quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Momentos...

Em um dos carnavais fora de época teve uma transe muito inusitada. Estava com uns amigos curtindo o carnaval na avenida beira mar, aquela farra, vez outra se ia até a praia urinar na beira mar. Em uma dessas ocasiões estava em pé urinando quando uma garota devia ter minha idade, perto dos 18, levantou a saia e se abaixou, puxou a calcinha de lado e começou a urinar. Sem a menor cerimônia disse que adoraria ser aquela areia que estava sendo mijada, ela me olhou rindo e perguntou por que eu não me deitava que ela continuaria fazendo em mim. Abaixei-me, coloquei a mão no jato e disse que mijasse mais forte, ela fazendo e eu olhando pra ela. Quando terminou eu peguei minha latinha de cerveja e derramei na mão, disse que iria lavar sua buceta com cerveja ela começou a rir e continuou agachada, comecei a lavar e alisar sua buceta, ela começou a soltar uns gemidos, parei, pequei-a pelo braço e levei para junto dos coqueiros, atrás de umas barracas de apoio da prefeitura, encostei-a no coqueiro, me abaixei, levantei sua saia e rasguei sua calcinha, levantei uma perna e coloquei em meu ombro, comecei a chupar e lamber aquela buceta suada, mijada e com gosto de cerveja. Ela arrancou alguns cabelos meus com tanto tesão! As pessoas passavam e só escutando ao longe os comentários, mas oras, não eram apenas nós dois naquele lugar fazendo safadeza! Ela gemia com uns gritos finos e apertava minha cabeça e puxava meus cabelos. Gozou! Levantei-me e a beijei! Coloquei meu pau pra fora, virei ela de costas pra mim e meti o pau em sua buceta por trás, prensando ela no coqueiro. Ela não era daqui, me disse ser carioca, mas o sotaque era meio paulistano. Quando fui gozar gozei em suas coxas, melei-a toda. Isso já era o ultimo trio elétrico. Beijamos-nos e seguimos cada um seu rumo. Não lembro seu nome, lembro seu rosto, sei que era bem magrinha, tinha uns seios siliconados médios, cabelo comprido e ondulados e meio ruivos ou louros, a iluminação era ruim. Foi a mais louca trepada daquele ano. No ano seguinte não ia brincar carnaval fora de época, então digo que este foi bem aproveitado!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...VI

A coroa ficou interessada no meu caso com a outra na academia, que era solteira e na época era gerente geral da Localiza. Já ela era casada, diretora financeira de um famoso colégio. Ela já me olhava, mas acho que não tinha ainda chegado por medo da minha idade. Então viu nesse meu relacionamento um motivo para chegar e pegar o garoto que chamava sua atenção. Cerca de duas semanas depois de ter começado a transar com a outra, fui chegando na academia e ela colocou o carro por cima de mim propositalmente. Ela sorriu me chamou no carro e perguntou se não gostaria de passear, ir até a praia e passear pela areia. Sorri e entrei no seu carro e fui logo pegando em sua coxa, apertando e colocando minha mão em sua buceta por cima da malha. Ela foi logo perguntando o que eu tinha com a fulaninha da academia e eu prontamente disse que transava com ela. Ela sorriu e disse que era loucura, eu era um menino, perguntou quantos anos eu tinha e quando falei, ela quase que volta, pensava que tinha uns 18 – 19 anos. Paramos na praia e começamos a caminhar e conversar chegamos até um local onde não tem como ninguém nos ver, a não ser caminhando pela praia e começamos a nos beijar, ela me beijava e me masturbava, apertava meu pau e mexia com rapidez. Sabia o que estava fazendo! Minha mão dentro de sua malha por trás, colocando meus dedos em sua buceta e seu rabo. Ela me masturbou até gozar e não parava de beijar, de sugar minha língua, morder! Gozei gostoso com aquela punheta! Que punheta! Voltamos pro carro, ela me deixou na academia e foi pra casa. Ao chegar minha outra amiga perguntou por que cheguei tarde e disse a ela o que tinha acontecido. Ela ficou com um tesão tão grande que fomos pra sua casa. Neste dia tive que ligar pra minha mãe e dizer que não iria pra escola, pois tinha que resolver umas coisas e iria direto da academia. Passei o dia inteiro no apartamento transando! Ela ligou pra Localiza e disse que estava com uma forte dor de cabeça, disse isso enquanto estava sentada em meu pau na rede na varanda do apartamento.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...V

Durante os 15 e 16 anos tinha as minhas duas coroas da academia pra transar a ganhar presentes e neste meio tempo fui me tornando um garoto mais safado, mais interessando em sexo e nada de relacionamento. Na escola técnica tinham as garotas das farras, idas ao barzinho beber, beijar, tirar um sarro e tinham as garotas que era só sexo, apenas encontros pro sexo! A mais famosa era uma garota da minha turma, Karla (acho que era este o nome dela). Karla era noiva, devia ter uns 25 anos, era da minha turma. Tinha um corpo bonito, seios fartos, pele branca, cheia de pintinhas no rosto. Na minha turma ela dava pra uns quatro e também pra uns caras do curso de edificações. O noivo ia buscá-la na porta da escola todos os dias após o trabalho e ela praticamente todos os dias dava o rabo pra alguém na escola. Dizia que sua bucetinha era do noivo no dia que eles se casassem e que o noivo no máximo pegava em seus seios. Era uma farra. Teve uma vez que no intervalo fomo tomar umas porradinhas, bebida de estudante mesmo. Na volta ela estava tão safada que fomo pro banheiro, eu, ela e mais três colegas, fizemos uma fila no lado de fora de um banheiro e todos comeram aquele rabo safado e arrombado de tanta rola! Karla era bem safada! O ônibus que eu pegava, antes de ter meu primeiro carro após fazer 16 anos, a Karla pegava também, normalmente o ônibus passava na sua parada perto do meio-dia e de lá até o cefet eram uns 20 a 30 minutos, em muitos destes dias íamos no banco de trás na maior safadeza, ela normalmente ia de saia e na época eu usava calças de malha folgadas, fazia parte do time de vôlei da escola e usava sempre estas calças folgadas. Muitas vezes vinha com o pau pra fora, dentro de seu rabo, no balanço do ônibus sentia entrar em seu rabo, às vezes ela dava um pulo, escapava pra sua buceta e ali tinha um só dono! Pelo menos até a noite de núpcias.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...IV


Fiz curso técnico em uma escola federal, além de um ensino fantástico que preparava ótimos técnicos pro mercado de trabalho, também já nos deixava dentro da universidade, uma vez que o ensino sempre foi puxado e o fato de estar cursando já era um fator determinante de se passar em qualquer vestibular federal ou estadual, nas melhores universidades. Entre 14 e 17 anos estava neste mundo, pois era uma instituição de grande porte com diversos cursos e pessoas da faixa etária entre 14 e 50 anos. A paquera era grande, eu nunca quis saber de namoro até os 19 anos, apenas curtição, farra e estudos. Naquele mundo tive muitas experiências, eram muitas as garotas mais velhas e bem doidinhas! Tinha a turma dos CDFs, o pessoal da music, a galera do baseado, e por ai vai. Muitas tribos, muitas cabeças, muitas aventuras! Nesta época comecei a malhar, pois estudava a tarde e tinha a maior parte da minha manhã livre. Pelo menos dos dois primeiros anos, depois fui pra turma da manhã. Fazia musculação, já tinha nessa época minha estatura de hoje 1,80m, mas que segundo alguns médicos poderia ter crescido mais, mas como fiz musculação muito novo, fiquei com esta estatura. Chegava à academia as cinco e meia da manhã, malhava com um pessoal mais velho, na verdade com os coroas, a maioria acima de 40 anos. Entre o pessoal do horário, eu abrangia dois, pois só sai às sete e meia, tinham duas coroas que sempre me olhavam, super simpáticas, uma devia ter em torno de 50 anos e outra perto disso, não eram intimas, apenas se conheciam da academia, mas ambas tinham em comum esse olhar pelo garotinho de 15 anos que estava desenvolvendo seu corpo de homem. Certa vez cheguei e apenas uma delas estava, na verdade éramos os primeiros a chegar, fui correr ao redor da quadra de tênis e ela idem. Após 2 km de corrida parei e fui para as maquinas e ela acompanhando, fiquei uma maquina que dava frente pra outra, na minha malhava os braços e na de frente as coxas, ela prontamente se sentou e não tirava os olhos, eu apenas observando, de pau duro, aquelas pernas se abrindo e fechando na minha frente, ela me encarando, eu completamente sem jeito. Foi quando ela se levantou e pediu para que eu a ajudasse em um exercício, até o momento nenhuma palavra havia sido trocada entre os dois. Pedindo para segurasse seu tronco e a erguesse até um bastão onde se penduraria de cabeça para baixo para fazer exercícios, normalmente ela pedia isso ao instrutor, mas me pediu, eu sem jeito, de pau duro, como sempre gostei de camisas longas cobriu, fui ajudá-la e no momento em que se preparava para erguê-la ela se inclinou propositalmente e sentiu meu pau duro em sua bunda marcada pela malha, mexeu um pouco. Juro, quase explodo de tão vermelho! Levantou-se, pegou na minha mão é perguntou se não queria ir até sua casa? Fiquei tremulo, achando que todos que já estavam presentes na academia estavam me olhando. Gaguejei! Titubeei! Ela com toda sua experiência me conduziu até seu carro, onde começou a falar que eu era um garoto lindo, que precisava ter algumas lições com uma mulher de verdade. Até então minhas experiências sexuais eram com as empregadas lá da rua, sarros na escola técnica, ainda não tinha começado! e só! Chegamos ao prédi e fomos até seu apartamento, visão linda, prédio a beira mar, ao entrar nos deparamos com um mar fantástico e uma ventania com o aroma da água salgada dentro do seu apartamento. Ela nem chegou a fechar a porta e me agarrou, me beijava com força, arrancou minha camiseta, puxou meu short, apertou minhas coxas enfiando suas unhas e engoliu meu pau, gozei em menos de um minuto, foi ela tirando a boca e meu jorro saindo, olha que já tinha batido uma punheta logo que acordara. Ela me levou para seu quarto e tirou sua roupa, eu estava ainda anestesiado com tudo aquilo. Mandou que eu me deitasse e começou novamente a me chupar, meu pau duro e grosso, ela sentou em cima, mas foi metendo em seu rabo, enquanto se masturbava com os dedos, subia descia e mexia em sua buceta, enquanto eu apertava seus seios com força, ela ficou nesse movimento por uns 30 minutos, transpirava muito, mexia e remexia, meu pau dentro do seu rabo, ela gozou umas quatro a cinco vezes até se jogar de lado completamente exausta! Deu-me um beijo bem gostoso e me puxou pra cima dela e disse para só parar quando gozasse em sua buceta. Me postei em cima dela e comecei a meter, meu pau estava dolorido pela surra que levara de seu rabo, mas o tesão era grande, ela mordia as pontas dos meus peitos, puxava meus cabelos com força, arranhava minha bunda e apertava meu corpo com suas pernas, não lembro quanto tempo foi aquilo tudo, mas sei que ela me deixou em casa já na hora de ir pra escola. Essa coroa fez muitas loucuras comigo, fui um brinquedo pra ela e aprendi muito! No outro dia na academia ela chegou perguntando como tinha sido meu dia, sorri e disse que tinha sido o melhor da minha vida! Nesta hora a outra coroa estava ao meu lado olhou meio desconfiada e depois de alguns dias seria a próxima a me comer. Mas isto é outra história!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lembranças da Adolescência...III


A casa ao lado da casa dos meus pais tinha uma empregada bem moreninha, quase negra, era uma morena bem queimada pelo sol, afinal estávamos a 100m da praia. Ela tinha uma carinha de safada e desde os 11 anos já tinha uma safadeza no ar, me deixava lamber seus seios, olhar sua buceta, mas fora isso nada. Quando tava com 14 anos ela começou a namorar um cara e ai começou sua vida sexual, acho que ela devia ter uns 18-19 anos nessa época. Então começou a me deixar fazer mais algumas safadezas, como colocar os dedos em sua buceta, levantar sua saia e esfregar meu pau em sua bunda e por vezes me chupava. Mas o que mais eu gostava e sentia tesão era quando pulava o muro, e sua patroa estava na sala, os filhos da patroa estudavam a tarde e eu entrava na cozinha e ela me batia uma punheta bem gotosa, lógico que gozava em menos de 2 minutos, tesão a mil! E pegava minha porra e lambuzava sua cara todinha. Eu pulava de volta pra minha casa e alguns minutos depois já pulava de volta pra outra seção de safadeza... Nossa como adorava aquelas punhetas!!! Nunca meti minha rola em sua buceta, ela não deixava, apenas enfiava os dedos e entravam os quatro! Mas eram as punhetas que ela batia que me deixavam doido!!! Muitas vezes me batia punheta no quarto de sua patroa, ao lado da cama, enquanto a patroa tirava um cochilo à base de tranqüilizantes, isso sim era demais!!! Ela ainda me fazia gozar em cima da patroa, que normalmente dormia de camisola. Estou aqui escrevendo e lembrando essas presepadas. Até os meus 15 anos, quando passei a estudar em um CEFET e passava o dia na escola, foram belas tardes de gozo de um adolescente bem comido pelas empregadas da vizinhança, já que lá em casa só velhas! Mamãe sempre foi inteligente!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lembranças da Adolescência...II


Após perder a nossa professorinha, eu e o Marcelo, antes dele se mudar por causa da separação dos pais, começamos a trepar com outra empregada no prédio, mas ai era cada um sua vez, ela não gostava os dois ao mesmo tempo. Além disso, o outro tinha que ficar de olho, já que esta tinha a patroa o dia todo em casa, então somente quando ela dava uma saída na parte da tarde, caminha ou ia ao mercado, tínhamos que ficar de olho. Essa era bem magrinha, moreninha clara, seios pequenos que cabiam na boca, umas pernas longas, era maior que nós dois, na verdade um pouco maior do que eu, uma vez que o Marcelo era baixinho mesmo. O apelido dela era “magrela” e adora que se lambessem sua buceta, não era muito peluda, tinha a buceta mais cheirosa que conhecera, passava uma colônia bem suave. Ela não gostava muito de fuder com meu amigo, pois ele não gostava de chupar sua buceta, já eu, aquela foi à primeira buceta que chupei e desde aquele dia me apaixonei por chupar uma buceta. Então ela só gozava comigo, que sempre era o primeiro a ir. Chupava até ela gozar, que não demorava muito, e ai continuava e ela gozava novamente, ela estava me ensinando como era mais prazeroso dar prazer do que somente receber. Depois de fazê-la gozar umas duas a três vezes ela me chupava, bebia toda aquela porra que ficava saindo do meu pau com tanto tesão, ai metia em sua buceta e parecia um cachorro fudendo, naquela velocidade alta e pronto, gozava gostoso que nem as punhetas de todo dia ao acordar, ao chegar da escola e ao dormir. Deixava a buceta gozada, pulava a varanda do apartamento para o salão de festa, era no primeiro andar, dava calço pro meu amigo subir nas minhas costas e pular pra varanda e fazer a parte dele.

sábado, 25 de julho de 2009

Lembranças da adolescência...I

Não sei se já comentei aqui, mas minha primeira experiência sexual foi aos 13 anos com a empregada da casa de um amigo da rua onde eu morava. Na verdade acho que a maior parte dos garotos têm sua iniciação com as empregadas domesticas, acho que por isso minha mãe nunca deixou entrar uma que não fosse velha e feia. Minha primeira experiência foi uma merda, mas da segunda em diante as coisas foram gradativamente melhorando, pegando experiência. Na frente da casa dos meus pais tem um prédio grande, muitos apartamentos e conseqüentemente muitas empregadas domesticas, que hoje são as secretárias do lar. Entre todas existiam as safadas, a da casa do Marcelo, branca de cabelo enrolado, meio fortinha, devia ter uns vinte e poucos anos. Era bem safada, eu e o Marcelo íamos estudar na sala e assim que podíamos mandávamos o irmão do Marcelo, juntamente com meu irmão, que ia comigo justamente pra esse fim, brincar no play do prédio, portas fechadas, chamava nossa professora safadinha, que já vinha nua para a sala. Seios enormes, uma pele bem branca, buceta bem peluda, olhas o fim dos anos oitenta e toda aquela cabeleira bucetal. Nisso eu e Marcelo tirava no par e impar pra ver quem ela iria deixar meter o pau primeiro, embora o outro fosse chupado, mas o tesão era enfiar o pau naquela buceta grande. O tesão era grande que em menos de 2 minutos já se gozava, ai era a vez do outro e ai ela fazia a limpeza com sua boca, pau sempre duro, sem pêlos, ela amava lamber nossos testículos. Depois trocava novamente e gozava em sua buceta, passávamos uma parte da tarde naquela brincadeira! As notas estavam ficando ruim, mas quem queria saber disso?! Era o paraíso, quase todas as tardes era aquela diversão. Nessa brincadeira se foram bons meses, mas ai a mãe do Marcelo pegou o marido comendo a nossa professora e acabou nossa farra! Separação, confusão e o Marcelo se mudou. Foi uma pena, pra ele, eu continuava sendo comido por outras empregadas da rua, mais duas no mesmo prédio, mas ai não tinha desculpas de ir estudar na casa do Marcelo, tinha que aproveitar algum momento que elas tinham livre pra ser “comido”, além da moreninha escura que trabalhava na casa ao lado da casa dos meus pais. Era só pular o muro... Ainda tinha mais uns 2 anos nessa farra toda, mas são outras histórias.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Safadinha...


Vi aquela garota quando era uma criança, eu era adolescente e ela era vizinha da minha avó. Os anos se passaram e certo dia fui à casa da minha avó pegar uma encomenda para enviar por um portador para a casa da praia. Quando entro na casa surge no portão àquela garotinha, agora com 14 anos, seriam 10 anos de diferença entre nossas idades. Estava em uma saia curta, com a calcinha quase de fora, um top mostrando seios pequenos, mas bicos bem volumosos para uma menina tão nova, mal fizera os 14. Olhou pra mim e perguntou pela minha avó, olhei espantado pra ela e disse que estava enorme, uma verdadeira moça. Ela me respondeu sorrindo que já era mais do que moça, era uma mulher que já “menstruava e trepava”. Fiquei sem jeito, ela sorriu e deu a volta, rebolou uma bunda pequena e morena e foi embora. Confesso que fiquei excitado e pensativo sobre aquela situação, mas tinha conhecido ela quando era uma criança, conhecia a mãe e o pai, mas aquela safadinha não me saia da cabeça! Voltei dois dias depois na casa, confesso que com segundas intenções e fiz questão de fazer barulho para chamar atenção na rua. Entrei e deixei a porta aberta, casa de muro baixo, todos na rua vêem o movimento. Ela entrou, eu estava sentado na poltrona com a cara de safado, com o pau duro de tanto pensar safadeza e a cueca melada. Ela me olhou e perguntou por que eu estava com aquela cara sorridente, mandei que fechasse a porta, o que fez sem questionar, me levantei e abaixei minha bermuda e cueca, deixando meu pau à mostra, sentei novamente, ela apenas olhando. Mandei que se ajoelhasse e me chupasse, coisa que fez imediatamente, mas assim que colocou a boca no pau perguntou por que ele estava tão melado. Peguei-a pelo cabelo e a fiz chupar, quando estava quase gozando retirei o pau de sua boca e tirei sua roupa inteira, o corpo já era bem desenvolvido, mas não tinha bunda, bucetinha ainda lisa naturalmente, corpinho todo duro, pela macia. Tinha medo de que fosse virgem, por isso a peguei pela cintura e levei sua buceta até meu rosto, apoiei suas pernas nos meus ombros, debrucei-a sobre minhas pernas e fui olhar para sua bucetinha lisa. Realmente aquela bucetinha já tinha levado rola, embora ainda apertadinha, já não era mais virgem. Perguntei quem tinha tirado aquele cabaço e ela disse que fazia dois meses e tinha sido seu namorado de 16 anos. Perguntei o porquê ela estava traindo o namorado e me disse que não estava traindo, que o amava, mas queria saber como é fuder com outros homens e enquanto fosse apenas namorada ira fuder sempre que tivesse vontade. Perguntei então com quantos ela já tinha fudido e disse que comigo era o décimo. Pensei na bela Carrera de puta que essa garota tinha pela frente e no belo par de galhas de alces montanheses, pois chifre era pouco pro namorado dela. Perdi o tesão de fuder, mas a fiz me chupar novamente até encher sua boca de porra. Nunca mais quis saber de me envolver, embora diversas vezes tenha me procurado, mas estava começando um namoro e como sempre gostei de mulheres mais velhas eu não quis saber. Foi um bom aperitivo naquele dia. Hoje ela está casada com o corno do namorado e continua fundendo com toda a rola dura que aparece, pelo menos foi o que ela me contou dia desses quando a encontrei no shopping. Tem coisas na vida que nunca mudam.

sábado, 11 de julho de 2009

Fantasiando...

Estava com minha namorada em um churrasco na casa de um amigo. No caminho do churrasco liga Eliane, amiga de minha namorada, perguntando o que iríamos fazer, pois estaca sozinha, seu noivo tinha ido viajar e estava sozinha. Chamamos para ir com nosco ao churrasco. Ela era branquinha, um corpo escultural, seios perfeitos, mas na verdade até aquele dia nunca tinha prestado atenção nela. Passamos o dia bebendo, no final da tarde a Eliane estava com sono e foi para o carro tirar uma soneca, em determinado momento fui até o carro pegar um cd e quando cheguei vi uma cena perfeita, ela deitada de bruços no banco traseiro do meu carro, as portas abertas, o vento levantando seu vestido, estávamos na beira mar. Nunca vi coxas tão torneadas, brilhavam com o reflexo do sol na janela lateral da varanda. Sol de fim do dia, reluzente e amarelo como ouro contrastando com o branco de sua pele, era a fusão da prata com o ouro. Aquela cena me deixou imediatamente de pau duro. O vento dava e mostrava sua calcinha fio dental dentro de sua buceta cabeludinha. Enquanto uma perna estava na parte de cima do banco a outra descansava no assoalho em cima das toalhas de banho. Sua buceta suculenta era penetrada pela calcinha. Levemente peguei seu vestido e levantei mais, deixando aquela bunda alva e volumosa, não tanto quanto a da minha namorada, que era morena e que morena! A calcinha era um pequeno fio grosso que insistia em estar naquele lugar. Como queria ser aquele pedaço de pano dentro dela, sentindo o aroma. Não resisti, apoiei meu braço no banco de trás e outro no banco da frente, fui com meu nariz o mais próximo de seu sexo, sentindo aquele aroma de buceta suada e mijada de um dia de farra. Meu pau latejava na bermuda! Tomei mais um porre na sua buceta, puxei seu vestido de volta e contra todo o movimento etílico e revolucionário que existia dentro da minha cabeça, peguei o CD, fiz um barulhinho para chamar a atenção dela, nem se mexeu. Meu Deus como queria levantar aquela saia e chupar sua buceta por trás, penetrar seu rabo com minha língua, lubrificá-lo e depois meter até gozar!!! Voltei pra farra, na minha cabeça apenas pensamentos obscenos, meu pau latejava, beijava minha namorada com fúria, queria comê-la na frente de todo mundo! Não resisti e disse que iríamos embora, pois queria fuder a noite toda! Minha namorada ainda não tinha me deixado experimentar seu rabo. Linda de rosto, de sorriso, corpo, uma bunda deixar qualquer homem louco, uma pele morena, lisa, brilhante. Aquele rabo só tinha sido penetrado por minha língua. Era inicio de namoro. Quando chegamos no carro Eliane ainda dormia, mas as portas estavam fechadas, o vento já estava frio. Deixei a Eliana em casa, mas minha cabeça só pensava naquela cena, nem lembrava de seu rosto, apenas ela de bruços e todo o meu tesão. Chegamos no motel e minha namorada, já com a buceta ensopada, de tanto eu meter os dedos no caminho, foi se dirigindo ao banheiro, quando a puxei e disse que não! Queria sua buceta com aroma de mijo e melada do dia de sol e de seu prazer. Joguei-a na cama e chupei aquela buceta de pelos curtos e bem distribuídos por mais de uma hora, a fiz gozar várias vezes em minha boca, sempre alternando em chupadas, lambidas e penetradas com minha língua. Depois de ter gozado muito me puxou e pediu alguns minutos de sossego, a beijei com força e metei meu pau na sua buceta, metia e metia sem parar, foi a noite assim e nada de gozar, estava ali transando com uma mulher fantástica mais minha mente era na bunda de Eliane. Minha namorada notou que não gozava e viu que meu olhar era distante então me perguntou o que estava acontecendo, o por que daquele tesão todo e nada de gozar. Olhei pra ela e contei a cena que vira e que não conseguia me concentrar. Ela ficou um pouco chateada, mas sabia o quanto eu gostava dela e depois de alguns minutos me beijou virou de bruços e disse que eu fizesse de conta que era a sua amiga que estava lá, não ela. Não pensei duas vezes, abri seu rabo e comecei a chupar seu cuzinho, ela remexia e dizia que iria me deixar enfiar o “pau na sua bunda”. Acho que passei mais de hora a chupar seu rabo, e penetrar sua buceta com meus dedos, a fiz gozar mais algums vezes, quando percebi seu rabinho receptivo, pois neste meio tempo tentei penetrá-la com meu dedo algumas vezes, mas ela sentia dor e voltava a chupá-la. Quando percebi que meu dedo indicador entrou sem causar dor fiquei mexendo com ele lá dentro, puxando pros lados, dilatando seu rabinho apertado. Tirei o dedo e com meu pau duro fui aos poucos tentando penetrar, quando entrou a cabeça ela deu um grito, fechou com tanta força que meu pau ficou doendo, fiquei parado, apenas a beijar seu cangote e suas costas. Ela foi relaxando e assim pude tirar meu pau e acariciá-la, beijar seu rabinho. Olhei e tinha um pouco de sangue, ela sentido dor. Estava bom para aquele dia. Ainda de bruços passei meus braços por sua pernas, deixando-a completamente arreganhada e a mercê de minha boca, chupava e lambia sua buceta até que ela estivesse completamente enlouquecida novamente e esquecido o trauma. De bruços coloquei meu pau em sua buceta, ela sempre foi ao delírio tendo sua buceta comida nesta posição e comecei a meter com força e velocidade e metia e metia. Ela estava gozando quando minha porra veio com força e calor, acumulo de um dia de tesão e quando estava gozando ela disse para chamá-la de Eliane, de puta! Nossa como gozei! Minhas pernas tremiam, ela estava toda assada de tanto sexo, meu pau doía da noitada. Nos beijamos muito gostoso, tomamos um banho e fomos embora, afinal o dia estava nascendo e tinhamos passado uma noite muito deliciosa e nada como um café da manha a seis horas em um buteco de praia com agulha frita e cerveja gelada. Nunca mais pensei na Eliane, nem precisava, tinha uma mulher fantástica. Algumas semanas depois e após pacientes tentativas finalmente consegui comer aquele rabo gostoso e enchê-lo de porra quente e grossa. Pena que o marido da minha ex-namorada não goste de comer um rabo, não sabe o que está perdendo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

The Time...

Amigos,

Ando com a vida bastante atribulada, momentos de correria, busca de patrocínios pro meu hobby que está se tornando uma profissão, trabalho na empresa, vida familiar... Correria!!! Por isso peço desculpas de não está visitando vocês e nem atualizando o blog, mas assim que puder eu volto pra vocês meus amigos!

Um pouco de Time!
Momentos... volupté

domingo, 14 de junho de 2009

Viagens...(final)

(continuação...) Cerca de dezesseis dias depois voltamos a Miami, era um fim de semana e na terça-feira partiria de volta ao Brasil. Liguei pra Ana, marcamos de nos encontrar na praia no domingo, ela queria me apresentar sua namorada. No sábado fomos eu Fernando e seu companheiro para uma noitada em South Beach. A ultima vez que tinha ido pra uma farra em south beach foi em 97 no dia que assassinaram o Versace, confusão de policia na rua, o tempo todo paravam os carros, revistavam, nem se podia farrar em paz. Ou seja, não eram boas lembranças de south beach, mas dessa vez a coisa foi diferente, já que nas viagen anteriores nunca tinha tempo pra uma boa curtição. Seguimos pra noitada e quem conhece sabe bem como é aquilo, muita azaração, sexo no ar, mulherada semi-nuas, uma verdadeira noitada. Durante a farra conheci uma brasileira, funcionária de uma multinacional, cerca de 50 anos, branca, bonita, um pouco magra. Noitada correndo, não estava mais no AP do Fernando, estava em um hotel, até porque o Fernando iria viajar no domingo à noite e não queria incomodar. Quando o dia já estava amanhecendo sai da boate com a brasileira, com quem passara a noite conversando. Convidou-me a amanhecer tomando um banho em sua piscina observando o rio, acho que era na Allinson Island. Ficamos boa parte da manhã na piscina, tomando uns coquetéis feitos por sua secretaria. Não tivemos nada, apenas conversando e curtindo a companhia. Lá pelas onze da manhã o meu celular toca e era o Fernando, dizendo que a Ana tinha ligado e que estava indo pra praia. Disse que tinha ligado para o hotel e eu não tinha retornado e ficou preocupado. Falei que iria pegar um taxi para a praia e ao chegar lá ligava pra ele para poder entrar, mas ai a minha nova amiga disse para convidar os meus amigos para sua piscina e o fiz. Uma hora depois chegou o Fernando, Ana e mais umas 4 pessoas. A Ana me apresentou a sua namorada, Crystal, uma galeguinha de 1,70m, um pouco mais alta que Ana, olhos azuis, corpo magro, mas com seios enormes, super simpática, confesso que estava receoso, não sei, sempre disseram que mulheres são muito ciumentas com suas parceiras, mas ambas eram altamente femininas, lindo casal!!! A nossa anfitriã estava curtindo a festa, disse que trabalhava muito e que estava de férias por uns 10 dias e iria aproveitar bem. Então estávamos lá, bebendo, encomendamos umas pizzas como tiragostos, muito álcool e a tarde chegando, piscina com aquecedor, água bem quentinha. Estava eu a Ana e a Crystal conversando e a Crystal virou pra mim e disse que adoraria me ver chupando sua namorada, além de ser chupada, pois a Ana tinha falado muito bem da minha boca. Estava de pau duro quando a Crystal pagou em meu pau, enquanto a Ana me dava um beijo. Nossa anfitriã ficou olhando com uma carinha de que queria estar ali, entrou na piscina e disse que tinha uma cama quadrada enorme e que caberíamos nós quatro. À noite chegando e o pessoal indo embora, me despedi do meu amigo Fernando, agora só iríamos nos ver no próximo ano, provavelmente. Fiquei, na casa de nossa anfitriã, e também a Ana e a Crystal, tomamos uma bela garrafa de vinho branco e aceitamos o convite, subimos pro quarto. Nossa anfitriã pediu para ficar observando. A Crystal tirou o shortinho da Ana, alisou sua bucetinha e me ofereceu, não tive duvidas, me postei a chupá-la, lambendo, beijando, mordicando. Crystal a beijava e apertava seus seios, nossa anfitriã só observando e mexendo em sua buceta com dois dedos. Chupava a Ana com tanto tesão que tinha hora que sentia vontade de arrancar sua buceta com minha boca. A Ana gozou, tremeu, mordeu a Crystal que sangrou sua boca e as duas se beijavam com tanto tesão!!! Acho que passara cerca de uma hora chupando a Ana. Ana pegou a bucetinha da Crystal, deu um beijo e a ofereceu a mim, disse apenas que não abusasse muito, pois Crystal era sensível e não agüentaria minha malvadeza! Comecei chupar a Crystal, quando escutei a Ana chamando nossa anfitriã, olhei e a vi com uma calcinha de couro com um maranhão enorme na frente, a Ana deitou ao nosso lado e abriu as pernas, gemeu quando aquele maranhão enorme entrou em sua buceta apertada, nossa anfitriã começou a meter e beija-la. Nessa hora tinha parado de chupar a Crystal e a coloquei sentada em meu pau, e ficamos observando enquanto ela remexia. Seus seios enormes balançavam, apertava-os com força, deixando-a cada vez mais arrepiada, sentia sua pele ficar arrepiada e suas pernas tremendo, começou a gozar!!! Beijou-me com força e começou a me masturbar e chupar, eu não tirava o olhar da Ana sendo fudida por um maranhão de borracha enorme, pela nossa anfitriã sedenta de tesão. Coloquei-me atrás dela, sua cacinha de couro não passava pelo rabo, eram de tiras laterais, a Crystal abriu seu rabo e deu uma lambida, pegou meu pau e guiou pra dentro, metia nela enquanto ela metia na Ana, ritmados e com muito tesão gozei bem forte!!! Ela ficou com tanto tesão que metia com mais e mais força na Ana, que gozou novamente e a empurrou pra fora, arrancou-lhe o acessório e começou a chupar sua buceta enquanto a Crystal montou em seu rosto e colocou sua buceta em sua boca, ela não agüentou cinco minutos e gozou também. Eu estava ali, sentado na poltrona, tomando vinho branco e olhando aquela maravilha. Elas se comiam com frenesi, beijos e mais beijos, mãos, bocas, línguas!!! A Ana se levantou e disse que precisavam ir embora, já estava tarde e era domingo, me ofereceu uma carona, mas nossa anfitriã me pediu para ficar. As meninas foram embora e voltamos para piscina, nus, água quente, conversa boa, brincadeiras, conversas e uma proposta de trabalho e moradia... Minha nova amiga, que até hoje trocamos e.mails, passou a segunda e a terça feira sendo minha companheira. Foram dois dias muito proveitosos, conversas e sexo muito gostoso e experiente. Na terça-feira me deixou no Aeroporto, nos despedimos. Voltaria a vê-la dois meses depois em um encontro programado no Rio.

sábado, 6 de junho de 2009

Viagens...(continuação)

(continuando...) Confesso que tremi nas bases, aquela mulher com um corpo fantástico acostumada a gozar com outra mulher seria um desfio sem igual. Passamos a noite conversando, outros assuntos, mas com troca de olhares safados, não era uma mulher linda, mas bonita, o corpo era de deixar qualquer um louco!!! Quando a maioria do pessoal já tinha ido embora eu fui deixá-la na praça atrás do prédio, onde seu carro estava estacionado e quando ela foi entrar no carro perguntei se eu a fizesse gozar em minha boca tão gostoso quanto sua namorada faz se ela me deixaria comer sua bucetinha com meu pau duro do jeito que estava. Ela simplesmente me puxou pelo cabelo e me beijou, terminou o beijo e disse que minha pegada era forte, então me daria uma chance. Entrei no carro e seguimos pro seu apartamento, um pouco longe, ficava alisando aquelas coxas maravilhosas, foi quando uma patrulha nos parou, fiquei preocupado, afinal todos tinham bebidos e estávamos nos estado unidos, mas pra minha surpresa a Ana era supervisora do departamento de transito da cidade de Miami e seguimos em frente. Chegamos a seu apartamento, até então estávamos calados, toda aquela conversa durante a noite se transformara em um silencio de pensamentos individuais. Assim que ela abriu a porta e entramos a agarrei e a encostei na porta da entrada, puxei as alças do seu vestido e deixei os seios amostra, peguei firme com minhas mãos e a beijei com força, acho que fiz isso por mais de dez minutos, deixei-a sem fôlego com o beijo. As mãos se revezavam entre seus seios, coxas e buceta. Tirei o vestido dela, me ajoelhei de frente a ela e comecei e beijar sua xoxota, beijava com carinho, ela acariciava meus cabelos. Eu apertava seus culotes com minhas mãos e beijava sua buceta morena e bem bronzeada. Ela colocou sua perna direita em meu ombro esquerdo, deixando sua buceta aberta pra minha língua, chupava com tesão, mas devagar, sem correria. Coloquei um dedo em sua buceta, estava quente, ensopada, era bem apertada à safada, sentia sua vagina comendo meu dedo. Fiquei em pé, joguei seu corpo em meu ombro e fui para o sofá em frente, a joguei, coloquei uma perna na parte do encosto e outra em baixo, deixando sua buceta aberta, queria penetrar, sentir aquela buceta apertada comendo mordendo meu pau. Tirei minha roupa, ela perguntou o que eu iria fazer, pois minha promessa era fazê-la gozar em minha boca. Disse que não se preocupasse, pois era tudo que eu queria, mas precisava enfiar meu pau em sua buceta, sentir o calor de dentro, sentir o aperto de seu sexo. Sem camisinha, nem tia nem pedi, estava extasiado de tesão, coloquei em sua buceta, juro, quase gozo na entrada, me controlei, dei umas estocadas, ela gemendo em meu pau, remexendo. Tirei, ela reclamou, me disse que me queria dentro e que chupada ela já tinha da namorada, queria era meu pau!!! Meti mais algumas vezes, mas meu desejo era fazê-la gozar em minha boca, por isso me deitei no sofá e comecei a chupá-la novamente, com mais frenesi, chupava e parava, deixando-a irritada e com tesão. Coloquei dois dedos em sua buceta, agora mais fácil de entrar, e comecei a meter com força e rapidez, enquanto tinha seu clitóris em minha boca, bem avantajado, colocando-o entre meus dentes e lambendo, parava e lambia toda sua buceta, tirava os dedos e lambia seu rabo, seu cuzinho piscava em minha língua. Coloquei um dedo nele e outro em sua buceta e comecei a chupá-la novamente, ela já estava exausta de tanto ser mexida, chupada e sempre na eminência de gozar, teve uma hora que quando parei, ela pegou o dedo foi se masturbar queria gozar, agarrei suas mãos e não deixei. Mas já estava na hora, de fazê-la gozar. Com um dedo em sua buceta e outro em seu cuzinho. Ana gozou feito louca, gemia, gritava, mexia, arrancou meus cabelos... Quanto tesão!!!! Não tive dúvidas, ela nem parara de tremer e meti meu pau em sua buceta com força e com velocidade, ela gemia, e pedia mais, gozou novamente, acho que nem terminara de gozar direito, acho que era um gozo longo, forte, sentia sua buceta encher, ficar mais e mais molhada, tava com muito tesão, quase gozando, tirei o pau de sua buceta, levante as duas pernas e coloquei-as em meus ombros, enfiei em seu rabo, ela enfiou as unhas em meus braços com tanta força que sangraram em alguns pontos, metia e ela me olhava com cara de dor, metia e metia e ela apertava, acho que não chegou a um minuto, enchi seu rabo de porra, ela dizia em espanhol que era gostoso, que tava quetinho, sentia seu rabo piscando em meu pau e eu gozando ainda, foi orgasmo e gozo ao mesmo tempo. Tirei meu pau, deitei com a cabeça em sua buceta, lhe dei beijos, cheiros e dormimos ali, naquela posição. Seu apartamento ficava de frente pro mar e logo cedo acordei com o sol nascendo, fui para a varanda, estávamos bem alto, o sol nascendo lindo no horizonte, senti um beijo nas costas. Ana pegou em minha mão e me levou pra um banho, nos demos um banho bem gostoso, beijos. Fomos pra sua cama, ela me abraçou e pediu para dormir com ela, abraçado. Acho que dormimos até meio-dia, quando o telefone da casa dela toca e era o Fernando, perguntando quando ela me devolveria, pois precisávamos ir ao warehouse da empresa e no outro dia pegaríamos a estrada cedo em direção a Orlando via Palm Bay e na terça tínhamos compromissos em Jacksoville ou seja, tudo correndo. O Fernando me pegou na casa da Ana, seguimos para sua empresa, mas prometi a Ana que antes de voltar ao Brasil iríamos nos ver novamente. Cerca de dezesseis dias depois voltamos a Miami, era um fim de semana e na terça-feira partiria de volta ao Brasil. Liguei pra Ana, marcamos de nos encontrar na praia no domingo, ela queria me apresentar sua namorada. (continua...)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Viagens...

Em uma de minhas viagens de trabalho aos Estados Unidos, fui recebido por um brasileiro que conhecera em uma feira no Brasil. Ele atua no mesmo setor, só que venda direta ao cliente o produto acabado, no meu caso venda para indústria. Como estava fazendo levantamento do mercado consumidor americano em nossa área, para direcionar a produção, uma vez que o mercado americano estava começando a consumir em escala maior. Chegando ao aeroporto de Miami o Fernando me levou para seu apartamento, não me deixara fazer reserva em hotel, até porque nos próximos 20 dias viajaríamos a costa leste quase toda, já começando na segunda-feira, havia chegado sexta a noite. Deixamos as coisas no apartamento, tomei um banho e saímos para jantar e encontrar o secretário dele e conversamos a noite inteira, tomamos muita cerveja e seguimos pro apartamento. Na manhã seguinte, estávamos nos preparando para irmos tomar café em algum restaurante quando chegou o companheiro do Fernando, bem, até então não tinha a mínima idéia que o Fernando fosse homossexual, tão pouco a ponto de ser comprometido. Fernando com mais de 1,90m, forte, cerca de 45 anos, chamava atenção da mulherada e seu companheiro idem. Ele me apresentou ao companheiro e deu uma risada, disse que não havia comentado nada comigo porque sabia que não iria querer ficar em sua casa, disse a ele que não, afinal não era um viado afetado, muito pelo contrario, extremamente calmo e falava tão grosso quanto a maioria dos homens. Ficamos conversando enquanto o companheiro do Fernando tomava um banho para nos acompanhar no café e depois passearmos um pouco, iríamos à praia. Perto de meio-dia nos dirigimos para praia, estacionamos o carro e seguimos por um túnel até a praia, que era particular, aliás para sócios e quando cheguei na praia cai na risada olhando pro Fernando e dizendo que ele tava querendo tirar onda com tantas “surpresas”. Estávamos em uma praia de nudismo, minha primeira experiência, fiquei um pouco acanhado, não precisava tirar a roupa, ficar nu não era obrigatório, ainda bem!!! Pois só de ver a quantidade de mulheres gostosas estava completamente louco. Miami, o que não falta são latinas e mulheres latinas são em sua maioria gostosas. Fomos nos sentar junto a um grupo de amigos e amigas do Fernando e na minha frente uma bela morena cubana, com um corpo fantástico, totalmente nua, ao sol, com as pernas abertas me deixando completamente de pau duro!!! Estava com um short bem pequeno e fino, ou seja, pau duro o tempo todo!!! Depois de algumas cervejinhas, relaxei um pouco, mas os óculos escuros eram a tentação do olhar, ficava observando cada nova buceta, cada rabinho, cada movimento erótico pra se levantar e abaixar. O pior era que os amigos e amigas do Fernando ficavam me sacaneando o tempo todo!!! Quando nos preparávamos para ir almoçar Fernando combinou com uns amigos e amigas uma festinha em seu apartamento, pra comemorar o retorno de seu companheiro, pois estava a quase sessenta dias na Europa. Comemos umas belas lagostas no almoço e depois fomos pro apartamento, tomei um banho e fui tentar dar um cochilo, mas como os dois estavam pondo em dia o atraso a barulheira no quarto ao lado era grande...que safadas!!! Hahahaha. Resolvi descer a dar uma caminhada pelo bairro. O apartamento ficava em um condômino na beira do rio, cheio de marinas particulares, um local muito bonito e agradável. Caminhei alguns quilômetros até um playtime e fiquei jogando, voltei às oito da noite, o AP já estava arrumado pra festinha e fiquei tirando onda com os dois, perguntei como foi o reencontro, como fariam pra sentar durante a noite??? Hahahahaha... O pessoal começou a chegar e entre eles aquela morena cubana, Ana, o nome dela, com um vestido bem folgado, sem calcinha, seios quase pulando, não eram originais, mas vou dizer, o trabalho foi perfeito!!! Muita cerveja, misturada com tequila, com cachaça brasileira, álcool a toda, musica brasileira e caribenha, dançando e eu não parava de olhar aquela Ana. Sabe, estava mil vezes mais excitado do que na praia, aquele vestidinho estava me matando de tanto tesão e não resisti, arrumei uma conversa fiada a fui conversar quando ela foi na varanda. Puxei assunto, ela super simpática perguntou por que tanto olhava pra ela e perguntou se eu não estava satisfeito de tê-la comido a tarde inteira na praia com os olhos. Sorri e disse que nem um pouco e que ela estava mil vezes mais excitante com aquele vestido do que nua, apesar de ter um corpo lindo, coisa que ela deve escutar o tempo todo. Olhei pra ela e disse que além do mais olhar não me satisfaz, o que me satisfaz e sentir uma mulher gozando em minha boca, isso sim me satisfaz. Ela fez uma carinha de safada, me olhou nos olhos e disse que era acostumada a gozar muito pela boca de sua namorada, que não estava presente a festa porque havia viajado, mas que duvidava que eu a fizesse gozar com uma mulher faz.(continua...)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Surpresas do Interior...(continuação)

(continuando...)...começamos a conversar putarias, ou seja, tendo que traduzir putarias! Já estávamos de roupas intimas, um dos franceses pegou uma das garotas e foi pro quarto dele, eu e outro ficamos com nossas amigas, meu quarto era duplo e me deitei em uma das camas e fiquei de lado, a garota se deitou na mesma posição. Coloquei minha perna por cima de sua coxa, fiquei nu, pequei meu pau e abri sua bundinha durinha, puxei a calcinha e entrei em sua bucetinha bem apertada e completamente melada. Comecei a fuder ali mesmo, em um vai e vem bem gostoso, o frances se deitou, colocou uma camisinha e disse pra outra garota sentar em seu pau, nós dois ali, mexendo de um lado pro outro e olhando aquela cena. A garota sentou no pau, empinou seu rabo, subia descia, eu e a minha gostosinha fudendo bem gostoso, vai e vem! Observando os dois fuderem. Comecei a meter com mais força e mais rápido, ela começou a gemer, gemer alto, safadinha já sabia trepar com tesão, apesar de nova era bem safada. Ela gemendo, senti sua buceta ficar mais molhada, estava gozando, tremendo e beliscando seus seios. Sua amiga subia a descia no pau do Jean, ele estava vermelho como um tomate começou a gemer, grunhir e gozou, tirando a garota de cima. A minha tinha se levantado e ido ao banheiro, então não tive duvidas, peguei a outra, que estava em um fogo e a joguei na minha cama. Bem branquinha e magrinha, coloquei uma camisinha e a postei de quatro, meti em sua buceta, tava bem quente!!! O Jean foi pro quarto dele descansar e fiquei com as duas, transando com uma enquanto a outra deitou na cama e ficou nos olhando e me chamando de safado traidor!!! Metia com força, ela só remexendo a bundinha, tirei o pau de sua buceta e coloquei em seu rabinho, ela tirou, disse que não gostava de “dar o rabo”. Deitei-me na cama e chamei a outra para sentar em meu rosto, queria chupar sua bucetinha lisa enquanto a outra sentava em meu pau. Fudemos até o dia amanhecer, como havíamos combinado com o geólogo de sairmos a cinco e meia da manhã ele bate na porta do meu quarto e peço pra gatinha abrir. Ele olhou a cena e quase infarta!!! Ainda estava transando, pedi alguns minutinhos e que ele fosse chamar os franceses. Coloquei as duas safadas pra meu chupar, não sei o que houve naquele dia, mas não gozava por nada, curti a farra toda, mas não consegui gozar. Peguei as três garotas, coloquei-as em um taxi e seguimos viagem, estava tão elétrico que fui dirigindo mesmo. Fizemos uma visita na área e na volta para a cidade do Recife (300 km), onde os franceses iriam pegar um avião, quase durmo a 200 km/h na estrada, o cansaço estava batendo, entreguei a direção. A noitada fora boa, mas depois de dormir no caminho de volta, dentro do carro, deixei o pessoal no aeroporto, o geólogo em sua casa e fui direto pra casa de uma de minhas namoradas (a de Recife), estava com o tesão reprimido, louco pra gozar. Ao entrar em sua casa peguei-a pelo braço e puxei direto pro quarto, fui rasgando suas roupas a joguei na cama, abri suas pernas, cai de boca em sua buceta suculenta. Esta minha namorada era uma verdadeira “cavala”, grande, um traseiro louco, uma buceta suculenta, morena gostosa, tesão a mil. Chupava ela como um louco, e ela perguntava o que estava havendo, disse que era saudades, afinal a mais de 12 dias que tinha estado com ela, mas na verdade era o tesão da farra acumulado, meu pau estava grosso como nunca, ela sentiu isso quando meti em sua buceta, comentou como eu estava louco de tesão (acho que se naquela época existisse os remédios potencializadores como o viagara ela diria que tinha tomado um). Metia muito, passei quase duas horas transando dentro dela, ela gozara várias vezes e eu nada, ela já estava sentido desconforto quando gozei!!! Muito!!! Muita porra, muito gozo...ela ficou impressionada com todo aquele tesão reprimido. Me levantei, fui tomar um banho e saímos pra noitada... Voltando a vaquejada... Bem aquela Vaquejada me deixou ainda quase um ano namorando, com a garota de dezesseis. Já que todo mês passava dois dias na cidade. O namoro terminou quando ela chegou em casa mais cedo da escola e me pegou transando com sua mãe, uma mulher de 40 anos completamente safada e tarada...colocava as roupas da filha e me pedia para chamá-la pelo nome da minha namoradinha e durante a transa ficava me perguntando qual das duas transava melhor...certamente que era ela!!! Vai entender a mente humana!!!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Surpresas do Interior...

Quem é do Nordeste conhece um torneio denominado Vaquejada. Na Vaquejada se corre em parelha, montado em seu cavalo, com um bezerro ou touro, o objetivo é derrubar o animal dentro de um determinado espaço e para isso se derruba puxando-o pelo rabo. Como em toda grande festa do interior, em um torneio de vaquejada existe toda uma estrutura de bares, shows e logicamente onde existe essa aglomeração de coisas boas existe muita paquera, muita energia no ar. Estava em uma cidade do interior de Pernambuco, Garanhuns, para ser mais exata, cidade serrana, temperatura média de 15 graus à noite, clima bom!!! Tinha viajado a esta cidade com dois clientes franceses e um geólogo de uma empresa, iríamos visitar uma jazida de rocha na região, cerca de 40 km da cidade e para minha surpresa ao chegarmos estava tendo Vaquejada e não poderia deixar de mostrar esta maravilhosa festa popular nordestina aos meus clientes e de contra-partida tomar um uísque, fazer negócios, conhecer umas mulheres e quem sabe uma boa transa, afinal o interior é um grande celeiro de mulheres ávidas por um bom partido ou por uma boa aventura!!! Fomos ao Hotel, tomamos um banho, tinha dirigido naquele dia quase 900 km para chegar e um bom banho iria me deixar desperto para uma noitada. O geólogo que nos acompanhava resolveu não ir, como era casado e sabia muito bem como iria terminar aquela noitada ficou no Hotel, ainda bem, pois teria alguém para dirigir o meu carro no outro dia, então nada de ficar contando hora pra voltar. Chegamos à vaquejada, ficamos em um bar próximo ao show, lembro que era show do Daniel. Pedimos uma garrafa de uísque, alguns tira-gostos e muita conversa. Na mesa ao lado, seis mulheres, entre trinta e cinqüenta anos, amigas conversando e prestando atenção em nossa conversa, até porque chamávamos atenção, os dois franceses, brancos, loiros e nossa conversa era toda em Frances. Elas nos convidaram para a mesa, uísque e conversa fora, eu ali de tradutor, duas delas falavam inglês e facilitou mais a conversa. Lá pela meia noite e meia chegou à mesa a filha de uma delas, matutinha bonita, morena clara, seios grandes, sorridente, dezesseis anos, não me chamou atenção, nunca gostei de menina nova, mas o Jean Marc ficou apaixonado pela garota, ele com quarenta e poucos anos ficou encantado. Depois chegaram duas amigas dela, as duas com vinte e poucos anos, e sentaram. Agora tínhamos nove mulheres e três homens, pra variara a coisa estava começando a ficar problemática. No interior quando se chama muita atenção se cria inimizade, Garanhuns pra quem não conhece é terra de matador e os olhos estavam pra cima de nós. A garota nova me chamou para dançar, estávamos lá dançando um forró bem gostoso quando ela me deu um beijo, claro que retribui, era nova, mas muito bonita e um corpo de mulher, ficamos dançando e num amasso gostoso. Um sarro bem gostoso, ela alisando meu pau, que safadinha!!! Perguntei se ela não queria ir comigo para o hotel, ela disse que seria complicado por causa da mãe, então combinamos que ela iria embora com as duas amigas e ficaria no estacionamento, disse como era meu carro. Fomos pra mesa, ela se despediu com as amigas e cerca de vinte minutos depois chamei os franceses para irmos, meio contra a vontade deles, mas mal sabiam que tinha uma surpresa no carro. Chegamos ao carro, à mocinha pulou em meus braços e tacou um beijo, entramos no carro, os seis e seguimos pro hotel. No caminho aquela putaria no carro, no banco de trás os dois franceses com as duas garotas, o sarro já estava rolando, peguei na mão da garotinha e coloquei meu pau pra fora da calça, deixando-a alisando com carinho. Chegamos ao hotel, uma pequena confusão na recepção, mas nada que uma boa gorjeta não resolvesse, fomos para o meu quarto, os seis...(continua)