Já que havia comentado sobre a moça da recepção da autorizada onde deixava meu carro para fazer revisão, nada mais justo do que contar nossa história. Super simpática, morena baixinha, cerca de 1,60m, cabelos longos, um quadril enorme, aquelas potrancas que vemos na rua. Tinha um corpo forte, não era gorda, mas era bem fofinha, aliado a um quadril espetacularmente grande e que deixa qualquer macho pensativo em comer aquele rabo de quatro, ela era realmente gostosa! Super simpática e sempre alegre, e não era por falsidade de atendente, era o seu jeito. Quando a conheci estava de namoro, mas já era separada e tinha um menino de 6 anos. Ela tinha na época em torno de 29 anos. Em uma das vezes que deixei meu carro na revisão, fazia isso mensalmente, uma vez que viajava cerca de 10 mil km em 30 dias. Fui deixar meu carro e tinha um barulho e queria mostrar ao chefe da oficina, mas ele tinha saído e então ela foi comigo. Após entrarmos no carro e darmos uma volta na rua a convidei para almoçar, viria com outro carro buscá-la. Na verdade o convite não fora sem intenção desejava cavalgar naquele rabo enorme! Ela aceitou o convite na hora, afinal nos conhecíamos a cerca de um ano e conversas agradáveis enquanto aguardava receber o carro. Às 11:30hs, sua hora de almoço era entre 11:30hs e 13:30hs, estava na frente da concessionária buscando-a. Entrou no carro com aquele traseiro, meu pau já estava duro! Imaginando um monte de safadeza. Ela com uma calça jeans e uma blusa do trabalho, uma jaquetinha preta e sua bolsa. Dois beijinhos e me perguntou onde iria levá-la para almoçar. Não perdi tempo, dizendo que em qualquer lugar em que eu pudesse tirar sua roupa e usar seu corpo como uma taça e beber o vinho tinto que estava no banco de trás do carro. Ela me deu uma tapinha, me chamou de safado e disse que não era nenhuma safada que na primeira vez que sai com uma pessoa vai logo tirando a roupa. Parei o carro, puxei-a pelo braço e lhe dei um beijo bem forte, ela ficou sem ar. Olhei-a nos olhos e disse que iríamos a um motel. Ela não disse nada, apenas sorriu. Motel a 2 km da autorizada. Déssemos do carro, fui até o lado dela, peguei-a pelos braços, joguei-a em meu ombro direito, ficando com seu rabo em meu rosto e levei-a para o quarto. Coloquei-a em pé na cama, tirei seus sapatos, ela me olhando. Tirei sua blusa, seios fartos e bonitos, nem um pouco caídos e totalmente originais. Abaixei sua calça, tirei de suas pernas, estava ali, em pé, corpulenta e de pele bem morena. Retirei seu sutiã, marca de um bronze, beijei seus seios, passei minha língua. Fui beijando seu corpo e me abaixando, cheguei a sua buceta, beijei por cima da calcinha, virei de costas, beijando suas nadegas enormes. Vire-a novamente de frente, mais beijos em sua bucetinha, a calcinha já estava completamente molhada, a poça era grande, meus lábios ficaram enlouquecidos para beijarem aquela buceta melada. Lembrei do vinho. Tirei sua calcinha e a mandei deitar de bruços, que visão linda! Quanta carne, que rabo! Fui ao carro e trousse à garrafa de vinho tinto, combinava com a cor de sua pele. Peguei a saca rolha no bar do quarto, abri, ela ali, imóvel e me aguardando. O vinho estava em temperatura ambiente, abri sua bunda com as mãos, coloquei minha boca em seu rabo, chupei seu cuzinho, ela quase arranca os lençóis da cama. Tirei minha roupa por completo. Voltei pra sua bunda, que visão! Abri novamente e coloquei minha língua em seu cuzinho, derramei o vinho e comecei a beber na cacimba de seu cuzinho, me deliciando, fazendo entrar minha língua em seu cuzinho com vinho como lubrificante, ela gemia e me chamava de safado de rabeiro. Era impressionante como era apertado aquele cuzinho, apesar de uma bunda enorme, mas o cuzinho era bem apertado. Tomei mais de meia garrafa daquele jeito e a mandei virar de frente, abri sua boca e coloquei vinho, ela bebeu, coloquei novamente e disse que não bebesse, ficasse com ele na boca, coloquei meu pau em sua boca e senti o vinho. Ela engoliu e começou a me chupar, chupava maravilhosamente bem! Agora era minha vez de chupar. Buceta grande, pelinhos lisos e poucos. Comecei a mexer em seu clitóris com meu dedo, depois coloquei o dedo em sua buceta, de uma só vez, ela gemeu! Comecei a chupar com força, não demorou um minuto e ela estava gozando e arrancando meu cabelo. Sentia sua buceta latejar em meu dedo! Tentei continuar chupando, mas ela não agüentava, dizia que era incomodo e então entrei em sua buceta quente em ensopada com meu pau. Metia e tirava bem lentamente, do jeito que gosto, depois acelerando o ritmo e ela gozou novamente. Teve uma tremedeira e apertava seus seios com os braços. Que visão linda. Continuei a penetrar e tirar, tava muito gostoso, ela ali, completamente em transe por duas gozadas, nem se mexia, completamente adormecida. Sentia como se a tivesse estuprando, que sensação boa. Ela ali, completamente a minha disposição. Vire-a de bruços novamente e fui me fartar em seu traseiro. Abri seu rabo, chupava sue cuzinho com tanto tesão que meu pau parecia que ia explodir. Nunca imaginei que ela tivesse um cuzinho tão apertado! Deixei-o o mais relaxado possível, lubrificado e encaixei meu pau, comecei a entrar lentamente, ela não esboçava nenhuma reação, apenas ali, deitada, entregue. Quando senti a cabeça do meu pau entrar em seu rabo, fui até o fundo! Ela deu um gemido de dor, apertou meu pulso direito com força e pediu calma, mas ao mesmo tempo empinando para sentir mais. Comecei a estocar em seu rabo e morder seu cangote, suas costas e meter. Ela gemia de dor e prazer, perguntei se queria que parasse, ela disse que não, mas que eu fizesse com carinho. Depois de alguns minutos de movimentos lentos e de esporrar em seu rabo ele estava relaxado, tirei e fui admirar, dei beijinhos, estava bem quente. Enfiei novamente, só que desta vez fui mais rápido e mais rápido até não agüentar e encher seu rabo com minha gozada. Quase arrancava o coro do seu pescoço na mordida que dei durante minha gozada. Senti-me um cachorro cruzando com aquela cadela quartuda. Fiquei ainda alguns minutos dentro de seu rabo quente, sentia ele latejar no meu pau. Sai de cima dela, a abracei, tomamos um banho e almoçamos um belo prato de Camarão a Moranga. Deixa na autorizada, voltei a noite pra buscar meu outro carro. Conversamos, mas sem muita intimidade, afinal estava em seu ambiente de trabalho. Foram uns seis meses de relacionamento, até que seu namorado pediu para morarem juntos e, além disso, foi trabalhar na mesma autorizada que ela. Acabaram-se nossos almoços. segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Lembranças...
Já que havia comentado sobre a moça da recepção da autorizada onde deixava meu carro para fazer revisão, nada mais justo do que contar nossa história. Super simpática, morena baixinha, cerca de 1,60m, cabelos longos, um quadril enorme, aquelas potrancas que vemos na rua. Tinha um corpo forte, não era gorda, mas era bem fofinha, aliado a um quadril espetacularmente grande e que deixa qualquer macho pensativo em comer aquele rabo de quatro, ela era realmente gostosa! Super simpática e sempre alegre, e não era por falsidade de atendente, era o seu jeito. Quando a conheci estava de namoro, mas já era separada e tinha um menino de 6 anos. Ela tinha na época em torno de 29 anos. Em uma das vezes que deixei meu carro na revisão, fazia isso mensalmente, uma vez que viajava cerca de 10 mil km em 30 dias. Fui deixar meu carro e tinha um barulho e queria mostrar ao chefe da oficina, mas ele tinha saído e então ela foi comigo. Após entrarmos no carro e darmos uma volta na rua a convidei para almoçar, viria com outro carro buscá-la. Na verdade o convite não fora sem intenção desejava cavalgar naquele rabo enorme! Ela aceitou o convite na hora, afinal nos conhecíamos a cerca de um ano e conversas agradáveis enquanto aguardava receber o carro. Às 11:30hs, sua hora de almoço era entre 11:30hs e 13:30hs, estava na frente da concessionária buscando-a. Entrou no carro com aquele traseiro, meu pau já estava duro! Imaginando um monte de safadeza. Ela com uma calça jeans e uma blusa do trabalho, uma jaquetinha preta e sua bolsa. Dois beijinhos e me perguntou onde iria levá-la para almoçar. Não perdi tempo, dizendo que em qualquer lugar em que eu pudesse tirar sua roupa e usar seu corpo como uma taça e beber o vinho tinto que estava no banco de trás do carro. Ela me deu uma tapinha, me chamou de safado e disse que não era nenhuma safada que na primeira vez que sai com uma pessoa vai logo tirando a roupa. Parei o carro, puxei-a pelo braço e lhe dei um beijo bem forte, ela ficou sem ar. Olhei-a nos olhos e disse que iríamos a um motel. Ela não disse nada, apenas sorriu. Motel a 2 km da autorizada. Déssemos do carro, fui até o lado dela, peguei-a pelos braços, joguei-a em meu ombro direito, ficando com seu rabo em meu rosto e levei-a para o quarto. Coloquei-a em pé na cama, tirei seus sapatos, ela me olhando. Tirei sua blusa, seios fartos e bonitos, nem um pouco caídos e totalmente originais. Abaixei sua calça, tirei de suas pernas, estava ali, em pé, corpulenta e de pele bem morena. Retirei seu sutiã, marca de um bronze, beijei seus seios, passei minha língua. Fui beijando seu corpo e me abaixando, cheguei a sua buceta, beijei por cima da calcinha, virei de costas, beijando suas nadegas enormes. Vire-a novamente de frente, mais beijos em sua bucetinha, a calcinha já estava completamente molhada, a poça era grande, meus lábios ficaram enlouquecidos para beijarem aquela buceta melada. Lembrei do vinho. Tirei sua calcinha e a mandei deitar de bruços, que visão linda! Quanta carne, que rabo! Fui ao carro e trousse à garrafa de vinho tinto, combinava com a cor de sua pele. Peguei a saca rolha no bar do quarto, abri, ela ali, imóvel e me aguardando. O vinho estava em temperatura ambiente, abri sua bunda com as mãos, coloquei minha boca em seu rabo, chupei seu cuzinho, ela quase arranca os lençóis da cama. Tirei minha roupa por completo. Voltei pra sua bunda, que visão! Abri novamente e coloquei minha língua em seu cuzinho, derramei o vinho e comecei a beber na cacimba de seu cuzinho, me deliciando, fazendo entrar minha língua em seu cuzinho com vinho como lubrificante, ela gemia e me chamava de safado de rabeiro. Era impressionante como era apertado aquele cuzinho, apesar de uma bunda enorme, mas o cuzinho era bem apertado. Tomei mais de meia garrafa daquele jeito e a mandei virar de frente, abri sua boca e coloquei vinho, ela bebeu, coloquei novamente e disse que não bebesse, ficasse com ele na boca, coloquei meu pau em sua boca e senti o vinho. Ela engoliu e começou a me chupar, chupava maravilhosamente bem! Agora era minha vez de chupar. Buceta grande, pelinhos lisos e poucos. Comecei a mexer em seu clitóris com meu dedo, depois coloquei o dedo em sua buceta, de uma só vez, ela gemeu! Comecei a chupar com força, não demorou um minuto e ela estava gozando e arrancando meu cabelo. Sentia sua buceta latejar em meu dedo! Tentei continuar chupando, mas ela não agüentava, dizia que era incomodo e então entrei em sua buceta quente em ensopada com meu pau. Metia e tirava bem lentamente, do jeito que gosto, depois acelerando o ritmo e ela gozou novamente. Teve uma tremedeira e apertava seus seios com os braços. Que visão linda. Continuei a penetrar e tirar, tava muito gostoso, ela ali, completamente em transe por duas gozadas, nem se mexia, completamente adormecida. Sentia como se a tivesse estuprando, que sensação boa. Ela ali, completamente a minha disposição. Vire-a de bruços novamente e fui me fartar em seu traseiro. Abri seu rabo, chupava sue cuzinho com tanto tesão que meu pau parecia que ia explodir. Nunca imaginei que ela tivesse um cuzinho tão apertado! Deixei-o o mais relaxado possível, lubrificado e encaixei meu pau, comecei a entrar lentamente, ela não esboçava nenhuma reação, apenas ali, deitada, entregue. Quando senti a cabeça do meu pau entrar em seu rabo, fui até o fundo! Ela deu um gemido de dor, apertou meu pulso direito com força e pediu calma, mas ao mesmo tempo empinando para sentir mais. Comecei a estocar em seu rabo e morder seu cangote, suas costas e meter. Ela gemia de dor e prazer, perguntei se queria que parasse, ela disse que não, mas que eu fizesse com carinho. Depois de alguns minutos de movimentos lentos e de esporrar em seu rabo ele estava relaxado, tirei e fui admirar, dei beijinhos, estava bem quente. Enfiei novamente, só que desta vez fui mais rápido e mais rápido até não agüentar e encher seu rabo com minha gozada. Quase arrancava o coro do seu pescoço na mordida que dei durante minha gozada. Senti-me um cachorro cruzando com aquela cadela quartuda. Fiquei ainda alguns minutos dentro de seu rabo quente, sentia ele latejar no meu pau. Sai de cima dela, a abracei, tomamos um banho e almoçamos um belo prato de Camarão a Moranga. Deixa na autorizada, voltei a noite pra buscar meu outro carro. Conversamos, mas sem muita intimidade, afinal estava em seu ambiente de trabalho. Foram uns seis meses de relacionamento, até que seu namorado pediu para morarem juntos e, além disso, foi trabalhar na mesma autorizada que ela. Acabaram-se nossos almoços. domingo, 4 de outubro de 2009
Caronas...

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Caronas...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Aventuras...
Olinda! Quem gosta de carnaval já ouviu falar em Olinda e se gosta mesmo já brincou. Em uma ocasião, estava com namorada nessa época. Tem coisa mais doida que ir comprometido pro carnaval!? Então, estava lá com minha namorada no Alto da Sé, e de frente um grupo de garotas, uma baixinha, que depois descobriria que era de Teresina – PI, não tirava os olhos de mim. Eita mulherada pra gostar de provocar homem comprometido! Então em uma determinada hora fui ao banheiro, aqueles banheiros públicos portáteis e a baixinha me seguiu, minha namorada ficou com o grupo de amigos e parentes e a baixinha foi atrás! Linda, cabelo curto mais cheio, bem encaracolado, olhos verdes, moreninha clara. Em cima de um tamanco do tamanho do mundo pra ficar mais alta, mas mesmo assim devia ter 1,55m. Toda gostosinha! Eu andando e ela atrás, eu olhava pra trás e ela sorrindo, bem, assim que estava em uma distância segura parei e perguntei o nome dela, ela me disse que se chamava Talita ou algo assim, não me lembro direito. Tinha uns 20 anos na época. Ela devia ter perto disso. Ela disse que meu achou lindo! Meu sorriso era lindo, meu corpo grande, forte que ficou impressionado quando coloquei minha namorada no ombro e ainda por cima levantei a namorada de um amigo pela cintura bem alto. Ficou impressionada! Peguei em sua cintura e atirei do chão, diretamente para minha boca! Passamos bem uns 15 minutos nos agarrando. Ai voltamos, nesse dia fui ao banheiro umas 20 vezes...Hahahahaha! Isso foi na sexta-feira, no sábado, a mesma coisa. Estávamos no mesmo local, pois era onde tinha pago uma casa para dar suporte, já que eu não gostava de dormir em Olinda, mas pagava a cota pra ter direito ao banheiro, geladeira com bebida, um quarto com mais umas 5 pessoas pra descansar, caso quisesse. Só que estas casas antigas têm normalmente apenas um banheiro, então era fila e nós homens deixamos o banheiro pras meninas durante o dia e íamos aos públicos. Bem, no domingo, depois de muita pegação, e na segunda em diante eu ia para praia. Forcei um pouco a barra com a baixinha e consegui levá-la para dentro da casa e fomos para a dispensa, que era bem grande. Entramos um calor do inferno! Tiramos a roupa e começamos e nos agarrar. Escutando o movimento lá fora! Suávamos feitos loucos! Um tesão enorme! Peguei a baixinha, eu em pé e a virei de cabeça pra baixo, colocando sua boca em meu pau, enquanto sua buceta estava em minha cara e comecei a chupar, enquanto ela me chupava, ficamos assim até a hora que ela não agüentou mais. A sentei em um caixote de madeira, abri suas pernas, e comecei novamente a chupar sua bucetinha bem pequena e lisa. Não tinha um pentelhinho! Chupei até ela gemer e dizer que era a primeira vez na vida que estava gozando, dizendo isso e gozando e puxando meus cabelos. Escutei a voz da minha namorada da cozinha chamando pelo meu nome bem alto e o pessoal dizendo que não me vira. Mentira a cozinheira contratada pra fazer o almoço e janta estava me acobertando. A baixinha gozando, coloquei a mão em sua boca para fazer menos barulho, ela estava eufórica! Quase sem conseguir respirar, meu tesão era enorme, peguei meu pau e meti em sua bucetinha, puta merda como suava, aquele calor, bafo quente da nossa respiração e aquele buceta pegando fogo, a senti latejar com meu pau dentro, meti feito uma louco, rápido, ela gemendo e gozei! Enchi a buceta daquela baixinha de porra e continuava metendo, tudo gozado! Beijava-a com força! Quase comendo sua boca pequena! Foi muito gostoso!!! Vestimos as roupas e abri a dispensa, olhei de lado, barra limpa, mandei que saísse, ela quase sem conseguir andar. Esperei uma pouco e fui direto pro banheiro! Bati na porta e quem estava, por sorte e coincidência era minha namorada! Ela abriu a entrei rápido, direto pro chuveiro, tirar o cheiro da safadeza e ela perguntou o que era aquela agonia toda e disse que tinha me metido em uma briga quando fui urinar e tava sendo levado pela policia e tinha conseguido fugir correndo! Hehehehe...tomei um banho e transei com minha namorada no banheiro mesmo!!!quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Aventuras...
Em um carnaval tinha uma garota dentro do cordão que estava beijando todos os homens. Cabelinho curtinho, magrinha, bonitinha, cara de menina safada. Quando chegou junto de mim ela pulou em meu pescoço e eu virei o rosto. Ela tentou e a empurrei no chão, quase rolava confusão, mas ela foi embora. Algum tempo depois lá vem por trás e tenta novamente, mas uma vez não deixei. Ela me pegou pelo braço e perguntou por que eu não a deixei beijar e de baixo de todo aquele barulho do trio elétrico eu disse que putinha eu só deixava beijar o meu pau. Foi uma bela tapa na minha cara! Hahahaha! Deixei pra lá, até que não doeu! No dia seguinte encontro essa figura em uma barraca comprando cerveja e pergunto a ela se lembrava de mim. Disse que sim, que era o imbecil que ela havia dado um tapa, retruquei dizendo que era o imbecil que ela não conseguiria beijar nunca! Ela riu e disse que apostava o que eu quisesse, que ela iria me beijar. Aceitei a aposta e ela disse que se eu a beijasse me faria o melhor boquete da minha vida. Hahahaha! Tinha de ser muito bom pra uma afirmação como esta. Então eu disse tudo bem, mas que iríamos primeiro até os coqueiros, ela foi. Quando chegamos ela pediu o beijo, então eu disse que primeiro ela teria de pegar em meu pau, ai eu a beijaria e ela me chuparia. Ela concordou e pegou. Eu disse que a beijaria durante o tempo que ela ficasse com meu pau em sua mão mexendo, me punhetando e desafiei dizendo que se ela sabe chupar bem deve saber punhetar também. Acho que ficamos uns 20 minutos nos beijando, enquanto ela me masturbava e eu passeava em sua calcinha com minha mão. Gozei em sua mão. Foi muito gostoso o beijo, a punheta melhor ainda, nem pedi a chupada, tava bem satisfeito! Ao retornarmos para o bloco ela quis ficar comigo, mas eu já tinha outra garota em mente!domingo, 6 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Momentos...
Em um dos carnavais fora de época teve uma transe muito inusitada. Estava com uns amigos curtindo o carnaval na avenida beira mar, aquela farra, vez outra se ia até a praia urinar na beira mar. Em uma dessas ocasiões estava em pé urinando quando uma garota devia ter minha idade, perto dos 18, levantou a saia e se abaixou, puxou a calcinha de lado e começou a urinar. Sem a menor cerimônia disse que adoraria ser aquela areia que estava sendo mijada, ela me olhou rindo e perguntou por que eu não me deitava que ela continuaria fazendo em mim. Abaixei-me, coloquei a mão no jato e disse que mijasse mais forte, ela fazendo e eu olhando pra ela. Quando terminou eu peguei minha latinha de cerveja e derramei na mão, disse que iria lavar sua buceta com cerveja ela começou a rir e continuou agachada, comecei a lavar e alisar sua buceta, ela começou a soltar uns gemidos, parei, pequei-a pelo braço e levei para junto dos coqueiros, atrás de umas barracas de apoio da prefeitura, encostei-a no coqueiro, me abaixei, levantei sua saia e rasguei sua calcinha, levantei uma perna e coloquei em meu ombro, comecei a chupar e lamber aquela buceta suada, mijada e com gosto de cerveja. Ela arrancou alguns cabelos meus com tanto tesão! As pessoas passavam e só escutando ao longe os comentários, mas oras, não eram apenas nós dois naquele lugar fazendo safadeza! Ela gemia com uns gritos finos e apertava minha cabeça e puxava meus cabelos. Gozou! Levantei-me e a beijei! Coloquei meu pau pra fora, virei ela de costas pra mim e meti o pau em sua buceta por trás, prensando ela no coqueiro. Ela não era daqui, me disse ser carioca, mas o sotaque era meio paulistano. Quando fui gozar gozei em suas coxas, melei-a toda. Isso já era o ultimo trio elétrico. Beijamos-nos e seguimos cada um seu rumo. Não lembro seu nome, lembro seu rosto, sei que era bem magrinha, tinha uns seios siliconados médios, cabelo comprido e ondulados e meio ruivos ou louros, a iluminação era ruim. Foi a mais louca trepada daquele ano. No ano seguinte não ia brincar carnaval fora de época, então digo que este foi bem aproveitado!quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Lembranças da Adolescência...VI
A coroa ficou interessada no meu caso com a outra na academia, que era solteira e na época era gerente geral da Localiza. Já ela era casada, diretora financeira de um famoso colégio. Ela já me olhava, mas acho que não tinha ainda chegado por medo da minha idade. Então viu nesse meu relacionamento um motivo para chegar e pegar o garoto que chamava sua atenção. Cerca de duas semanas depois de ter começado a transar com a outra, fui chegando na academia e ela colocou o carro por cima de mim propositalmente. Ela sorriu me chamou no carro e perguntou se não gostaria de passear, ir até a praia e passear pela areia. Sorri e entrei no seu carro e fui logo pegando em sua coxa, apertando e colocando minha mão em sua buceta por cima da malha. Ela foi logo perguntando o que eu tinha com a fulaninha da academia e eu prontamente disse que transava com ela. Ela sorriu e disse que era loucura, eu era um menino, perguntou quantos anos eu tinha e quando falei, ela quase que volta, pensava que tinha uns 18 – 19 anos. Paramos na praia e começamos a caminhar e conversar chegamos até um local onde não tem como ninguém nos ver, a não ser caminhando pela praia e começamos a nos beijar, ela me beijava e me masturbava, apertava meu pau e mexia com rapidez. Sabia o que estava fazendo! Minha mão dentro de sua malha por trás, colocando meus dedos em sua buceta e seu rabo. Ela me masturbou até gozar e não parava de beijar, de sugar minha língua, morder! Gozei gostoso com aquela punheta! Que punheta! Voltamos pro carro, ela me deixou na academia e foi pra casa. Ao chegar minha outra amiga perguntou por que cheguei tarde e disse a ela o que tinha acontecido. Ela ficou com um tesão tão grande que fomos pra sua casa. Neste dia tive que ligar pra minha mãe e dizer que não iria pra escola, pois tinha que resolver umas coisas e iria direto da academia. Passei o dia inteiro no apartamento transando! Ela ligou pra Localiza e disse que estava com uma forte dor de cabeça, disse isso enquanto estava sentada em meu pau na rede na varanda do apartamento. quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Lembranças da Adolescência...V
Durante os 15 e 16 anos tinha as minhas duas coroas da academia pra transar a ganhar presentes e neste meio tempo fui me tornando um garoto mais safado, mais interessando em sexo e nada de relacionamento. Na escola técnica tinham as garotas das farras, idas ao barzinho beber, beijar, tirar um sarro e tinham as garotas que era só sexo, apenas encontros pro sexo! A mais famosa era uma garota da minha turma, Karla (acho que era este o nome dela). Karla era noiva, devia ter uns 25 anos, era da minha turma. Tinha um corpo bonito, seios fartos, pele branca, cheia de pintinhas no rosto. Na minha turma ela dava pra uns quatro e também pra uns caras do curso de edificações. O noivo ia buscá-la na porta da escola todos os dias após o trabalho e ela praticamente todos os dias dava o rabo pra alguém na escola. Dizia que sua bucetinha era do noivo no dia que eles se casassem e que o noivo no máximo pegava em seus seios. Era uma farra. Teve uma vez que no intervalo fomo tomar umas porradinhas, bebida de estudante mesmo. Na volta ela estava tão safada que fomo pro banheiro, eu, ela e mais três colegas, fizemos uma fila no lado de fora de um banheiro e todos comeram aquele rabo safado e arrombado de tanta rola! Karla era bem safada! O ônibus que eu pegava, antes de ter meu primeiro carro após fazer 16 anos, a Karla pegava também, normalmente o ônibus passava na sua parada perto do meio-dia e de lá até o cefet eram uns 20 a 30 minutos, em muitos destes dias íamos no banco de trás na maior safadeza, ela normalmente ia de saia e na época eu usava calças de malha folgadas, fazia parte do time de vôlei da escola e usava sempre estas calças folgadas. Muitas vezes vinha com o pau pra fora, dentro de seu rabo, no balanço do ônibus sentia entrar em seu rabo, às vezes ela dava um pulo, escapava pra sua buceta e ali tinha um só dono! Pelo menos até a noite de núpcias. quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Lembranças da Adolescência...IV

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Lembranças da Adolescência...III

sexta-feira, 31 de julho de 2009
Lembranças da Adolescência...II

sábado, 25 de julho de 2009
Lembranças da adolescência...I
Não sei se já comentei aqui, mas minha primeira experiência sexual foi aos 13 anos com a empregada da casa de um amigo da rua onde eu morava. Na verdade acho que a maior parte dos garotos têm sua iniciação com as empregadas domesticas, acho que por isso minha mãe nunca deixou entrar uma que não fosse velha e feia. Minha primeira experiência foi uma merda, mas da segunda em diante as coisas foram gradativamente melhorando, pegando experiência. Na frente da casa dos meus pais tem um prédio grande, muitos apartamentos e conseqüentemente muitas empregadas domesticas, que hoje são as secretárias do lar. Entre todas existiam as safadas, a da casa do Marcelo, branca de cabelo enrolado, meio fortinha, devia ter uns vinte e poucos anos. Era bem safada, eu e o Marcelo íamos estudar na sala e assim que podíamos mandávamos o irmão do Marcelo, juntamente com meu irmão, que ia comigo justamente pra esse fim, brincar no play do prédio, portas fechadas, chamava nossa professora safadinha, que já vinha nua para a sala. Seios enormes, uma pele bem branca, buceta bem peluda, olhas o fim dos anos oitenta e toda aquela cabeleira bucetal. Nisso eu e Marcelo tirava no par e impar pra ver quem ela iria deixar meter o pau primeiro, embora o outro fosse chupado, mas o tesão era enfiar o pau naquela buceta grande. O tesão era grande que em menos de 2 minutos já se gozava, ai era a vez do outro e ai ela fazia a limpeza com sua boca, pau sempre duro, sem pêlos, ela amava lamber nossos testículos. Depois trocava novamente e gozava em sua buceta, passávamos uma parte da tarde naquela brincadeira! As notas estavam ficando ruim, mas quem queria saber disso?! Era o paraíso, quase todas as tardes era aquela diversão. Nessa brincadeira se foram bons meses, mas ai a mãe do Marcelo pegou o marido comendo a nossa professora e acabou nossa farra! Separação, confusão e o Marcelo se mudou. Foi uma pena, pra ele, eu continuava sendo comido por outras empregadas da rua, mais duas no mesmo prédio, mas ai não tinha desculpas de ir estudar na casa do Marcelo, tinha que aproveitar algum momento que elas tinham livre pra ser “comido”, além da moreninha escura que trabalhava na casa ao lado da casa dos meus pais. Era só pular o muro... Ainda tinha mais uns 2 anos nessa farra toda, mas são outras histórias.segunda-feira, 20 de julho de 2009
Safadinha...

Vi aquela garota quando era uma criança, eu era adolescente e ela era vizinha da minha avó. Os anos se passaram e certo dia fui à casa da minha avó pegar uma encomenda para enviar por um portador para a casa da praia. Quando entro na casa surge no portão àquela garotinha, agora com 14 anos, seriam 10 anos de diferença entre nossas idades. Estava em uma saia curta, com a calcinha quase de fora, um top mostrando seios pequenos, mas bicos bem volumosos para uma menina tão nova, mal fizera os 14. Olhou pra mim e perguntou pela minha avó, olhei espantado pra ela e disse que estava enorme, uma verdadeira moça. Ela me respondeu sorrindo que já era mais do que moça, era uma mulher que já “menstruava e trepava”. Fiquei sem jeito, ela sorriu e deu a volta, rebolou uma bunda pequena e morena e foi embora. Confesso que fiquei excitado e pensativo sobre aquela situação, mas tinha conhecido ela quando era uma criança, conhecia a mãe e o pai, mas aquela safadinha não me saia da cabeça! Voltei dois dias depois na casa, confesso que com segundas intenções e fiz questão de fazer barulho para chamar atenção na rua. Entrei e deixei a porta aberta, casa de muro baixo, todos na rua vêem o movimento. Ela entrou, eu estava sentado na poltrona com a cara de safado, com o pau duro de tanto pensar safadeza e a cueca melada. Ela me olhou e perguntou por que eu estava com aquela cara sorridente, mandei que fechasse a porta, o que fez sem questionar, me levantei e abaixei minha bermuda e cueca, deixando meu pau à mostra, sentei novamente, ela apenas olhando. Mandei que se ajoelhasse e me chupasse, coisa que fez imediatamente, mas assim que colocou a boca no pau perguntou por que ele estava tão melado. Peguei-a pelo cabelo e a fiz chupar, quando estava quase gozando retirei o pau de sua boca e tirei sua roupa inteira, o corpo já era bem desenvolvido, mas não tinha bunda, bucetinha ainda lisa naturalmente, corpinho todo duro, pela macia. Tinha medo de que fosse virgem, por isso a peguei pela cintura e levei sua buceta até meu rosto, apoiei suas pernas nos meus ombros, debrucei-a sobre minhas pernas e fui olhar para sua bucetinha lisa. Realmente aquela bucetinha já tinha levado rola, embora ainda apertadinha, já não era mais virgem. Perguntei quem tinha tirado aquele cabaço e ela disse que fazia dois meses e tinha sido seu namorado de 16 anos. Perguntei o porquê ela estava traindo o namorado e me disse que não estava traindo, que o amava, mas queria saber como é fuder com outros homens e enquanto fosse apenas namorada ira fuder sempre que tivesse vontade. Perguntei então com quantos ela já tinha fudido e disse que comigo era o décimo. Pensei na bela Carrera de puta que essa garota tinha pela frente e no belo par de galhas de alces montanheses, pois chifre era pouco pro namorado dela. Perdi o tesão de fuder, mas a fiz me chupar novamente até encher sua boca de porra. Nunca mais quis saber de me envolver, embora diversas vezes tenha me procurado, mas estava começando um namoro e como sempre gostei de mulheres mais velhas eu não quis saber. Foi um bom aperitivo naquele dia. Hoje ela está casada com o corno do namorado e continua fundendo com toda a rola dura que aparece, pelo menos foi o que ela me contou dia desses quando a encontrei no shopping. Tem coisas na vida que nunca mudam.
sábado, 11 de julho de 2009
Fantasiando...
Estava com minha namorada em um churrasco na casa de um amigo. No caminho do churrasco liga Eliane, amiga de minha namorada, perguntando o que iríamos fazer, pois estaca sozinha, seu noivo tinha ido viajar e estava sozinha. Chamamos para ir com nosco ao churrasco. Ela era branquinha, um corpo escultural, seios perfeitos, mas na verdade até aquele dia nunca tinha prestado atenção nela. Passamos o dia bebendo, no final da tarde a Eliane estava com sono e foi para o carro tirar uma soneca, em determinado momento fui até o carro pegar um cd e quando cheguei vi uma cena perfeita, ela deitada de bruços no banco traseiro do meu carro, as portas abertas, o vento levantando seu vestido, estávamos na beira mar. Nunca vi coxas tão torneadas, brilhavam com o reflexo do sol na janela lateral da varanda. Sol de fim do dia, reluzente e amarelo como ouro contrastando com o branco de sua pele, era a fusão da prata com o ouro. Aquela cena me deixou imediatamente de pau duro. O vento dava e mostrava sua calcinha fio dental dentro de sua buceta cabeludinha. Enquanto uma perna estava na parte de cima do banco a outra descansava no assoalho em cima das toalhas de banho. Sua buceta suculenta era penetrada pela calcinha. Levemente peguei seu vestido e levantei mais, deixando aquela bunda alva e volumosa, não tanto quanto a da minha namorada, que era morena e que morena! A calcinha era um pequeno fio grosso que insistia em estar naquele lugar. Como queria ser aquele pedaço de pano dentro dela, sentindo o aroma. Não resisti, apoiei meu braço no banco de trás e outro no banco da frente, fui com meu nariz o mais próximo de seu sexo, sentindo aquele aroma de buceta suada e mijada de um dia de farra. Meu pau latejava na bermuda! Tomei mais um porre na sua buceta, puxei seu vestido de volta e contra todo o movimento etílico e revolucionário que existia dentro da minha cabeça, peguei o CD, fiz um barulhinho para chamar a atenção dela, nem se mexeu. Meu Deus como queria levantar aquela saia e chupar sua buceta por trás, penetrar seu rabo com minha língua, lubrificá-lo e depois meter até gozar!!! Voltei pra farra, na minha cabeça apenas pensamentos obscenos, meu pau latejava, beijava minha namorada com fúria, queria comê-la na frente de todo mundo! Não resisti e disse que iríamos embora, pois queria fuder a noite toda! Minha namorada ainda não tinha me deixado experimentar seu rabo. Linda de rosto, de sorriso, corpo, uma bunda deixar qualquer homem louco, uma pele morena, lisa, brilhante. Aquele rabo só tinha sido penetrado por minha língua. Era inicio de namoro. Quando chegamos no carro Eliane ainda dormia, mas as portas estavam fechadas, o vento já estava frio. Deixei a Eliana em casa, mas minha cabeça só pensava naquela cena, nem lembrava de seu rosto, apenas ela de bruços e todo o meu tesão. Chegamos no motel e minha namorada, já com a buceta ensopada, de tanto eu meter os dedos no caminho, foi se dirigindo ao banheiro, quando a puxei e disse que não! Queria sua buceta com aroma de mijo e melada do dia de sol e de seu prazer. Joguei-a na cama e chupei aquela buceta de pelos curtos e bem distribuídos por mais de uma hora, a fiz gozar várias vezes em minha boca, sempre alternando em chupadas, lambidas e penetradas com minha língua. Depois de ter gozado muito me puxou e pediu alguns minutos de sossego, a beijei com força e metei meu pau na sua buceta, metia e metia sem parar, foi a noite assim e nada de gozar, estava ali transando com uma mulher fantástica mais minha mente era na bunda de Eliane. Minha namorada notou que não gozava e viu que meu olhar era distante então me perguntou o que estava acontecendo, o por que daquele tesão todo e nada de gozar. Olhei pra ela e contei a cena que vira e que não conseguia me concentrar. Ela ficou um pouco chateada, mas sabia o quanto eu gostava dela e depois de alguns minutos me beijou virou de bruços e disse que eu fizesse de conta que era a sua amiga que estava lá, não ela. Não pensei duas vezes, abri seu rabo e comecei a chupar seu cuzinho, ela remexia e dizia que iria me deixar enfiar o “pau na sua bunda”. Acho que passei mais de hora a chupar seu rabo, e penetrar sua buceta com meus dedos, a fiz gozar mais algums vezes, quando percebi seu rabinho receptivo, pois neste meio tempo tentei penetrá-la com meu dedo algumas vezes, mas ela sentia dor e voltava a chupá-la. Quando percebi que meu dedo indicador entrou sem causar dor fiquei mexendo com ele lá dentro, puxando pros lados, dilatando seu rabinho apertado. Tirei o dedo e com meu pau duro fui aos poucos tentando penetrar, quando entrou a cabeça ela deu um grito, fechou com tanta força que meu pau ficou doendo, fiquei parado, apenas a beijar seu cangote e suas costas. Ela foi relaxando e assim pude tirar meu pau e acariciá-la, beijar seu rabinho. Olhei e tinha um pouco de sangue, ela sentido dor. Estava bom para aquele dia. Ainda de bruços passei meus braços por sua pernas, deixando-a completamente arreganhada e a mercê de minha boca, chupava e lambia sua buceta até que ela estivesse completamente enlouquecida novamente e esquecido o trauma. De bruços coloquei meu pau em sua buceta, ela sempre foi ao delírio tendo sua buceta comida nesta posição e comecei a meter com força e velocidade e metia e metia. Ela estava gozando quando minha porra veio com força e calor, acumulo de um dia de tesão e quando estava gozando ela disse para chamá-la de Eliane, de puta! Nossa como gozei! Minhas pernas tremiam, ela estava toda assada de tanto sexo, meu pau doía da noitada. Nos beijamos muito gostoso, tomamos um banho e fomos embora, afinal o dia estava nascendo e tinhamos passado uma noite muito deliciosa e nada como um café da manha a seis horas em um buteco de praia com agulha frita e cerveja gelada. Nunca mais pensei na Eliane, nem precisava, tinha uma mulher fantástica. Algumas semanas depois e após pacientes tentativas finalmente consegui comer aquele rabo gostoso e enchê-lo de porra quente e grossa. Pena que o marido da minha ex-namorada não goste de comer um rabo, não sabe o que está perdendo. 
