garota de dezesseis. Já que todo mês passava dois dias na cidade. O namoro terminou quando ela chegou em casa mais cedo da escola e me pegou transando com sua mãe, uma mulher de 40 anos completamente safada e tarada...colocava as roupas da filha e me pedia para chamá-la pelo nome da minha namoradinha e durante a transa ficava me perguntando qual das duas transava melhor...certamente que era ela!!! Vai entender a mente humana!!!sexta-feira, 22 de maio de 2009
Surpresas do Interior...
Quem é do Nordeste conhece um torneio denominado Vaquejada. Na Vaquejada se corre em parelha, montado em seu cavalo, com um bezerro ou touro, o objetivo é derrubar o animal dentro de um determinado espaço e para isso se derruba puxando-o pelo rabo. Como em toda grande festa do interior, em um torneio de vaquejada existe toda uma estrutura de bares, shows e logicamente onde existe essa aglomeração de coisas boas existe muita paquera, muita energia no ar. Estava em uma cidade do interior de Pernambuco, Garanhuns, para ser mais exata, cidade serrana, temperatura média de 15 graus à noite, clima bom!!! Tinha viajado a esta cidade com dois clientes franceses e um geólogo de uma empresa, iríamos visitar uma jazida de rocha na região, cerca de 40 km da cidade e para minha surpresa ao chegarmos estava tendo Vaquejada e não poderia deixar de mostrar esta maravilhosa festa popular nordestina aos meus clientes e de contra-partida tomar um uísque, fazer negócios, conhecer umas mulheres e quem sabe uma boa transa, afinal o interior é um grande celeiro de mulheres ávidas por um bom partido ou por uma boa aventura!!! Fomos ao Hotel, tomamos um banho, tinha dirigido naquele dia quase 900 km para chegar e um bom banho iria me deixar desperto para uma noitada. O geólogo que nos acompanhava resolveu não ir, como era casado e sabia muito bem como iria terminar aquela noitada ficou no Hotel, ainda bem, pois teria alguém para dirigir o meu carro no outro dia, então nada de ficar contando hora pra voltar. Chegamos à vaquejada, ficamos em um bar próximo ao show, lembro que era show do Daniel. Pedimos uma garrafa de uísque, alguns tira-gostos e muita conversa. Na mesa ao lado, seis mulheres, entre trinta e cinqüenta anos, amigas conversando e prestando atenção em nossa conversa, até porque chamávamos atenção, os dois franceses, brancos, loiros e nossa conversa era toda em Frances. Elas nos convidaram para a mesa, uísque e conversa fora, eu ali de tradutor, duas delas falavam inglês e facilitou mais a conversa. Lá pela meia noite e meia chegou à mesa a filha de uma delas, matutinha bonita, morena clara, seios grandes, sorridente, dezesseis anos, não me chamou atenção, nunca gostei de menina nova, mas o Jean Marc ficou apaixonado pela garota, ele com quarenta e poucos anos ficou encantado. Depois chegaram duas amigas dela, as duas com vinte e poucos anos, e sentaram. Agora tínhamos nove mulheres e três homens, pra variara a coisa estava começando a ficar problemática. No interior quando se chama muita atenção se cria inimizade, Garanhuns pra quem não conhece é terra de matador e os olhos estavam pra cima de nós. A garota nova me chamou para dançar, estávamos lá dançando um forró bem gostoso quando ela me deu um beijo, claro que retribui, era nova, mas muito bonita e um corpo de mulher, ficamos dançando e num amasso gostoso. Um sarro bem gostoso, ela alisando meu pau, que safadinha!!! Perguntei se ela não queria ir comigo para o hotel, ela disse que seria complicado por causa da mãe, então combinamos que ela iria embora com as duas amigas e ficaria no estacionamento, disse como era meu carro. Fomos pra mesa, ela se despediu com as amigas e cerca de vinte minutos depois chamei os franceses para irmos, meio contra a vontade deles, mas mal sabiam que tinha uma surpresa no carro. Chegamos ao carro, à mocinha pulou em meus braços e tacou um beijo, entramos no carro, os seis e seguimos pro hotel. No caminho aquela putaria no carro, no banco de trás os dois franceses com as duas garotas, o sarro já estava rolando, peguei na mão da garotinha e coloquei meu pau pra fora da calça, deixando-a alisando com carinho. Chegamos ao hotel, uma pequena confusão na recepção, mas nada que uma boa gorjeta não resolvesse, fomos para o meu quarto, os seis...(continua)sábado, 9 de maio de 2009
Das Experiências...(continuação)
(continuando...) Não entrei nessa, até porque nunca tinha experimentado, minha experiência era lança perfume, não sentia curiosidade e além de estar com pessoas estranhas. Quando deu quatro da manhã fomos sair, eu estava bem alegre com todo o álcool consumido e a garota da loja me perguntou para onde iria, disse que iria até o carro, já tinha pego minhas coisas de volta na boate, dormiria um pouco e seguiria de volta. Ela me convidou para ir dormir em sua casa, na verdade o apartamento dela e de uma das amigas que estava no grupo, aceitei, precisava dormir um pouco e fomos andando até o carro, entramos os três e segui a orientação até o subúrbio antigo. Estacionei o carro e subimos as escadarias, quarto andar, o apartamento era uma bagunça, roupas jogadas, sofá parecia uma penteadeira. O apartamento era em um antigo prédio reformado, era um vão, onde se entrava e tinha do lado esquerdo a cozinha, uma entrada para o banheiro. A sala era o vão após a cozinha e no final, junto a uma grande janela, a cama, na verdade duas camas, separadas por um criado mudo, ambas de casal. Olhei pras duas e dei uma risada perguntando como faziam quando traziam os namorados para transar, riram e disseram que se fosse muito gostoso, ambas o comiam. Nessa hora tremi em um sorriso de surpresa!!! Minha amiguinha me ofereceu uma cerveja escura, caseira alemã, claro que aceitei na hora, sua amiga foi tomar um banho, ficamos conversando, sua amiga saiu e ela foi tomar o banho, ficamos conversando. Ela também era suíça e estava em Strasbourg ganhando a vida como gerente de uma loja de roupas, lourinha, mas de olhos azuis, estava conversando comigo apenas de camisetão, sem calcinha, deu pra notar quando saiu do banheiro. Pedi para tomar uma ducha e quando estava no meio do banho a minha amiguinha entrou no banheiro e me deu de presente, enquanto me olhava, um sabonete Paco. Saí do banho enrolado na toalha, as duas amigas estavam conversando sentadas na cama tomando cerveja e vodka, peguei minha cerveja e fui para perto, elas eram lindas e meu pau começou a subir, fazendo volume na toalha, elas riram e perguntaram o que era aquilo, eu disse que era o acompanhamento da cerveja e da vodka. A amiga se levantou e pegou uma caixinha de maquiagem, abriu, tinha cocaína e me ofereceu, disse que não, ela virou o copo de vodka, ligou o som e colocou uma fita K7, quem tem mais de vinte anos sabe o que é um K7, começou a tocar The Doors (Light My Fire), que conhecia por causa dos meus pais. Colocou uma carreira e cheirou, minha amiguinha não quis e ficamos conversando enquanto a sua amiga dançava ao som daquela psicodélica música e tirou sua roupa, seios pequenos, bucetinha bem peluda, bundinha magra, estava ficando louco, imaginando mil coisas, nem conseguia me concentrar. Ai tocou uma música que nunca tinha escutado, fiquei viajando e minha amiga perguntou se tinha gostado, pois parecia que eu estava fora do meu corpo escutando aquela música. Nisso, eu estava deitado em seu colo e disse que era muito louca a música e que me deixara fora de orbita. A música era de uma banda chamada The Animals, e se chamava The House Of The Rising Sun. Pedi para que colocasse novamente e aumentasse o volume, ela foi até o som, fiquei deitado e senti sua amiga subindo em meu corpo, pegou meu pau e colocou em sua boca, ele estava completamente melado. Começou a música e minha amiga trousse a cocaína, sua amiga que estava me chupando se deitou, ela colocou o pó em um dos seios e minha amiga cheirou, virei a minha tulipa de cerveja e pedi para experimentar, ela colocou em seu outro seio e fui cheirar, cheirei fundo, lambi os seios dela, senti uma fisgada no coração, uma irritação em meu nariz, passei a mão e tinha sangrado um pouco, mas estava eufórico, aquela música, nós três nus, ela me jogou na cama e a última coisa que lembro foi meu pau entrando em sua buceta quente e molhada...acordei algumas horas depois, não lembrava de nada, apenas me vi na cama com as duas lourinhas, uma dor de cabeça, e a lembrança da musica. Levantei-me, fui até a geladeira, peguei uma cerveja, que deixara antes, pois as cervejas ficavam fora, essa coisa de cerveja gelada é de brasileiro mesmo. Abri, fui até o som, rebobinei a fita, The Doors, som baixo e sentei no sofá e fiquei observando as duas deitadas, minha cabeça estava ficando boa, mas não lembrava nada, do sexo, fiquei preocupado, pois não tinha camisinha, aquela coisa da AIDS!!! não sei!! Minha amiguinha se levantou, me olhou e sorriu, chegou perto de mim e perguntou se estava bem, disse que sim, mas que não lembrava como fora as ultimas horas, ela sorriu e disse que foi fantástico, que tenho muito gás e força. Puxei-a pelo braço e disse que precisava relembrar. A beijei, coloquei-a sentada em meu pau, beijava-a apertava seus seios, seu corpo magro era consumido pelas minhas mãos, penetrava seu rabo com meu dedo, ela gemia em minha rola, gemeu até gozar. Com ela encaixada em meu pau, me levantei e fomos para cama, coloquei-a de quatro, enfiei em seu rabinho, ela gemia, sua amiga acordou, sorriu pra mim e pegou em meu pau, guiando-o para o rabo de sua amiga, tirava e colocava, de vez enquanto chupava e colocava dentro novamente, estava enlouquecido e gozei, vi minha porra escorrendo pelo rabo de minha amiguinha e enquanto a outra limpava meu pau com sua língua. Não agüentei de tanto tesão e comecei e chupar aquela bucetinha cabeluda, queria a sentir gozando em minha boca, enquanto isso minha amiguinha deitou em minhas costas e me beijava a nuca. Foi algo muito louco, ainda mais para um cara de dezenove anos. As duas não se tocaram, não existiu troca de carinhos entre elas, sexo, apenas me comeram com muito prazer. Fui embora na madrugada da segunda-feira, passamos o domingo que nos restava bebendo e transando. Foi a primeira e única vez que experimentei cocaína, fiquei extremamente perturbado por não lembrar o que acontecera durante algumas horas, e não me interessa consumir algo que irá me fazer perder a consciência. O interessante dessa viagem é que quando voltei ao Brasil fui a um médico fazer exames e pedi para me passar o teste de AIDS, uma vez que tinha transado sem preservativos, passado um período inconsciente e tal e o médico, de um grande e renomado hospital, me perguntou se eu era gay, pois em suas palavras “buceta não transmite AIDS”. Nessa época me tornei doador de sangue, coisa que faço até hoje. sábado, 2 de maio de 2009
Das Experiências...
Strasbourg (França), 1994. Sábado, seis da manhã, dia frio, não conseguia enxergar Saint-Ame, as nuvens cobriam a cidade. Desci a montanha, tudo ficando mais escuro, parei no posto e enchi o tanque, na minha mente Satrasburg era o objetivo. Continuei descendo a montanha, sentido a fronteira (França e Alemanha), ao chegar a Strasbourg tive um pequeno problema com a policia, facilmente contornado com uma cara de pau impressionante, nem eu acreditei. Como tinha dezenove anos não podia dirigir em outro país sem ter carta de lá. Estacionei meu carro na lateral de uma igreja, a beira de um lindo canal e fui andar e conhecer o centro antigo da cidade. Passeando pelas belas ruas, observando a arquitetura, contraste entre a moderna e o centro medieval, as igrejas e a belíssima Catedral Gótica do centro, com suas esculturas fantásticas e portais monumentais e inimagináveis em sua estrutura. Estava andando por uma grande praça, Place Kleber, de pedras, que observando com mais detalhes, era de granitos provenientes do Brasil e tinha sido construída a menos de três anos, como um projeto de revitalização do centro histórico. Andando pela praça fui abordado por um homem com um grande casaco que me perguntou o que estava procurando, disse que nada, apenas passeando, viu que era brasileiro e começou a puxar conversa e depois de algum tempo me ofereceu drogas, abriu o casaco e lá tinha de tudo, de maconha a cocaína, agradeci e perguntei onde ficava a praça do comercio, Place du Marche. Sem palavras para descrever a beleza desta praça, renovada, mas mantendo o padrão original do designer e o padrão de cor das pedras. Passeando pela Place du Marche, me deparei com uma loja da Paco Rabanne, certo, sou um apaixonado por um perfume da Paco Rabanne denominado Ténéré, que infelizmente vez por outra é interrompida sua produção. Entrei na loja e fui recebido por uma linda suíça, loira, magra, seios médios, olhos castanhos claros, cabelos longos, lisos e simpática. Perguntei sobre o perfume e me disse que estava em falta, na verdade a Paco tinha parado de fabricar, o que me deixou indignado, me apresentou outros, terminei comprando outro e na cara dura perguntei de que horas ela iria sair, com uma mistura de Frances com inglês desajeitado. Ela super simpática disse que sairia às nove da noite e a convidei para tomarmos algo nos bares da praça, ela sorriu e aceitou. Nove em ponto estava na frente da loja, nem sabia onde iria dormir, pois não tinha procurado nenhum hotel, mas sabia que existia um albergue e tinha minha carteira do STB e o passaporte, dava pra desenrolar. Fomos caminhando até um bar, ficamos na calçada conversando, ela gostava de cerveja, que bom, eu adoro cerveja. Conversa vai, meio desengonçada pela questão idiomática, mas fluindo e depois de alguns copos ela me convidou para ir a uma festa de amigos em uma boate e seguimos, meio, eram umas onze da noite, chegamos e tomei algumas coca-colas com café pra agüentar a noitada. Chegaram umas amigas e amigos, entre os amigos estava o cara que conhecera a tarde vendendo drogas, mundinho pequeno!!! Em uma cidade com quase oitocentos mil moradores tinha de estar lá, me preocupei, afinal era estrangeiro, mas a noite foi fluindo, até que uma amiga dela disse que eu deveria tomar “bomba”, uma espécie de drink feito com dez tipos diferentes de bebidas alcoólicas e café. O terrorismo da coisa era que pra cada dez quilos do meu corpo teria de tomar um copo e como pesava cento e dez quilos e o negócio era pesado, fiquei só imaginando, então após tomar o primeiro pedi licença, fui até o gerente da boate e pedi para que guardasse meu passaporte e cartões de crédito, não sabia onde iria terminar aquela noitada, e por coincidência o gerente era português e conversamos uma pouco, super gente boa. Deixei as chaves do carro, passaporte, cartões de crédito, ficando apenas com a carteira de motorista, cópia do passaporte (sempre ando com uma na jaqueta) e dinheiro. Voltei para a mesa e me dediquei à prova dos onze copos de “bomba” e muita conversa fora, até onde podia entender afinal aquele coquetel estava fazendo efeito e os pensamentos se conturbavam. Daqui a pouco começaram as idas ao banheiro, em grupos, ou seja, o pó já estava rolando e a noite se estendendo. (continua...)sábado, 25 de abril de 2009
Das surras bem dadas...(continuação)
... Passei em sua casa e disse que iria sair comigo, estava vestindo um vestido longo e branco, entrou no carro com uma bolsa e disse que dentro tinha um brinquedo bem grande e que gostaria de experimentar em mim... Fiquei rindo compulsivamente, disse que ela estava enganada, que comigo não iria fazer o que queria e disse que sente muito prazer em machucar um homem, em sodomiza-lo, gozava só olhando. Eu disse que a única pessoa que seria maltratada seria ela. Segui em direção ao acampamento da empresa, região de catinga com algumas arvores maiores, tinha plantações de mangueiras na proximidade do rio perene, que naquela época estava com água. Entrei por dentro do rio com o carro, não era fundo e conhecia bem o trajeto. Chegamos a uma área com mangueiras e cajueiros, mandei-a descer do carro, já sem roupa, peguei sua bolsa e retirei o brinquedo, devia ter uns quarenta centímetros, eram quase dois palmos de minha mão, que tem vinte e cinco centímetros. Peguei uma corda de seda fina que tinha no carro, mandei que abraçasse a arvore, peguei suas mãos e amarrei do outro lado, fiz o mesmo com seus pés, ficou abraçada na arvore e toda aberta. Comecei a beijar seu corpo, seu pescoço enquanto passava pelo seu corpo seu brinquedinho... Aquele corpo branco se destacava no tronco da arvore escura, o som da água correndo no rio, lua cheia que iluminava seu corpo através do reflexo na água, destacando ainda mais. Comecei a morder seu corpo, seus braços amarrados, sua axila, suas costelas, sua bundinha, suas coxas, tornozelo. Estava abaixado, mordendo suas coxas, quando a cachorra começou a urinar em cima de mim, fez de propósito, queria me provocar, molhou meu rosto e minha camisa, que tirei e fui ao rio me lavar e molhar a camisa e com um golpe da camisa molhada bati em suas costas, ela gemeu e se retorceu, comecei a bater com força em seu corpo, ela gemia, ficou pendurada pelos braços amarrados, peguei seu brinquedo e enfiei em sua buceta até não ver mais, ela gemia feito louca, continuava batendo nela, peguei minha mão e abri seu rabo, fui metendo dedo por dedo, até quatro, não consegui colocar minha mão toda, mexia, ela começou a se contorcer mais e mais, roçar seus pequenos seios na casca da arvore e engolir meus dedos. Se machucando na arvore até entrar em gozo e se tremer toda, contraindo todos os músculos, começou a gozar a gritar pedindo que a soltasse, pois estava com uma câimbra em suas pernas, seus pulsos doíam. Soltei-a e caiu no chão, ficou ofegante e se contorceu abraçando as pernas. Peguei-a pelos braços e entrei no rio, água gelada, ela me beijou, se segurou em meu pescoço, seus seios estavam arranhados e um pouco ensangüentados do roçado na arvore, que visão aquela. Ela se ajoelhou no rio e começou a me chupar até que derramasse meu leite em sua boca. A levei pro carro e dei uma camisa minha e fui com ela para o acampamento, nos deitamos em minha rede e dormimos juntos, no outro dia a levei em casa. Ela se despediu com um beijo longo e um olhar de agradecimento. Soltei um beijo e disse que não mais a veria, estava terminando meu trabalho na região e nunca mais a vi. Posteriormente, na verdade duas semanas depois, soube que o marido a pegara traindo e matou o amante, ela conseguiu fugir. segunda-feira, 20 de abril de 2009
Das surras bem dadas...

Estava montando um projeto em uma cidade no interior, iria passar cerca de dois meses fazendo uma sondagem na região, para avaliação da viabilidade econômica de um determinado mineral. Na segunda semana na região, ficava lá entre terça-feira e quinta-feira pela manha, encontrei na rua uma mulher bonita, loura, pela branca, olhos castanhos esverdeados, falsa magra, mais de 1,70m, bem vestida. Estava no mercado comprando suprimentos para o acampamento da empresa, que ficava cerca de 25 km da cidade no meio de uma cadeia de montanhas. Bastante simpática puxou conversa e no decorrer a convidei para almoçar e estender o assunto. Prontamente aceitou só que impondo ser em sua casa o almoço, aceitei. Ao chegarmos a sua casa me ofereceu uma bebida, conversamos por alguns minutos, e sua empregada colocou a mesa, durante o almoço ela me falou que seu marido trabalhava em uma cidade a 150 km e que toda semana sai na segunda e retornava na sexta-feira a tarde. Terminamos o almoço e eu precisava ir, me perguntou onde dormia, disse que no acampamento da empresa, afinal tínhamos uma ótima cozinheira, uma noite bem agradável e um belo alpendre onde pendurava minha rede, adoro dormir em rede. Convidou-me para conversar naquela noite. À noite, após um banho de rio, borrifadas de Ténéré, roupa limpa, me dirigi para cidade. Ela me recebeu em uma mini saia justíssima de couro preto, tinha uns trinta e poucos anos, sutiã de couro preto, botas pretas, batom vermelho forte, um ar de dominadora. Começamos a tomar um uísque, ela com aquele ar de malvada, olhou nos meus olhos e disse que passou a tarde pensando como iria me maltratar na cama, dei uma risada forte e disse que isso não aconteceria e que se quisesse ser maltratada chamasse o marido dela, pois já tinha escutado falar de como ele era um cara violento. Ela riu e disse que o marido era bravo com os outros, mas com ela era um cachorrinho obediente. Ela chegou junto e me deu uma tapa na cara, peguei seu braço e apertei, veio com a outra mão me bater, ela era magra mas tinha força, dominei seus braços e disse que iria embora, pois também sabia de sua fama de puta e que não iria come-la sem camisinha, ela gemendo pela força que colocava em seus braços me disse que tinha muitas escondidas e que isso não seria problema. Joguei-a de lado, ela sorriu sentada no chão, a empurrei com o pé e a virei de costas pra cima, peguei minha mão e a levantei pela saia, expondo seu rabinho arreganhado de tanto ser fudia por trás. Joguei-a no sofá, coloquei meu pau pra fora e mandei chupar, a vagabunda mordeu com força, levou uma tapa tão forte que saio sangue pelo canto da boca, ela tremeu, me olhou com ar de prazer, se ajoelhou e me chupou com carinho, revezando entre chupadas e beijos nas minhas coxas. Mandei que pegasse a camisinha, ela colocou no meu pau, enquanto beijava meus testículos. Mandei que ficasse de quatro no sofá, a visão daquele rabo arregaçado me deixou muito excitado e meti de uma só vez em sua buceta, quente e molhada, meti duas vezes apenas, tirei e enfiei em seu rabo...se remexeu de prazer, comecei a estocar seu rabo e bater com força em suas nadegas, me pediu para bater com mais força, batia e metia, ela pedindo mais força, tirei o pau de seu rabo, puxei seus cabelos com força, quase arrancando sua cabeça de seu corpo, comecei a bater com força em seu traseiro, minhas mãos doíam e ela gemia feito louca, bati tanto que ela se mijou, suas pernas tremiam e pedia mais e mais, aquele aroma de urina no sofá, sua bunda vermelha, minha mão direita anestesiada e continue batendo até aquela mulher gozar feito louca, se tremia no sofá, ficou de lado se tremendo, apertando os seios pequenos com força e se tremendo compulsivamente. Que loucura, fiquei apenas observando, ela parou e começou a chorar de dor, cheguei junto de seu rosto, dei um beijo em sua testa e disse que ela agora iria me masturbar até gozar em cima dela... Pediu por favor, que a deixasse ali, quieta, que estava com muitas dores, que nunca tinha sentido tanta dor... Peguei meu pau e coloquei em sua boca, puxei pelos cabelos e mandei chupar... Confesso que estava muito excitado com tudo aquilo e que tinha de jogar meu tesão pra fora, ela sem forças e eu mesmo fazendo os movimentos de sua cabeça... Gozei com tanta força que ela se engasgou e vomitou. Peguei minha roupa e fui para seu quarto me deitar. Na manhã seguinte ela me acordou com um beijo e café na cama, eram seis da manhã, disse que tinha de sair antes das sete, pois a empregada chegaria a não deveria me ver na casa, seu rosto estava um pouco roxo, passei a mão em sua bundinha magra e ela quase grita de dor, tomei um café, peguei sua mão e coloquei a me masturbar, mãos pequenas, magras, mas sabiam pegar em um pau, me masturbou até gozar, me levantei e tomei um banho. Disse que voltaria outro dia, ela me pediu que voltasse sempre nas quartas, uma vez que na segunda-feira e terça-feira eram de seus dois amantes e que nestes dias era ela quem batia e não o contrario. Na outra quarta-feira... (continua).
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Selinho do Blog...
Pessoal, resolvi fazer um selinho para homenagear a todos que freqüentam o blog e que curtem tanto quanto eu o sexo bom, gostoso, sem pudores, prazer e muito tesão!!! Bem, o selinho está ao lado, quem quiser e tiver coragem, pode e deve colar em seu blog, é de graça!!! Desculpem-me se ficou meio tosco, não sou designer, mas posso dizer que a modelo que posou pro selinho fez com muita paixão e tesão a mil, vocês nem imaginam quanto tesão estava rolando nessa hora, fiquem na imaginação!!!terça-feira, 7 de abril de 2009
Dos Sustos (I)...

Estava em uma festa em uma pequena cidade do interior, onde tenho uma propriedade. Na festa, quem conhece cidade de interior sabe como se comportam as meninas diante de um homem da cidade grande, tanto as mais novas como algumas casadas. Neste dia estavam na mesa, o prefeito e mais algumas autoridades da cidade, entre elas o secretário de finanças e sua bela, gostosa e novinha esposa. A noite foi correndo, regada com vinho, acompanhamentos e troca de olhares. Não conseguia tirar o olho daquela moreninha clara do corpo bem feito e olhos de índia. A certa altura da noite, a maioria já bêbada ou cansada, me levantei para ir embora, minha propriedade fica a uns 10 km da cidade em estrada de chão, me despedi do grupo, a moreninha não estava na mesa, tinha saído há algum tempo e fui para meu carro, em uma rua próxima. Quando estava chegando ao carro, cruzei com a moreninha dos olhos de índia, ela perguntou por que estava indo embora, disse que não agüentava mais ficar ali naquela mesa, naquela praça, na cidade!!! Disse de forma meio forte. Ela me olhou nos olhos e perguntou por que, quando disparei, claro que sobre efeito de alguns litros de vinho. Disse que estar naquele lugar e não poder beijá-la me deixava louco!!! O sorriso dela foi de uma orelha a outra, seus olhos ficaram mais fechados ainda. Um lindo sorriso e um suspiro de desejo. A rua estava movimentada, cidade pequena. Pequei o numero de telefone de sua casa, disse que ligaria no outro dia ás nove da manhã. Liguei, ela atendeu manhosa, disse que estava na cama, o marido já tinha saído pra trabalhar e ela estava sozinha, não tinham filhos ainda, estavam casados há pouco tempo. Falei que queria me encontrar com ela, me deu o endereço, estacionei o carro atrás do muro de sua casa e pulei. Ela estava linda, com um vestido curto, seus seios pulando, acabara de tomar banho, cheirosa. Ficamos nos flertando por uns 30 segundos, não dizíamos nada, não nos tocamos, apenas nos olhando. Caminhei em direção a ela, tirando a camisa, que havia rasgado quando pulei o muro, peguei-a pela cintura, e a beijei com força!!! No jardim de sua casa tirei seu vestido, não estava de calcinha, pelinhos ralos, bucetinha pequena e cheirosa. Ajoelhei-me e comecei a chupar com força, ela gemia e puxava meus cabelos, coloquei-a de quatro em uma cadeira embaixo de uma grande mangueira e penetrei sua bucetinha molhada enaquanto adimirava sua linda bundinha> Metia com força e rapidez, ela gozou. Gozou em um gemido baixo, quase faltando ar. Sentou-se na cadeira e começou a me chupar, me punhetava com frenesi enquanto sua boca engolia minha cabeça encharcada. Gozei em sua boca, lhe dei um beijo, fechei minha calça e pulei o muro. No tempo em que ficamos naquele jardim não trocamos uma única palavra. Ligou-me na mesma noite, era cedo, disse-me que seu marido tinha viajado e queria saber se eu queria visitá-la, disse que sim, não havia ainda explorado sua linda bundinha. Disse que chegaria a sua casa lá pelas onze da noite, e pularia o muro. Resolvi não ir de carro, pra não deixar a vista do lado de fora a noite inteira, meu carro na época chamava muita atenção. Fui em uma das motos da propriedade. Pulei o muro e ela estava me esperando, com uma garrafa de vinho e de roupa intima. Beijamos-nos, ela se pendurava em meu pescoço, me agarrava com voracidade, arranhava minha costas, mordia meus lábios... ainda bem que passaria cerca de oito dias pra retornar pra casa, se não a confusão seria grande com a namorada. Tirou minha roupa, estávamos na sala, me chupou com força, puxei seus cabelos longos, lisos e negros, mandei que ficasse de quatro, queria chupar seu rabo, penetrá-lo com minha língua, abri espaço. Ela ficou, comecei a chupá-la, chupando com volúpia, acariciando seu rabinho, enquanto colocava dois dedos em sua buceta e a masturbava. Gozou em meus dedos, seu rabinho piscava em minha língua, rebolava feita louca, em uma mistura de tesão e agonia. Virou-se, me agarrou novamente e me beijava enloquecidamente. Pegou em minha mão e disse que queria ser comida na sua cama, em seu quarto. Entrou deito-se com a bundinha pra cima, e pediu para penetrá-la com força, de uma só vez, queria sentir dor e prazer. Fui para cima, me ajoelhei entre suas ancas, abri seu rabinho, coloquei o dedo em sua buceta ensopada, lubrifiquei seu rabo, penetrei com um dedo, depois dois, mexendo para os lados, abrindo, ela gemia, peguei meu pau e meti de uma só vez!!! Ela gritou de dor!!! De Prazer!!! Ainda tinha um rabinho muito apertado, pedindo pra ser arrombado. De repente um barulho no portão, já era madrugada, o portão se abre e entra um carro. Se marido tinha voltado, meu coração começou a bater tão forte que achava que sairia pela boca. Pulamos da cama, ela me olhou e disse que distrairia o marido enquanto eu pulava pela janela e pelo muro. Só que minhas roupas estavam na sala e tive de fazer isso completamente nu. A cena era a seguinte, cerca de uma e meia da madrugada, completamente nu, pilotando uma moto por cerca de 10 km, em uma região onde a temperatura média a noite fica em torno de 15 graus, com ventos constantes e sensação térmica lá embaixo, o coração saindo pela boca. Cheguei à minha casa, coloquei uma bermuda, peguei uma garrafa de uísque, fui pro alpendre, deitei na rede e fui relaxar do susto. Hoje é um grande motivo de piada, no dia foi bruto, mas tem muitas outras histórias de flagras e quase flagras. Quanto à moreninha com olhos de índia, bem, peguei minhas roupas em outra oportunidade e transamos muitas e muitas vezes depois.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Desejos...
Ruivinhava, falsa magra, cerca de 1,60m, voz de menina, jeito de criança mimada. Certa vez estávamos na casa dos meus pais, naquele churrasco, muita cerveja e a farra correndo solta, em certo momento estava na piscina com minha namorada, ela entrou, chegou junto e pediu para que a levasse nos braços até a parte funda, minha namorada não fez questão, pois para mim aquela menina, dois anos mais nova era como uma grande amiga e a coloquei nos braços. No caminho, ela já meio bêbada, me olhou e disse que queria um beijo na boca, sorri e disse que ela estava exaltada, mas reintegrou seu pedido, me neguei. Voltei para a parte rasa e procurei evitá-la o resto do dia e ficando o máximo de tempo junto com minha namorada. Certo momento, fui com minha namorada para meu quarto, ela nos seguiu, deixei a porta aberta propositalmente, quem sabe ela se tocasse e me deixasse em paz. Estava com tesão de sexo, joguei minha namorada na cama e levantei seu vestido, abaixei minha bermuda e meti em sua buceta suculenta, porta entre aberta. Percebi que ela estava na porta nos olhando enquanto eu metia com força em minha namorada, ainda mais com tesão por estar sendo observado, embora não quisesse nada com ela. Virei minha namorada de quatro e comecei a comer seu rabo, ela lá, olhando pela brecha, minha namorada gemendo, comecei a masturbá-la enquanto a enrabava, ela gozou bem forte, puxei-a pelos cabelos e gozei em seu rosto, bem na frente da nossa espectadora. Saímos do quarto e voltamos pro churrasco, pouco tempo depois eu estava na piscina com os amigos, ela entrou e me chamou no canto, já estava escurecendo, me disse que queria muito que gozasse em sua cara como fiz com minha namorada, me fiz de desentendido e sai da piscina. Três semanas depois estava no shopping, indo pro cinema, gosto de ver filmes sozinho, e de repente encontrei a minha amiga ruivinha, conversamos, fingimos que nada tinha acontecido e ela me perguntou onde estava indo e disse que iria assistir a um filme, disse que iria também e fomos juntos. Sempre sento no final, ela junto, o cinema não estava cheio, pré-estréia só se for Star Wars!!! Em nossa fileira somente duas garotas. O filme começou e ela pegou em minhas mãos, disse que estava com frio, pouco depois se encostou a mim, mesmo motivo, deixei, mas juro sem segundas intenções. Começou a apertar minha coxa direita, comecei a lembrar do dia na piscina, meu pau ficou duro, ela percebeu, eu estava de bermuda, pegou, não tive duvidas, abaixei minha bermuda, ela começo a me masturbar, peguei-a pelos cabelos e a coloquei a me chupar, as duas garotas olhavam de lado e fingiam que nada acontecia, ela me chupava com força, gozei!!! Coloquei-a em meu colo, beijava-a com frenesi e fui até sua buceta com minha mão, ela pegou na minha mão e me disse pra tomar cuidado, era virgem!!! Senti um frio na espinha na mesma hora, coloquei-a na cadeira ao lado. Abriu suas pernas. Estava de vestido, puxei sua calcinha, me ajoelhei e chupei sua buceta, suguei com força, não levou muito tempo para que ela gozasse, quase arranca meus cabelos. Olhei pro lado e as duas garotas estavam olhando descaradamente, nem parecia mais que existia filme algum. Levantei-me e fui embora, ela me seguiu até o estacionamento, me pediu para que a levasse a um motel, queria ser minha, perder a sua virgindade comigo. Entrei em meu carro e fui embora. Está casada, mas não consigo ficar a sós com ela em lugar algum, ela me come com os olhos, como se faltasse algo!
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terça-feira, 24 de março de 2009
Das Vontades...

Tínhamos um caso, e certa vez ela comentou que achava um grande tesão quando via minha arma (de verdade...Hehehe), uma pistola calibre 380 e pensara algumas vezes em ser violentada por aquele objeto de poder. Conversamos sobre isso, rimos um pouco, mas não dei bola e continuamos nossos encontros, quase sempre em seu apartamento, não tinha esquecido do seu desejo, mas sempre tive na cabeça que tudo tem seu momento, a oportunidade perfeita!!! Um dia brigamos pelo telefone, ciúmes dela com minha namorada, ela também tinha namorado, essa era nossa condição, amantes, mas ela teve uma crise de ciúmes porque na noite anterior ambos os casais se encontraram em uma boate, lógico que nem eu conhecia o namorado dela e ela não conhecia minha namorada. Nem imaginava o quanto minha namorada era safadinha, a ponto de me chupar em um canto da boate, mas a vista de várias pessoas, inclusive dela, o que a deixou irritadíssima, a ponto de ir embora. No dia seguinte me ligou i, querendo terminar, disse que tudo bem, mas queria ter um ultima trepada com ela, afinal fode muito e chupa divinamente, menos com pláteia...Hahahahaha. Ficou puta com isso e me mandou se fuder!!! Eu disse que estaria indo para seu apartamento, ela retrucou que nem me deixaria subir, não precisava já era conhecido no prédio. Bati na porta, ela no olho mágico, disse que não abriria, pedi apenas para que abrisse uma brecha que lhe entregaria algo e iria embora, abriu com a correte de segurança, arrombei a porta com um murro, entrei e a peguei pelos braços, com força, fechei a porta, disse iria comê-la e iria embora, ela disse que isso não iria acontecer de forma alguma, prendi seus braços com uma das minhas mãos, a empurrei para o quarto, ela começou a gritar, mandei que calasse a boca, ela estava apenas de camisola, rasguei e a joguei na cama, seus pulsos estavam marcados pelo aperto de minha mão. Ela estava furiosa, me deu um chute, puxei minha arma, coloquei na sua buceta, dei uma tapa em sua coxa, mandei que abrisse as pernas. Esta era a oportunidade que eu estava esperando!!! Sem tirar o pente de munição e com um na agulha penetrei com calma, para não machucar muito, batia nela e a chamava de puta e dizia que toda vez que eu a quisesse comer teria de me dar sem reclamar, pois era minha puta e ninguém a fazia gozar como eu. Não foram mais que dois minutos, ela gozou como nunca, tirei a arma, mostrei que estava com munição e dei mais algumas tapas com força em sua bunda, tirei minha roupa, me masturbei e gozei em sua cara, a beijei e fui embora. Nem preciso dizer que ganhei de presente naquele dia um lindo jantar de velas em seu apartamento, um perfume fantástico, e apesar de estar dolorida transamos a noite inteira.
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