domingo, 4 de outubro de 2009

Caronas...


Passamos a manhã conversando, papo super bom, cerveja deixando a cabeça boa, tira-gosto pra dar energia. Lá pelas duas da tarde paguei a conta, e a chamei para passear por um lugar muito bonito na região próxima. Entramos no carro, fui dirigindo, seguimos para Paraíso, na decida para praia parada no mirante, vista perfeita! Fiquei de lado no banco, olhei em seus olhos, ela sorriu, puxei-a pelo pescoço, mão firme, beijo forte, pau latejando, mão esquerda desbravando seu vestido, encontrando sua calcinha, buceta completamente molhada e o beijo mais intenso. Ela gemeu com meus dedos em seu sexo. Como estava ensopada aquela buceta! Voltei do mirante, entrei em uma estradinha de barro estreita, mal passava o carro. Parei diante de uma vista linda. Desci do carro, mas coloquei o banco do motorista todo a frente. Fui até o outro lado e abri sua porta, empurrei o banco pra frente, segurei pela cintura e a beijei novamente. Suas mãos estavam no ar, suas pernas banbas, estava segura pelo meu braço em sua cintura. Beijava com força aquela boca pequena, quase engolindo. Ela me beijava e eu a beijava, olhos abertos, um olhando o outro, vendo dentro dos olhos o tesão e a vontade. Abri a porta de trás, entrei e a puxei pelo braço. Nunca pensei que o banco traseiro de um Corolla pudesse ser tão confortável, aliás, nem estava pensando nisso. Abaixei as alças do seu vestido, não usava sutiã, seios médios, firmes e naturais. Quase arrancava-os com minhas mãos. Que boquinha gostosa de beijar! Tirei seu vestido, encostei sua cabeça na porta, abri suas pernas, me encostei-me à outra porta e fiquei olhando, apenas olhando! Foram alguns longos segundos de observação, constrangedor, segundo ela. Reclamando de uma barriguinha saliente, embora magra. Nossa, achei aquela micro-barriginha a coisa mais linda e sexy. Que saco transar com uma mulher de corpo perfeito, que vive em função disso! Amei observá-la, mas ela estava meio errada, colocou uma mão em sua barriginha e outra em sua bucetinha de pelinho fino e liso. Tirei minha camisa, tirei sua mão de sua bucetiha, me abaixei ajoelhado no chão do carro e com aquela bucetinha com aroma de sexo e suor e algum xixi do dia. Amo esta mistura! Comecei a chupar, chupava quase comendo sua buceta. Lambidas que vinham de seu rabinho bem apertado e subiam por sua buceta. A penetrava com minha língua, ela delirava. Gemia, empurrava minha cabeça contra seu corpo, arranhava minhas costas. Ela começou a sentir uma tremedeira nas pernas, cravou suas unhas em meu coro cabeludo e enfiou minha cara em sua buceta. Estava gozando forte, tremendo e eu sentindo seu gozo em minha boca. Produzia muito gozo, bebi tudo! Em um gesto rápido empurrou minha cabeça pra longe de sua buceta. Levantei-me, ela estava bufando, respirando fundo e pesado. Retirei minha calça, a nossa frente do alto da falésia um oceano azul perfeito, o sol forte. Ela ainda estava respirando pesado quando a penetrei, que buceta quente e molhada. Quase gozava! Fiquei metendo lentamente enquanto a beijava com carinho, ela alisava meus cabelos e me olhava nos olhos. Comecei a meter com mais força e rápido, ela começou a me beijar com mais força e enfiou as unhas em minhas costas e começou a gozar novamente! Continuei e ela gozando. Fiquei ali, penetrando e tirando até ela gozar novamente e me pedir pra gozar, queria sentir minha gozada dentro dela. Confesso que fiquei preocupado naquele momento e disse que queria gozar em sua boca. Ela me beijou e pediu para colocar meu pau em sua boquinha. Sentei-me e encostei-me ao banco, ela começou beijando minha testa, foi descendo, minha boca, meu peito, meu umbigo, ao redor do meu pau, minhas coxas, estava me deixando louco! Estava ajoelhada na minha frente, começou e me masturbar, me chupar, parava, subia e me beijava. Voltava e continuava tudo muito lento e forte, sua pequena boca sugava com força. Eu estava em êxtase e não queria gozar, queria ficar ali, daquele jeito por longas horas, que chupada! Olha que prefiro chupar a ser chupado. Estava quase gozando, puxei-a pra cima e a sentei no meu pau. Ficamos nos beijando e ela sentada. Não mexia embaixo, apenas com meu pau dentro dela, sentindo o calor de sua buceta molhada. Gozei, não agüentei mesmo parado, gozei em sua buceta. Ela me olhava nos olhos e com um sorriso lindo na boca beijou meu nariz, meus olhos e vi uma lagrima em seus olhos. Aquele tinha sido o dia mais estranho, prazeroso e intenso de sua vida. Assim ela que confessou ao me deixar na autorizada para pegar meu carro. Confesso que fiquei apaixonado por ela. Após gozar e ela me beijar ficamos ali, nus, abraçados por algumas horas. Saímos e fomos buscar meu carro. Beijamos-nos no estacionamento da autorizada, quase não conseguia descer, mas ela precisava ir em casa tomar um banho e dar uma aula. Eu já estava com minha bagagem no carro e tinha 230 km de estradas pela frente até chegar no hotel e pernoitar. Na cidade que iria dormir tinha uma namorada, mas liguei dizendo que só chegaria no outro dia, queria dormir quieto, lembrando daquele dia. Hoje ela mora em outro estado, mas no começo deste ano estive em sua casa. Ainda é divorciada, como na época. Agora com quarenta anos está mais bonita do que nunca.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Caronas...


Tinha ido deixar meu carro na revisão, estava conversando com a responsável por receber os veículos, com a qual tive alguns bons encontros, mas isto é outra história. Estava lá conversando com ela, enquanto esperava o chefe da oficina retornar de um teste para lhe passar alguns dados sobre meu carro. Na mesa ao lado outra recepcionista de veículos estava entregando a uma cliente seu carro. Enquanto conversava com a minha atendente, soltava gracinhas, convidando-a para um almoço e nisso boas gargalhadas. Mas ela na podia, afinal seu marido estava agora trabalhando na concessionária também! Chegou o chefe da oficina e fui conversar com ele, neste meio tempo estavam entregando o carro da moça que tinha ido buscar o seu na revisão. Terminei de passar o que queria para o chefe da oficina, me despedi da morenona da recepção e fui em direção a saída da autorizada, onde tem um ponto de taxi que atende aos clientes. No caminho, um corredor externo, longo, por onde saem os veículos, a moça para ao meu lado e pergunta para onde estou indo e se não gostaria de uma carona. Branca, cerca de trinta e poucos anos, magra, cabelos curtos castanhos e lisos, olhos verdes, boca pequena, seios médios, uma derrière bem desenhada (tinha prestado atenção quando ela se levantou na recepção, linda derrière). Nesta época estava em uma fase de comedor ou de ser comido, depende do ponto de vista. Vivia com uma namorada, transava com mais umas três mulheres casadas e ainda tinham as namoradas de outras cidades, pois viajava muito! Ou seja, não tinha nada a perder, então fui direto ao ponto, afinal existiam duas possibilidades, ou levaria um fora ou teria mais uma trepada naquela manhã. Estava com o pau doído da transa com minha companheira, havíamos transados a madrugada inteira, ela iria passar uma semana em São Paulo e quando voltasse eu estaria viajando e no total estaríamos quase 15 dias sem nos ver! Olhei para aquela moça e disse que adoraria ir naquele exato momento para um barzinho na beira mar, longe de todos e conversar a manhã inteira com ela. Era uma quarta-feira, oito da manhã. Ela me olhou sorrindo e disse que tinha o dia todo livre e que bastava que eu dissesse qual praia e barzinho gostaria de ir. Precisava apenas está às sete da noite na Universidade para dar uma aula. Sorri e disse que voltaríamos antes, pois tinha que pegar meu carro às seis da noite para poder viajar. Entrei no carro, vidros escuros, ar-gelado, escutando Chico Buarque baixinho. Disse para que seguisse em direção a Porto de Galinhas, mais precisamente Maracaípe. No caminho aquela conversa contida, meu pau latejava na calça, imaginando mil transas com ela. Agradável conversa me perguntou se era casado, disse que não, mas que tinha muitas namoradas, ela riu e disse que homem é tudo safado. Disse que não, pois safado seria se tivesse dito ser solteiro e desimpedido. Ela concordou com a resposta. Chegamos ao trecho de terra no caminho da praia e ela atolou o carro. Hahahaha! Hora de fazer uma força. Desci do carro, reduzi a pressão dos pneus, disse o que ela tinha de fazer e saímos do areal, assumi a direção. Tava suando, mas não do jeito que queria. Chegamos ao barzinho, gostei, ela gostava de cerveja! Começamos a beber e comentar sobre a vida. Ela era professora universitária e diretora de uma empresa de consultoria administrativa. Assuntos não faltaram, até porque trabalho com administração. Depois perguntei a ela o porquê da carona, ela respondeu que prestou atenção na minha conversa com a atendente e sentiu que ali tinha rolado algo e ficou curiosa e, além disso, tinha achado lindo meu sorriso, meu jeito de brincalhão e resolveu me dar uma carona para me conhecer melhor. Ai ela complementou – “Mas não esperava a sua resposta, convite, para passear. Achei uma idéia doida, mas sabe, tava precisando sair do mundo normal e por isso estamos aqui!”...(continua)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Aventuras...

Olinda! Quem gosta de carnaval já ouviu falar em Olinda e se gosta mesmo já brincou. Em uma ocasião, estava com namorada nessa época. Tem coisa mais doida que ir comprometido pro carnaval!? Então, estava lá com minha namorada no Alto da Sé, e de frente um grupo de garotas, uma baixinha, que depois descobriria que era de Teresina – PI, não tirava os olhos de mim. Eita mulherada pra gostar de provocar homem comprometido! Então em uma determinada hora fui ao banheiro, aqueles banheiros públicos portáteis e a baixinha me seguiu, minha namorada ficou com o grupo de amigos e parentes e a baixinha foi atrás! Linda, cabelo curto mais cheio, bem encaracolado, olhos verdes, moreninha clara. Em cima de um tamanco do tamanho do mundo pra ficar mais alta, mas mesmo assim devia ter 1,55m. Toda gostosinha! Eu andando e ela atrás, eu olhava pra trás e ela sorrindo, bem, assim que estava em uma distância segura parei e perguntei o nome dela, ela me disse que se chamava Talita ou algo assim, não me lembro direito. Tinha uns 20 anos na época. Ela devia ter perto disso. Ela disse que meu achou lindo! Meu sorriso era lindo, meu corpo grande, forte que ficou impressionado quando coloquei minha namorada no ombro e ainda por cima levantei a namorada de um amigo pela cintura bem alto. Ficou impressionada! Peguei em sua cintura e atirei do chão, diretamente para minha boca! Passamos bem uns 15 minutos nos agarrando. Ai voltamos, nesse dia fui ao banheiro umas 20 vezes...Hahahahaha! Isso foi na sexta-feira, no sábado, a mesma coisa. Estávamos no mesmo local, pois era onde tinha pago uma casa para dar suporte, já que eu não gostava de dormir em Olinda, mas pagava a cota pra ter direito ao banheiro, geladeira com bebida, um quarto com mais umas 5 pessoas pra descansar, caso quisesse. Só que estas casas antigas têm normalmente apenas um banheiro, então era fila e nós homens deixamos o banheiro pras meninas durante o dia e íamos aos públicos. Bem, no domingo, depois de muita pegação, e na segunda em diante eu ia para praia. Forcei um pouco a barra com a baixinha e consegui levá-la para dentro da casa e fomos para a dispensa, que era bem grande. Entramos um calor do inferno! Tiramos a roupa e começamos e nos agarrar. Escutando o movimento lá fora! Suávamos feitos loucos! Um tesão enorme! Peguei a baixinha, eu em pé e a virei de cabeça pra baixo, colocando sua boca em meu pau, enquanto sua buceta estava em minha cara e comecei a chupar, enquanto ela me chupava, ficamos assim até a hora que ela não agüentou mais. A sentei em um caixote de madeira, abri suas pernas, e comecei novamente a chupar sua bucetinha bem pequena e lisa. Não tinha um pentelhinho! Chupei até ela gemer e dizer que era a primeira vez na vida que estava gozando, dizendo isso e gozando e puxando meus cabelos. Escutei a voz da minha namorada da cozinha chamando pelo meu nome bem alto e o pessoal dizendo que não me vira. Mentira a cozinheira contratada pra fazer o almoço e janta estava me acobertando. A baixinha gozando, coloquei a mão em sua boca para fazer menos barulho, ela estava eufórica! Quase sem conseguir respirar, meu tesão era enorme, peguei meu pau e meti em sua bucetinha, puta merda como suava, aquele calor, bafo quente da nossa respiração e aquele buceta pegando fogo, a senti latejar com meu pau dentro, meti feito uma louco, rápido, ela gemendo e gozei! Enchi a buceta daquela baixinha de porra e continuava metendo, tudo gozado! Beijava-a com força! Quase comendo sua boca pequena! Foi muito gostoso!!! Vestimos as roupas e abri a dispensa, olhei de lado, barra limpa, mandei que saísse, ela quase sem conseguir andar. Esperei uma pouco e fui direto pro banheiro! Bati na porta e quem estava, por sorte e coincidência era minha namorada! Ela abriu a entrei rápido, direto pro chuveiro, tirar o cheiro da safadeza e ela perguntou o que era aquela agonia toda e disse que tinha me metido em uma briga quando fui urinar e tava sendo levado pela policia e tinha conseguido fugir correndo! Hehehehe...tomei um banho e transei com minha namorada no banheiro mesmo!!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aventuras...

Em um carnaval tinha uma garota dentro do cordão que estava beijando todos os homens. Cabelinho curtinho, magrinha, bonitinha, cara de menina safada. Quando chegou junto de mim ela pulou em meu pescoço e eu virei o rosto. Ela tentou e a empurrei no chão, quase rolava confusão, mas ela foi embora. Algum tempo depois lá vem por trás e tenta novamente, mas uma vez não deixei. Ela me pegou pelo braço e perguntou por que eu não a deixei beijar e de baixo de todo aquele barulho do trio elétrico eu disse que putinha eu só deixava beijar o meu pau. Foi uma bela tapa na minha cara! Hahahaha! Deixei pra lá, até que não doeu! No dia seguinte encontro essa figura em uma barraca comprando cerveja e pergunto a ela se lembrava de mim. Disse que sim, que era o imbecil que ela havia dado um tapa, retruquei dizendo que era o imbecil que ela não conseguiria beijar nunca! Ela riu e disse que apostava o que eu quisesse, que ela iria me beijar. Aceitei a aposta e ela disse que se eu a beijasse me faria o melhor boquete da minha vida. Hahahaha! Tinha de ser muito bom pra uma afirmação como esta. Então eu disse tudo bem, mas que iríamos primeiro até os coqueiros, ela foi. Quando chegamos ela pediu o beijo, então eu disse que primeiro ela teria de pegar em meu pau, ai eu a beijaria e ela me chuparia. Ela concordou e pegou. Eu disse que a beijaria durante o tempo que ela ficasse com meu pau em sua mão mexendo, me punhetando e desafiei dizendo que se ela sabe chupar bem deve saber punhetar também. Acho que ficamos uns 20 minutos nos beijando, enquanto ela me masturbava e eu passeava em sua calcinha com minha mão. Gozei em sua mão. Foi muito gostoso o beijo, a punheta melhor ainda, nem pedi a chupada, tava bem satisfeito! Ao retornarmos para o bloco ela quis ficar comigo, mas eu já tinha outra garota em mente!

domingo, 6 de setembro de 2009

Concurso na Blog Esfera...


Pessoas!

Tem um concurso sobre beijos rolando no blog do Erótico Enrustido!

Vão conferir!


E aproveitar!!!



Momentos...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Momentos...

Em um dos carnavais fora de época teve uma transe muito inusitada. Estava com uns amigos curtindo o carnaval na avenida beira mar, aquela farra, vez outra se ia até a praia urinar na beira mar. Em uma dessas ocasiões estava em pé urinando quando uma garota devia ter minha idade, perto dos 18, levantou a saia e se abaixou, puxou a calcinha de lado e começou a urinar. Sem a menor cerimônia disse que adoraria ser aquela areia que estava sendo mijada, ela me olhou rindo e perguntou por que eu não me deitava que ela continuaria fazendo em mim. Abaixei-me, coloquei a mão no jato e disse que mijasse mais forte, ela fazendo e eu olhando pra ela. Quando terminou eu peguei minha latinha de cerveja e derramei na mão, disse que iria lavar sua buceta com cerveja ela começou a rir e continuou agachada, comecei a lavar e alisar sua buceta, ela começou a soltar uns gemidos, parei, pequei-a pelo braço e levei para junto dos coqueiros, atrás de umas barracas de apoio da prefeitura, encostei-a no coqueiro, me abaixei, levantei sua saia e rasguei sua calcinha, levantei uma perna e coloquei em meu ombro, comecei a chupar e lamber aquela buceta suada, mijada e com gosto de cerveja. Ela arrancou alguns cabelos meus com tanto tesão! As pessoas passavam e só escutando ao longe os comentários, mas oras, não eram apenas nós dois naquele lugar fazendo safadeza! Ela gemia com uns gritos finos e apertava minha cabeça e puxava meus cabelos. Gozou! Levantei-me e a beijei! Coloquei meu pau pra fora, virei ela de costas pra mim e meti o pau em sua buceta por trás, prensando ela no coqueiro. Ela não era daqui, me disse ser carioca, mas o sotaque era meio paulistano. Quando fui gozar gozei em suas coxas, melei-a toda. Isso já era o ultimo trio elétrico. Beijamos-nos e seguimos cada um seu rumo. Não lembro seu nome, lembro seu rosto, sei que era bem magrinha, tinha uns seios siliconados médios, cabelo comprido e ondulados e meio ruivos ou louros, a iluminação era ruim. Foi a mais louca trepada daquele ano. No ano seguinte não ia brincar carnaval fora de época, então digo que este foi bem aproveitado!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...VI

A coroa ficou interessada no meu caso com a outra na academia, que era solteira e na época era gerente geral da Localiza. Já ela era casada, diretora financeira de um famoso colégio. Ela já me olhava, mas acho que não tinha ainda chegado por medo da minha idade. Então viu nesse meu relacionamento um motivo para chegar e pegar o garoto que chamava sua atenção. Cerca de duas semanas depois de ter começado a transar com a outra, fui chegando na academia e ela colocou o carro por cima de mim propositalmente. Ela sorriu me chamou no carro e perguntou se não gostaria de passear, ir até a praia e passear pela areia. Sorri e entrei no seu carro e fui logo pegando em sua coxa, apertando e colocando minha mão em sua buceta por cima da malha. Ela foi logo perguntando o que eu tinha com a fulaninha da academia e eu prontamente disse que transava com ela. Ela sorriu e disse que era loucura, eu era um menino, perguntou quantos anos eu tinha e quando falei, ela quase que volta, pensava que tinha uns 18 – 19 anos. Paramos na praia e começamos a caminhar e conversar chegamos até um local onde não tem como ninguém nos ver, a não ser caminhando pela praia e começamos a nos beijar, ela me beijava e me masturbava, apertava meu pau e mexia com rapidez. Sabia o que estava fazendo! Minha mão dentro de sua malha por trás, colocando meus dedos em sua buceta e seu rabo. Ela me masturbou até gozar e não parava de beijar, de sugar minha língua, morder! Gozei gostoso com aquela punheta! Que punheta! Voltamos pro carro, ela me deixou na academia e foi pra casa. Ao chegar minha outra amiga perguntou por que cheguei tarde e disse a ela o que tinha acontecido. Ela ficou com um tesão tão grande que fomos pra sua casa. Neste dia tive que ligar pra minha mãe e dizer que não iria pra escola, pois tinha que resolver umas coisas e iria direto da academia. Passei o dia inteiro no apartamento transando! Ela ligou pra Localiza e disse que estava com uma forte dor de cabeça, disse isso enquanto estava sentada em meu pau na rede na varanda do apartamento.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...V

Durante os 15 e 16 anos tinha as minhas duas coroas da academia pra transar a ganhar presentes e neste meio tempo fui me tornando um garoto mais safado, mais interessando em sexo e nada de relacionamento. Na escola técnica tinham as garotas das farras, idas ao barzinho beber, beijar, tirar um sarro e tinham as garotas que era só sexo, apenas encontros pro sexo! A mais famosa era uma garota da minha turma, Karla (acho que era este o nome dela). Karla era noiva, devia ter uns 25 anos, era da minha turma. Tinha um corpo bonito, seios fartos, pele branca, cheia de pintinhas no rosto. Na minha turma ela dava pra uns quatro e também pra uns caras do curso de edificações. O noivo ia buscá-la na porta da escola todos os dias após o trabalho e ela praticamente todos os dias dava o rabo pra alguém na escola. Dizia que sua bucetinha era do noivo no dia que eles se casassem e que o noivo no máximo pegava em seus seios. Era uma farra. Teve uma vez que no intervalo fomo tomar umas porradinhas, bebida de estudante mesmo. Na volta ela estava tão safada que fomo pro banheiro, eu, ela e mais três colegas, fizemos uma fila no lado de fora de um banheiro e todos comeram aquele rabo safado e arrombado de tanta rola! Karla era bem safada! O ônibus que eu pegava, antes de ter meu primeiro carro após fazer 16 anos, a Karla pegava também, normalmente o ônibus passava na sua parada perto do meio-dia e de lá até o cefet eram uns 20 a 30 minutos, em muitos destes dias íamos no banco de trás na maior safadeza, ela normalmente ia de saia e na época eu usava calças de malha folgadas, fazia parte do time de vôlei da escola e usava sempre estas calças folgadas. Muitas vezes vinha com o pau pra fora, dentro de seu rabo, no balanço do ônibus sentia entrar em seu rabo, às vezes ela dava um pulo, escapava pra sua buceta e ali tinha um só dono! Pelo menos até a noite de núpcias.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...IV


Fiz curso técnico em uma escola federal, além de um ensino fantástico que preparava ótimos técnicos pro mercado de trabalho, também já nos deixava dentro da universidade, uma vez que o ensino sempre foi puxado e o fato de estar cursando já era um fator determinante de se passar em qualquer vestibular federal ou estadual, nas melhores universidades. Entre 14 e 17 anos estava neste mundo, pois era uma instituição de grande porte com diversos cursos e pessoas da faixa etária entre 14 e 50 anos. A paquera era grande, eu nunca quis saber de namoro até os 19 anos, apenas curtição, farra e estudos. Naquele mundo tive muitas experiências, eram muitas as garotas mais velhas e bem doidinhas! Tinha a turma dos CDFs, o pessoal da music, a galera do baseado, e por ai vai. Muitas tribos, muitas cabeças, muitas aventuras! Nesta época comecei a malhar, pois estudava a tarde e tinha a maior parte da minha manhã livre. Pelo menos dos dois primeiros anos, depois fui pra turma da manhã. Fazia musculação, já tinha nessa época minha estatura de hoje 1,80m, mas que segundo alguns médicos poderia ter crescido mais, mas como fiz musculação muito novo, fiquei com esta estatura. Chegava à academia as cinco e meia da manhã, malhava com um pessoal mais velho, na verdade com os coroas, a maioria acima de 40 anos. Entre o pessoal do horário, eu abrangia dois, pois só sai às sete e meia, tinham duas coroas que sempre me olhavam, super simpáticas, uma devia ter em torno de 50 anos e outra perto disso, não eram intimas, apenas se conheciam da academia, mas ambas tinham em comum esse olhar pelo garotinho de 15 anos que estava desenvolvendo seu corpo de homem. Certa vez cheguei e apenas uma delas estava, na verdade éramos os primeiros a chegar, fui correr ao redor da quadra de tênis e ela idem. Após 2 km de corrida parei e fui para as maquinas e ela acompanhando, fiquei uma maquina que dava frente pra outra, na minha malhava os braços e na de frente as coxas, ela prontamente se sentou e não tirava os olhos, eu apenas observando, de pau duro, aquelas pernas se abrindo e fechando na minha frente, ela me encarando, eu completamente sem jeito. Foi quando ela se levantou e pediu para que eu a ajudasse em um exercício, até o momento nenhuma palavra havia sido trocada entre os dois. Pedindo para segurasse seu tronco e a erguesse até um bastão onde se penduraria de cabeça para baixo para fazer exercícios, normalmente ela pedia isso ao instrutor, mas me pediu, eu sem jeito, de pau duro, como sempre gostei de camisas longas cobriu, fui ajudá-la e no momento em que se preparava para erguê-la ela se inclinou propositalmente e sentiu meu pau duro em sua bunda marcada pela malha, mexeu um pouco. Juro, quase explodo de tão vermelho! Levantou-se, pegou na minha mão é perguntou se não queria ir até sua casa? Fiquei tremulo, achando que todos que já estavam presentes na academia estavam me olhando. Gaguejei! Titubeei! Ela com toda sua experiência me conduziu até seu carro, onde começou a falar que eu era um garoto lindo, que precisava ter algumas lições com uma mulher de verdade. Até então minhas experiências sexuais eram com as empregadas lá da rua, sarros na escola técnica, ainda não tinha começado! e só! Chegamos ao prédi e fomos até seu apartamento, visão linda, prédio a beira mar, ao entrar nos deparamos com um mar fantástico e uma ventania com o aroma da água salgada dentro do seu apartamento. Ela nem chegou a fechar a porta e me agarrou, me beijava com força, arrancou minha camiseta, puxou meu short, apertou minhas coxas enfiando suas unhas e engoliu meu pau, gozei em menos de um minuto, foi ela tirando a boca e meu jorro saindo, olha que já tinha batido uma punheta logo que acordara. Ela me levou para seu quarto e tirou sua roupa, eu estava ainda anestesiado com tudo aquilo. Mandou que eu me deitasse e começou novamente a me chupar, meu pau duro e grosso, ela sentou em cima, mas foi metendo em seu rabo, enquanto se masturbava com os dedos, subia descia e mexia em sua buceta, enquanto eu apertava seus seios com força, ela ficou nesse movimento por uns 30 minutos, transpirava muito, mexia e remexia, meu pau dentro do seu rabo, ela gozou umas quatro a cinco vezes até se jogar de lado completamente exausta! Deu-me um beijo bem gostoso e me puxou pra cima dela e disse para só parar quando gozasse em sua buceta. Me postei em cima dela e comecei a meter, meu pau estava dolorido pela surra que levara de seu rabo, mas o tesão era grande, ela mordia as pontas dos meus peitos, puxava meus cabelos com força, arranhava minha bunda e apertava meu corpo com suas pernas, não lembro quanto tempo foi aquilo tudo, mas sei que ela me deixou em casa já na hora de ir pra escola. Essa coroa fez muitas loucuras comigo, fui um brinquedo pra ela e aprendi muito! No outro dia na academia ela chegou perguntando como tinha sido meu dia, sorri e disse que tinha sido o melhor da minha vida! Nesta hora a outra coroa estava ao meu lado olhou meio desconfiada e depois de alguns dias seria a próxima a me comer. Mas isto é outra história!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...III


A casa ao lado da casa dos meus pais tinha uma empregada bem moreninha, quase negra, era uma morena bem queimada pelo sol, afinal estávamos a 100m da praia. Ela tinha uma carinha de safada e desde os 11 anos já tinha uma safadeza no ar, me deixava lamber seus seios, olhar sua buceta, mas fora isso nada. Quando tava com 14 anos ela começou a namorar um cara e ai começou sua vida sexual, acho que ela devia ter uns 18-19 anos nessa época. Então começou a me deixar fazer mais algumas safadezas, como colocar os dedos em sua buceta, levantar sua saia e esfregar meu pau em sua bunda e por vezes me chupava. Mas o que mais eu gostava e sentia tesão era quando pulava o muro, e sua patroa estava na sala, os filhos da patroa estudavam a tarde e eu entrava na cozinha e ela me batia uma punheta bem gotosa, lógico que gozava em menos de 2 minutos, tesão a mil! E pegava minha porra e lambuzava sua cara todinha. Eu pulava de volta pra minha casa e alguns minutos depois já pulava de volta pra outra seção de safadeza... Nossa como adorava aquelas punhetas!!! Nunca meti minha rola em sua buceta, ela não deixava, apenas enfiava os dedos e entravam os quatro! Mas eram as punhetas que ela batia que me deixavam doido!!! Muitas vezes me batia punheta no quarto de sua patroa, ao lado da cama, enquanto a patroa tirava um cochilo à base de tranqüilizantes, isso sim era demais!!! Ela ainda me fazia gozar em cima da patroa, que normalmente dormia de camisola. Estou aqui escrevendo e lembrando essas presepadas. Até os meus 15 anos, quando passei a estudar em um CEFET e passava o dia na escola, foram belas tardes de gozo de um adolescente bem comido pelas empregadas da vizinhança, já que lá em casa só velhas! Mamãe sempre foi inteligente!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lembranças da Adolescência...II


Após perder a nossa professorinha, eu e o Marcelo, antes dele se mudar por causa da separação dos pais, começamos a trepar com outra empregada no prédio, mas ai era cada um sua vez, ela não gostava os dois ao mesmo tempo. Além disso, o outro tinha que ficar de olho, já que esta tinha a patroa o dia todo em casa, então somente quando ela dava uma saída na parte da tarde, caminha ou ia ao mercado, tínhamos que ficar de olho. Essa era bem magrinha, moreninha clara, seios pequenos que cabiam na boca, umas pernas longas, era maior que nós dois, na verdade um pouco maior do que eu, uma vez que o Marcelo era baixinho mesmo. O apelido dela era “magrela” e adora que se lambessem sua buceta, não era muito peluda, tinha a buceta mais cheirosa que conhecera, passava uma colônia bem suave. Ela não gostava muito de fuder com meu amigo, pois ele não gostava de chupar sua buceta, já eu, aquela foi à primeira buceta que chupei e desde aquele dia me apaixonei por chupar uma buceta. Então ela só gozava comigo, que sempre era o primeiro a ir. Chupava até ela gozar, que não demorava muito, e ai continuava e ela gozava novamente, ela estava me ensinando como era mais prazeroso dar prazer do que somente receber. Depois de fazê-la gozar umas duas a três vezes ela me chupava, bebia toda aquela porra que ficava saindo do meu pau com tanto tesão, ai metia em sua buceta e parecia um cachorro fudendo, naquela velocidade alta e pronto, gozava gostoso que nem as punhetas de todo dia ao acordar, ao chegar da escola e ao dormir. Deixava a buceta gozada, pulava a varanda do apartamento para o salão de festa, era no primeiro andar, dava calço pro meu amigo subir nas minhas costas e pular pra varanda e fazer a parte dele.

sábado, 25 de julho de 2009

Lembranças da adolescência...I

Não sei se já comentei aqui, mas minha primeira experiência sexual foi aos 13 anos com a empregada da casa de um amigo da rua onde eu morava. Na verdade acho que a maior parte dos garotos têm sua iniciação com as empregadas domesticas, acho que por isso minha mãe nunca deixou entrar uma que não fosse velha e feia. Minha primeira experiência foi uma merda, mas da segunda em diante as coisas foram gradativamente melhorando, pegando experiência. Na frente da casa dos meus pais tem um prédio grande, muitos apartamentos e conseqüentemente muitas empregadas domesticas, que hoje são as secretárias do lar. Entre todas existiam as safadas, a da casa do Marcelo, branca de cabelo enrolado, meio fortinha, devia ter uns vinte e poucos anos. Era bem safada, eu e o Marcelo íamos estudar na sala e assim que podíamos mandávamos o irmão do Marcelo, juntamente com meu irmão, que ia comigo justamente pra esse fim, brincar no play do prédio, portas fechadas, chamava nossa professora safadinha, que já vinha nua para a sala. Seios enormes, uma pele bem branca, buceta bem peluda, olhas o fim dos anos oitenta e toda aquela cabeleira bucetal. Nisso eu e Marcelo tirava no par e impar pra ver quem ela iria deixar meter o pau primeiro, embora o outro fosse chupado, mas o tesão era enfiar o pau naquela buceta grande. O tesão era grande que em menos de 2 minutos já se gozava, ai era a vez do outro e ai ela fazia a limpeza com sua boca, pau sempre duro, sem pêlos, ela amava lamber nossos testículos. Depois trocava novamente e gozava em sua buceta, passávamos uma parte da tarde naquela brincadeira! As notas estavam ficando ruim, mas quem queria saber disso?! Era o paraíso, quase todas as tardes era aquela diversão. Nessa brincadeira se foram bons meses, mas ai a mãe do Marcelo pegou o marido comendo a nossa professora e acabou nossa farra! Separação, confusão e o Marcelo se mudou. Foi uma pena, pra ele, eu continuava sendo comido por outras empregadas da rua, mais duas no mesmo prédio, mas ai não tinha desculpas de ir estudar na casa do Marcelo, tinha que aproveitar algum momento que elas tinham livre pra ser “comido”, além da moreninha escura que trabalhava na casa ao lado da casa dos meus pais. Era só pular o muro... Ainda tinha mais uns 2 anos nessa farra toda, mas são outras histórias.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Safadinha...


Vi aquela garota quando era uma criança, eu era adolescente e ela era vizinha da minha avó. Os anos se passaram e certo dia fui à casa da minha avó pegar uma encomenda para enviar por um portador para a casa da praia. Quando entro na casa surge no portão àquela garotinha, agora com 14 anos, seriam 10 anos de diferença entre nossas idades. Estava em uma saia curta, com a calcinha quase de fora, um top mostrando seios pequenos, mas bicos bem volumosos para uma menina tão nova, mal fizera os 14. Olhou pra mim e perguntou pela minha avó, olhei espantado pra ela e disse que estava enorme, uma verdadeira moça. Ela me respondeu sorrindo que já era mais do que moça, era uma mulher que já “menstruava e trepava”. Fiquei sem jeito, ela sorriu e deu a volta, rebolou uma bunda pequena e morena e foi embora. Confesso que fiquei excitado e pensativo sobre aquela situação, mas tinha conhecido ela quando era uma criança, conhecia a mãe e o pai, mas aquela safadinha não me saia da cabeça! Voltei dois dias depois na casa, confesso que com segundas intenções e fiz questão de fazer barulho para chamar atenção na rua. Entrei e deixei a porta aberta, casa de muro baixo, todos na rua vêem o movimento. Ela entrou, eu estava sentado na poltrona com a cara de safado, com o pau duro de tanto pensar safadeza e a cueca melada. Ela me olhou e perguntou por que eu estava com aquela cara sorridente, mandei que fechasse a porta, o que fez sem questionar, me levantei e abaixei minha bermuda e cueca, deixando meu pau à mostra, sentei novamente, ela apenas olhando. Mandei que se ajoelhasse e me chupasse, coisa que fez imediatamente, mas assim que colocou a boca no pau perguntou por que ele estava tão melado. Peguei-a pelo cabelo e a fiz chupar, quando estava quase gozando retirei o pau de sua boca e tirei sua roupa inteira, o corpo já era bem desenvolvido, mas não tinha bunda, bucetinha ainda lisa naturalmente, corpinho todo duro, pela macia. Tinha medo de que fosse virgem, por isso a peguei pela cintura e levei sua buceta até meu rosto, apoiei suas pernas nos meus ombros, debrucei-a sobre minhas pernas e fui olhar para sua bucetinha lisa. Realmente aquela bucetinha já tinha levado rola, embora ainda apertadinha, já não era mais virgem. Perguntei quem tinha tirado aquele cabaço e ela disse que fazia dois meses e tinha sido seu namorado de 16 anos. Perguntei o porquê ela estava traindo o namorado e me disse que não estava traindo, que o amava, mas queria saber como é fuder com outros homens e enquanto fosse apenas namorada ira fuder sempre que tivesse vontade. Perguntei então com quantos ela já tinha fudido e disse que comigo era o décimo. Pensei na bela Carrera de puta que essa garota tinha pela frente e no belo par de galhas de alces montanheses, pois chifre era pouco pro namorado dela. Perdi o tesão de fuder, mas a fiz me chupar novamente até encher sua boca de porra. Nunca mais quis saber de me envolver, embora diversas vezes tenha me procurado, mas estava começando um namoro e como sempre gostei de mulheres mais velhas eu não quis saber. Foi um bom aperitivo naquele dia. Hoje ela está casada com o corno do namorado e continua fundendo com toda a rola dura que aparece, pelo menos foi o que ela me contou dia desses quando a encontrei no shopping. Tem coisas na vida que nunca mudam.

sábado, 11 de julho de 2009

Fantasiando...

Estava com minha namorada em um churrasco na casa de um amigo. No caminho do churrasco liga Eliane, amiga de minha namorada, perguntando o que iríamos fazer, pois estaca sozinha, seu noivo tinha ido viajar e estava sozinha. Chamamos para ir com nosco ao churrasco. Ela era branquinha, um corpo escultural, seios perfeitos, mas na verdade até aquele dia nunca tinha prestado atenção nela. Passamos o dia bebendo, no final da tarde a Eliane estava com sono e foi para o carro tirar uma soneca, em determinado momento fui até o carro pegar um cd e quando cheguei vi uma cena perfeita, ela deitada de bruços no banco traseiro do meu carro, as portas abertas, o vento levantando seu vestido, estávamos na beira mar. Nunca vi coxas tão torneadas, brilhavam com o reflexo do sol na janela lateral da varanda. Sol de fim do dia, reluzente e amarelo como ouro contrastando com o branco de sua pele, era a fusão da prata com o ouro. Aquela cena me deixou imediatamente de pau duro. O vento dava e mostrava sua calcinha fio dental dentro de sua buceta cabeludinha. Enquanto uma perna estava na parte de cima do banco a outra descansava no assoalho em cima das toalhas de banho. Sua buceta suculenta era penetrada pela calcinha. Levemente peguei seu vestido e levantei mais, deixando aquela bunda alva e volumosa, não tanto quanto a da minha namorada, que era morena e que morena! A calcinha era um pequeno fio grosso que insistia em estar naquele lugar. Como queria ser aquele pedaço de pano dentro dela, sentindo o aroma. Não resisti, apoiei meu braço no banco de trás e outro no banco da frente, fui com meu nariz o mais próximo de seu sexo, sentindo aquele aroma de buceta suada e mijada de um dia de farra. Meu pau latejava na bermuda! Tomei mais um porre na sua buceta, puxei seu vestido de volta e contra todo o movimento etílico e revolucionário que existia dentro da minha cabeça, peguei o CD, fiz um barulhinho para chamar a atenção dela, nem se mexeu. Meu Deus como queria levantar aquela saia e chupar sua buceta por trás, penetrar seu rabo com minha língua, lubrificá-lo e depois meter até gozar!!! Voltei pra farra, na minha cabeça apenas pensamentos obscenos, meu pau latejava, beijava minha namorada com fúria, queria comê-la na frente de todo mundo! Não resisti e disse que iríamos embora, pois queria fuder a noite toda! Minha namorada ainda não tinha me deixado experimentar seu rabo. Linda de rosto, de sorriso, corpo, uma bunda deixar qualquer homem louco, uma pele morena, lisa, brilhante. Aquele rabo só tinha sido penetrado por minha língua. Era inicio de namoro. Quando chegamos no carro Eliane ainda dormia, mas as portas estavam fechadas, o vento já estava frio. Deixei a Eliana em casa, mas minha cabeça só pensava naquela cena, nem lembrava de seu rosto, apenas ela de bruços e todo o meu tesão. Chegamos no motel e minha namorada, já com a buceta ensopada, de tanto eu meter os dedos no caminho, foi se dirigindo ao banheiro, quando a puxei e disse que não! Queria sua buceta com aroma de mijo e melada do dia de sol e de seu prazer. Joguei-a na cama e chupei aquela buceta de pelos curtos e bem distribuídos por mais de uma hora, a fiz gozar várias vezes em minha boca, sempre alternando em chupadas, lambidas e penetradas com minha língua. Depois de ter gozado muito me puxou e pediu alguns minutos de sossego, a beijei com força e metei meu pau na sua buceta, metia e metia sem parar, foi a noite assim e nada de gozar, estava ali transando com uma mulher fantástica mais minha mente era na bunda de Eliane. Minha namorada notou que não gozava e viu que meu olhar era distante então me perguntou o que estava acontecendo, o por que daquele tesão todo e nada de gozar. Olhei pra ela e contei a cena que vira e que não conseguia me concentrar. Ela ficou um pouco chateada, mas sabia o quanto eu gostava dela e depois de alguns minutos me beijou virou de bruços e disse que eu fizesse de conta que era a sua amiga que estava lá, não ela. Não pensei duas vezes, abri seu rabo e comecei a chupar seu cuzinho, ela remexia e dizia que iria me deixar enfiar o “pau na sua bunda”. Acho que passei mais de hora a chupar seu rabo, e penetrar sua buceta com meus dedos, a fiz gozar mais algums vezes, quando percebi seu rabinho receptivo, pois neste meio tempo tentei penetrá-la com meu dedo algumas vezes, mas ela sentia dor e voltava a chupá-la. Quando percebi que meu dedo indicador entrou sem causar dor fiquei mexendo com ele lá dentro, puxando pros lados, dilatando seu rabinho apertado. Tirei o dedo e com meu pau duro fui aos poucos tentando penetrar, quando entrou a cabeça ela deu um grito, fechou com tanta força que meu pau ficou doendo, fiquei parado, apenas a beijar seu cangote e suas costas. Ela foi relaxando e assim pude tirar meu pau e acariciá-la, beijar seu rabinho. Olhei e tinha um pouco de sangue, ela sentido dor. Estava bom para aquele dia. Ainda de bruços passei meus braços por sua pernas, deixando-a completamente arreganhada e a mercê de minha boca, chupava e lambia sua buceta até que ela estivesse completamente enlouquecida novamente e esquecido o trauma. De bruços coloquei meu pau em sua buceta, ela sempre foi ao delírio tendo sua buceta comida nesta posição e comecei a meter com força e velocidade e metia e metia. Ela estava gozando quando minha porra veio com força e calor, acumulo de um dia de tesão e quando estava gozando ela disse para chamá-la de Eliane, de puta! Nossa como gozei! Minhas pernas tremiam, ela estava toda assada de tanto sexo, meu pau doía da noitada. Nos beijamos muito gostoso, tomamos um banho e fomos embora, afinal o dia estava nascendo e tinhamos passado uma noite muito deliciosa e nada como um café da manha a seis horas em um buteco de praia com agulha frita e cerveja gelada. Nunca mais pensei na Eliane, nem precisava, tinha uma mulher fantástica. Algumas semanas depois e após pacientes tentativas finalmente consegui comer aquele rabo gostoso e enchê-lo de porra quente e grossa. Pena que o marido da minha ex-namorada não goste de comer um rabo, não sabe o que está perdendo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

The Time...

Amigos,

Ando com a vida bastante atribulada, momentos de correria, busca de patrocínios pro meu hobby que está se tornando uma profissão, trabalho na empresa, vida familiar... Correria!!! Por isso peço desculpas de não está visitando vocês e nem atualizando o blog, mas assim que puder eu volto pra vocês meus amigos!

Um pouco de Time!
Momentos... volupté